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Pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco foi até o Nilton Santos e perdeu mais uma contra o Botafogo


Diego Souza, que jogou no Vasco em 2011 e 2012, foi o autor do gol alvinegro. (Foto: Nayra Halm - Fotoarena)

Jogando no contra ataque, a partida começou com o Gigante da Colina com a primeira chance aos 2’, onde Marrony arrancou pela esquerda, limpou o zagueiro e cruzou. Tiago Reis não conseguiu chutar e Rossi se esticou todo para tentar a finalização, mas com o braço. Aos 7’, Marrony recebeu lançamento, driblou dois marcadores, mas sem sucesso na finalização. Aos 22’, Pikachu puxou contra-ataque e deu em Rossi. O atacante puxou pra dentro e bateu, a bola desviou na zaga e sobrou para Pikachu, que tentou dominar e foi travado antes de bater em gol. Aos 23’, Danilo Barcelos cobrou escanteio na cabeça de Marrony, mas Gatito fez boa defesa. Aos 32’, Tiago Reis toca pra Rossi. Que devolve para o jovem atacante, que bateu de primeira, foi para a trave. Aos 42, Marcos Júnior lançou Tiago Reis pela direita, ele dominou e cruzou para Marrony.



No segundo tempo, o Gigante da Colina seguiu buscando o primeiro gol e logo aos 3 minutos teve a primeira chance na segunda etapa, onde Danilo cruzou da esquerda, a zaga afastou para o alto e Lucas Mineiro cabeceou, para a defesa do goleiro alvinegro. Aos 5, Rossi foi ao fundo e cruzou da direita, a bola ganhou velocidade e quase enganou o goleiro, que mandou pra escanteio. Aos 12’, a lei do lei do ex reaparece, com Diego Souza aproveitando o cruzamento, matou a bola no peito e mandou para a rede, abrindo o placar para o Botafogo. Com o gol tomado, o Vasco tentou buscar o empate e Aos 27’, com Yan Sasse, aos 36’ com Danilo e aos 37’ com Andrey, mas sem sucesso e não evitando mais uma rodada no Campeonato Brasileiro.



O Vasco segue sem vencer na competição e não foi mal, onde teve a sua melhor partida no comando do Vanderlei Luxemburgo, que veio com duas novidades com Felipe Bastos no lugar do Raul, suspenso, que até fez uma boa partida, mas acabou sendo um dos responsáveis no gol do Botafogo e Tiago Reis no lugar do Yan Sasse, porém sem receber as bolas no ataque, foi pouco efetivo no ataque vascaíno, tendo apenas duas oportunidades, onde uma delas bateu na trave. Na defesa, o técnico optou em colocar em três volantes, onde funcionou anulando as jogadas, mas pecou na criação, porém com Marrony e Rossi, fizeram pouco.



Apesar das ultimas partidas, o Vasco não sai da lanterna com três pontos em sete rodadas. Não importando como joga, assim foi com o Avaí e com Fortaleza, faz o gol e toma no final da partida. Fica difícil acreditar que a equipe saia da zona de rebaixamento antes da parada da Copa América. Com o elenco limitado e com a possível saída do Rossi, um dos principais jogadores desse elenco, não há expectativas com novos reforços e resta apenas acreditar na base. Dentro e fora do campo, precisamos reencontrar a vitória, senão vai ser mais um ano de sofrimentos e no final de quem será a culpa, né Campello?


O próximo compromisso do Gigante da Colina na competição será diante do Internacional, na próxima sexta-feira (7/6), às 20h30, em São Januário e a vitória é mais que obrigação.





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Pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco recebeu o Avaí em São Januário e empatou na estreia do técnico Vanderlei Luxemburgo.


Ricardo Graça fez o gol vascaíno, Foto: Rafael Ribeiro/Vasco.com.br

A partida começou com o Vasco tendo a sua primeira chance logo no primeiro minuto, quando Pikachu cobrou lateral na área, com a zaga afastando para Lucas Mineiro que tabelou com Marrony e ao finalizar, foi bloqueado na entrada da área. Aos 17 minutos, Bruno César cobrou escanteio e Marrony cabeceou sobre o gol de Vladimir. Aos 22, Bruno César, novamente, tocou para Marrony na entrada da área, mas a defesa do Avaí afastou. E aos 42, Pikachu cobrou falta na entrada da área e Marrony tentou a finalização sem sucesso para o Gigante da Colina.

No segundo tempo, o Vasco continuou buscando abrir o placar e a primeira chance veio aos 16 minutos, quando Pikachu cruzou para Máxi desviar de cabeça e mandar pela linha de fundo. O Avaí tentou surpreender com Gegê, mas goleiro Sidão faz boa defesa evitando o primeiro gol do clube catarinense. Aos 32 minutos, Rossi fez bela jogada na entrada da área e lançou para Jairinho finalizar com perigo à esquerda do gol adversário. Aos 37, o Gigante da Colina conseguiu abrir o placar com Ricardo Graça de cabeça, após cruzamento de Rossi. O Vasco teve a chance de ampliar aos 43, mas Felipe Bastos perdeu sozinho de baixo da trave e acabou vendo o Avaí empatando aos 49 minutos e finalizando a partida no placar de 1 a 1.

O Vasco teve um inicio ruim na partida, onde não conseguiu criar e errou muitos passes, sofrendo pressão e correndo perigo, com isso, a torcida se mostrou impaciente e chegou a gritar em forma de protesto: “Não é mole não, obrigação é gritar no caldeirão”. Bruno Cesar ainda não mostrou para que veio e Maxi fez mais uma partida apática. No segundo tempo, houve uma pequena melhora com as entradas de Valdivia e Jairinho, mesmo assim não foi o suficiente, pois a atuação no geral foi péssima e se o adversário fosse uma equipe mais qualificada, seria mais um vexame dentro de casa.

Já Luxemburgo terá trabalho, pois viu um time sem criatividade, sem mobilidade e que deixou muitos espaços para alegria dos adversários e precisar mudar essa situação o mais rápido possível, pois o Vasco continua na lanterna com dois dos quinze pontos em disputa conquistados e terá uma semana de treinos para tentar reverter isso no próximo domingo (26), contra o Fortaleza no Castelão.




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Luxemburgo é o novo técnico do Vasco. Foto (Twitter/Vanderlei Luxemburgo)

Após a demissão do Alberto Valentim e a tentativa com Marcos Valadares, o Vasco consegue realizar um sonho da atual gestão e anuncia o novo técnico, Vanderlei Luxemburgo

Foram mais ou menos 500 dias para Vanderlei Luxemburgo iniciar um novo projeto e esse novo ciclo é o nosso querido vascão, como confirmou o novo treinador, de 67 anos, na tarde desta quarta-feira (8), em sua conta oficial nas redes sociais. Luxemburgo é uma incógnita, mas assim como o Vasco, ambos precisam voltar a trilhar os caminhos das glórias que não acontecem há anos.

Luxemburgo hoje pode não ser o nome ideal de vinte anos atrás, mas se enquadra no perfil um Vasco precisa. Um técnico vitorioso, com passagens pela seleção brasileira e pelo Real Madrid, um dos sonhos do presidente Alexandre Campello.

Claro que para muitos, é um técnico ultrapassado, teve uma rejeição da torcida anos atrás, não conquista um título desde 2004, quando foi campeão brasileiro pelo Santos e a ultima campanha de expressão foi um terceiro lugar em 2012 com o Grêmio, mesmo assim, a chegada do “pofexô”, trás a experiência, dar mais moral ao clube, pelo nome que Luxemburgo representa e pode resolver o problema na formação do elenco, principalmente na forma que essa atual diretoria trata com o futebol do clube.

Ainda está muito de cedo do que podemos falar sobre a chegada de Vanderlei Luxemburgo no Vasco. Mesmo sem bons resultados nos últimos anos, o técnico tem em seu currículo cinco títulos brasileiros, uma Copa do Brasil e uma Copa América pela Seleção Brasileira.

Vasco e Luxemburgo são dois gigantes, onde suas grandezas nunca foram tão questionadas nos tempos de hoje. Essa parceria pode dar errado, como muitos comentaristas já projetam, mas como pode dar certo como todo vascaíno espera. Ambos precisam ressurgir e espero que ele faça uma boa campanha pelo Gigante da Colina e torço que no fim de 2019, o clube possa primeiro está livre do rebaixamento e quem sabe, classificado pelo menos na pré-libertadores, para que em 2020, assim como com Antonio Lopes e outros técnicos, tragam de volta as glorias para o nosso querido e amado Vasco.

Boa sorte Vanderlei Luxemburgo!






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Amigos! Hoje nosso assunto é a grave crise interna vivida pelo Vasco, que ganhou novos capítulos nos últimos dias, após o time sofrer quatro derrotas consecutivas, resultados que coincidem com o período inicial de trabalho de Alberto Valentim no comando da equipe. Começam a vir a tona outras situações, de problemas diretivos, comportamentais de atletas, de hierarquia diretiva, além do último e grave fato, a rescisão indireta de um dos principais jogadores da equipe, o meia Wagner através da justiça do trabalho.


Alexandre Campello que apesar de ter chegado ao poder golpeando Júlio Brant com o apoio de quem até hoje interfere totalmente no clube, Eurico Miranda, não consegue mais dar o mínimo de credibilidade a seu mantra da transparência (clique) e está cada vez mais atolado em dívidas, estando dependendo de liberação de empréstimo para conseguir pagar salários. Além disso, aprovou contratações sem o crivo do departamento técnico atuando ao lado de PC Gusmão, que atua hoje totalmente fora das atribuições para as quais foi contratado. Com isso, um ambiente de insegurança foi criado no clube, Giovanni Augusto, um jogador conhecidamente problemático quis forçar sua titularidade e foi afastado, tumultuando ainda mais o ambiente, cujo salários atrasados podem gerar ainda mais perdas de atletas para o clube.

A primeira delas é altamente sentida, Wagner é uma referência do time evidentemente, claro, que por amor ao clube muitos torcedores podem vilanizar o atleta, não se poderia imaginar nada diferente disso, ainda mais ante a notícia de que sim, ele acelerou o processo junto á justiça do trabalho para conseguir se transferir para o futebol do Qatar, mas controvérsia a parte, se ele não tivesse razão em estar processando, o TRT do Rio não teria dado ganho de causa ao atleta, essa é uma questão lógica. E a expectativa é de que venham mais processos por aí, caso o clube não regularize salários e direitos atrasados do elenco, nem tanto por perdas de jogadores, o ano está no fim, mas em forma de mais processos trabalhistas que podem onerar ainda mais o clube.



No intento de acalmar o torcedor, em meio a protestos Campello resolveu receber lideranças da torcida para o diálogo, mas a desorganização em todos os departamentos do clube e as dívidas, fazem com que esse diálogo e essa desesperada tentativa de mostrar ainda alguma "transparência" no comando do clube sejam totalmente insuficientes. Alberto Valentim, no meio de todo esse turbilhão ainda não venceu, mas ante o atual cenário, fica mais do que claro que não, 2018 não seria um ano para nenhuma transformação no clube, não se fazem mudanças com apadrinhados por velhas raposas, com gente chegando no poder golpeando, atraiçoando seus próprios aliados, atendendo a interesses pessoais acima do clube.

O sócio precisa intervir no Vasco, consertar o que começou errado nas eleições, a esperança sempre tem de existir, mas o que começa errado não termina do jeito certo e agora o clube corre sério risco de mais um rebaixamento, o sócio que ama o Vasco precisa se mobilizar para tentar salvar o clube da ingerência dos que seguem se apropriando do clube há décadas.





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Imagens: Divulgação Vasco e Globoesporte. 



Amigos! Hoje o assunto no nosso projeto volta a ser o Vasco, que demitiu após a derrota ante o Palmeiras no Allianz Parque o técnico Jorginho, teve hashtag que ficou nos trend topics durante toda a noite de domingo e manhã de segunda e como é de costume com nossos dirigentes, para tirar de si a pressão, demite-se o técnico, dez jogos, apenas dez jogos, sendo o primeiro com os três maiores reforços para a temporada (Maxi Lopez, Castán e Vinícius Araujo) estreando, ou seja, planejamento ninguém ouviu falar.


Vejam, se tinha até hashtag contra o treinador evidentemente que a decisão agradou a maioria da torcida e nem eu venho aqui pra dizer que o trabalho dele era fantástico. Foram cinco derrotas, quatro vitórias e um empate, aproveitamento evidentemente ruim se analisados somente os números, razoável se analisarmos a condição do elenco e os adversários para os quais a equipe perdeu, que realmente tem hoje uma condição de elenco e uma organização melhores que o cruzmaltino. Porém, nem o torcedor, nem o dirigente consideram estes fatores, o que é levado em consideração é pura e simplesmente o resultado e o aproveitamento de 43% era insatisfatório friamente analisado, além de algumas decisões técnicas desagradarem os torcedores.


Discordâncias (que são muitas) a parte, foram boas as três contratações já citadas, inteligentes, oportunidades de mercado de jogadores com experiência internacional e vencedores voltando ao Brasil em dois casos e de um bom jogador que é o Vinícius, mas será que não teve o dedo do treinador na contratação? Será que não teve pedido e anuência?

Pode ser que não tenha havido, mas o mesmo que disse em relação ao Santos (clique), não em relação ao mérito específico do Presidente onde a crítica foi mais dura, mas sim no âmbito da falta de planejamento, afinal, qual é a convicção com que se traz um técnico (ainda mais da forma que foi, O TIRANDO de outro clube) e o demite após dez partidas? A resposta é zero. Há convicção na contratação? Em quem indicou? Nem sempre. Fica sempre a dúvida na cabeça do torcedor e de quem acompanha o futebol, a conta pelos erros não sai do bolso do dirigente jamais, mas da conta do sofrimento do torcedor que vê seu time sem rumo. Foi demitido o técnico, antes mesmo de ele ter as peças que provavelmente deu anuência para chegarem e se não deu, não era nem pra ter sido contratado, afinal, em time que FUNCIONA, o técnico tem de ser consultado.



É público e notório o nosso entendimento de que não é Campello quem efetivamente manda no Vasco após a traição (clique) que o colocou no poder, então, esse movimento para acalmar a torcida e gerar uma blindagem de algum tempo não será suficiente se o próximo nome a assumir o Vasco não vier respaldado, se não for algo planejado, uma decisão tomada com extrema convicção, que é o que parece faltar não só no time de São Januário, mas na maioria das equipes do Brasil.

E dentro da questão de planejamento, na minha modesta opinião, muito melhor que neste momento, virando o turno do Brasileirão e já eliminado das competições de mata-mata, do que trazer mais um técnico do qual não se tem qualquer convicção da decisão e mesmo que haja o pregado "consenso" dentro do clube, sabemos que duas/três pancadas já acabam com qualquer consenso de torcedores e também de dirigentes, é melhor efetivar de uma vez Valdir Bigode, que conhece o clube, que sabe como conversar com o jogador, que já mostrou bom trabalho nas vezes em que assumiu o clube. Esse caminho que já deu certo em outras equipes e até no próprio Vasco, parece muito mais acertado, do que contratar qualquer nome que já chegará sob aura de desconfiança de todos os envolvidos com o clube. Vejamos o que Campello será orientado a fazer por quem manda nele. 



É apaixonado pelo Vasco (ou por outras equipes do Brasil), tem visão de jogo e gosta de escrever? Represente seu time no Papo de Torcedor, entre em contato enviando mensagem para nossa página.


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Imagens: Divulgação Vasco e Globoesporte. 





Amigos! Hoje o assunto são os confrontos da Libertadores sorteados nesta segunda (4) pela Conmebol e que agitarão o futebol Brasileiro e sul-americano após a Copa, falaremos também sobre os confrontos do Brasileiro na Sulamericana, que tem seis times brasileiros vivos na disputa da fase 16 avos de final. Claro que é difícil projetar o cenário antes das mudanças que devem ocorrer nos clubes com a a abertura da janela europeia (com certeza ao longo do texto vocês lerão isso mais vezes) mas vamos fazer juntos esse exercício e tentar nos aproximar do que possa acontecer na próxima e nas fases seguintes, visto que não há mais sorteio, está tudo chaveado.


Racing/ARG x River Plate

Em situação normal, pelo desempenho, pela qualidade demonstrada pelo time, eu qualificaria apesar da maior tradição do River, o Racing como favorito. Porém como já está definida a saída do grande craque do time mandante da ida, Lautaro Martinez, penso que o favoritismo se reverte e passa ao River que decide em casa, apesar desse fator pra mim não ter importância decisiva, se na ida em casa uma vantagem for estabelecida a pressão na volta é enorme. 


Independiente x Santos

Vejam, na WebRádio onde trabalhei ano passado comentei as duas partidas da decisão entre Flamengo x Independiente, naquela oportunidade pela Sulamericana e pude constatar a qualidade do time comandado por Holan, que conseguiu manter sua base para esta temporada. 

Com todos os problemas que temos visto no Santos, problemas estes de cima pra baixo, um elenco limitadíssimo que interfere no trabalho de Jair Ventura, infelizmente apesar da presença da esperança solitária Rodrygo, considero o time argentino bastante favorito neste confronto. 


Estudiantes x Grêmio 

O time de La Plata não teve uma participação convincente na fase de grupos, chegou a ser derrotado pelo Santos em seus domínios (com um gol irregular, é verdade) e decepcionou em linhas gerais. Porém conseguiu a classificação com uma grande atuação na última partida, é uma equipe que pode crescer no momento decisivo. 

Ainda assim, no cenário de HOJE (vamos ver se o time consegue conservar seu elenco), o Grêmio é o franco favorito, assim como o chaveamento o coloca como favorito também nas quartas, a semifinal é que pode ser pedreira, encarando um argentino. 


Atlético Tucuman/ARG x Atlético Nacional/COL

O Tucuman é um time muito perigoso e não pode ser totalmente descartado, mas neste duelo, a respeitar a tradição e a liderança em seu grupo, o time colombiano é o favorito. Claro que muitas mudanças ocorreram daquele time campeão da competição para este, por isso a expectativa é de um Grêmio em passando pelo Estudiantes ser favorito neste possível confronto de quartas. 



Colo-Colo x Corinthians

Vejam, o Colo-Colo é um time tradicional, passou em segundo na chave do Atlético Nacional, com as calças na mão, tendo o Bolivar na sua cola, mas é um time perigoso, que tem em Valdívia (que incrivelmente tem jogado futebol em sua terra natal) o grande destaque e vai se reencontrar com seu rival dos tempos de Palmeiras. 

Pudemos observar na temporada passada, na Sulamericana e também na Copa do Brasil, a fragilidade do Corinthians atual em competições mata-mata fora do âmbito estadual, mas ainda assim, o Colo-Colo não tem a qualidade do Racing, o time chega para este duelo com favoritismo leve. 

No cenário de quartas é o clássico contra o Palmeiras, aí há dois lados da questão, na Libertadores há duas décadas atrás o Verdão foi o grande carrasco que impediu uma geração fantástica do alvinegro de vencer a competição. Porém se olharmos para os dias atuais, o Palmeiras tem tido enormes dificuldades em mata-mata contra o Corinthians, tem tudo para ser um grande jogo. 

Imaginando que o Corinthians volte a vencer o Palmeiras em um duelo mata-mata, o cenário de semifinal é muito difícil, o time precisará demonstrar muita superação para superar, sobretudo se o adversário for um dos três favoritos ao posto. 


Cerro Porteño x Palmeiras

Apesar do time paraguaio ter talvez a sua melhor geração nos últimos anos e ter conseguido a classificação com folga, apenas um ponto atrás do Grêmio vencendo as duas contra o bom time do Defensor/URU, o Palmeiras no meu entendimento se deu bem com este confronto, é o grande favorito, com o elenco e o investimento que o Verdão fez é impossível imaginar o time hoje comandado por Roger Machado (espero que este consiga trabalhar e siga comandando o time) sendo eliminado nesta fase, para este adversário, mesmo com alguns jogadores rendendo menos do que podem e com a janela abrindo. 

Aí analisamos o cenário de quartas, tecnicamente falando, o time do Palmeiras é evidentemente superior ao do Corinthians, porém isso não tem sido decisivo nas últimas disputas entre as duas equipes. Como disse acima, tem tudo para serem dois duelos fantásticos, para superar o adversário, o Palmeiras terá de controlar o aspecto emocional, seja na tentativa antes mesmo de a bola rolar de jogar a responsabilidade de um eventual resultado de derrota na arbitragem, seja nas bravatas de "líderes" do elenco como Dudu e Felipe Melo e por fim, mas fundamental, na forma como o time vai reagir a um possível momento de adversidade. Se tiver este equilíbrio, o favoritismo é verde. 

Assim como acima, imaginando um cenário de semi, o Palmeiras tem claramente um material humano que o credencia mais a vencer o desafio de semifinal que o seu rival. 


Flamengo x Cruzeiro

O confronto de prognóstico mais difícil dessa fase, o Cruzeiro tem uma expectativa maior de perda de atletas que o Flamengo, os nomes decisivos que o time rubro-negro tem devem permanecer no elenco, já no Cruzeiro De Arrascaeta por exemplo pode sair, em compensação, o time celeste já foi mais experimentado e tem um treinador acostumado a decidir. Enquanto Barbieri (o qual espero que continue no comando após a Copa) terá seu primeiro grande desafio como treinador, é muito complicado. 

Dou 50% pra cada lado, pois se o Mengo tem mais peças que podem decidir, mesmo com a perda de Vinícius Jr, o Cruzeiro tem a tática, a organização e o costume de decidir a seu favor. 


Boca x Libertad/PAR

O Boca também deve ter perdas nesta janela, mas ainda assim apesar da campanha monumental do time paraguaio na fase de grupos, algo que precisa ser devidamente respeitado e valorizado, o favoritismo do time argentino é enorme, mesmo com a possível perda de Pavon, seu grande destaque. 

Boca é Boca, há que se respeitar, mas vejo o time mais frágil nesta que em outras temporadas, ou seja, um adversário mais acessível na fase de quartas, ou mesmo de semifinal. 


Copa Sulamericana

Falando dos confrontos dos Brasileiros, apesar de o Colón ser um clube argentino e o Tricolor já ter amargado eliminação para o Defensa y Justicia outrora, em vencendo o trauma de jogos decisivos e com a organização tática que Aguirre deu ao time, não há como não imaginar o São Paulo favorito neste duelo, mesmo decidindo fora. 

O Nense é muito bem treinador por Abel Braga, ainda assim o Defensor/URU é um time perigosíssimo, os vejo como favoritos. O Fogo tem um treinador promissor, porém um time limitadíssimo, o Nacional/PAR porém não é nenhum bicho papão, tenho esperança de que passem os cariocas. Já para o Vasco, que perdeu o seu grande nome, que era Zé Ricardo, vejo uma situação dificílima, a LDU é a grande favorita. Mesma situação do Atlético/PR, um cenário menos duro que o do Vasco, mas ainda assim, o favoritismo é do Peñarol no duelo. 

Por fim, eu não entendi a demissão de Guto Ferreira no Bahia, ele que voltou há pouco tempo e classificou o time ante o Blooming com goleada, deu duas porradas no Vasco, era nítido que o time se ajustaria. Erro diretivo a parte, quero crer que o Bahia seja ainda favorito ante o Cerro/URU. 



E para vocês, quem são os favoritos? Vamos debater, mantendo sempre o respeito! 



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Pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco recebeu o Botafogo em São Januário e perdeu o clássico para o alvinegro gerando a demissão do técnico Zé Ricardo.

A partida começou com o Botafogo abrindo o placar aos três minutos. O Gigante da Colina correu atrás do empate com Pikachu batendo da entrada da área com muito perigo. Minutos depois, Pikachu voltou a ameaçar a defesa do Botafogo em uma boa jogada individual, mas Jefferson ficou com a bola. Mesmo com o Vasco tentando o empate, quem fez o gol foi o Botafogo aos 35 minutos, ampliando o placar para 2 a 0.

No segundo tempo, o Vasco voltou com Ramon no lugar de Fabrício. Voltando melhor, chegou na área alvinegra nos primeiros minutos. Primeiro com Ramon e depois com Giovanni Augusto batendo de rasteiro para a defesa de Jefferson. Aos cinco minutos, Pikachu obrigou o Jefferson a desviar para escanteio.  Depois de muito pressionar, o Vasco diminuiu aos oito minutos com Andrey recebendo na intermediária e chutando fora da área, o goleiro Jéfferson até tentou a defesa, mas a bola foi para o fundo da rede. Aos 13, o Vasco continuou pressionando, com Ramon levando para a linha de fundo e cruzando rasteiro, preocupando a defesa do Botafogo e aos 23 minutos quase empatou quando Pikachu subiu em velocidade levando para a linha de fundo e cruzando para o argentino Rios, que finalizou por cima do gol. Apesar da pressão, o Vasco não conseguiu o empate e perdeu mais uma partida dentro de casa.

Após a derrota no clássico contra o Botafogo, o técnico Zé Ricardo pediu demissão e não é mais técnico do Vasco. Em quase dez meses pelo Gigante da Colina foram 50 jogos, com 22 vitórias, 13 empates e 15 derrotas, com o aproveitamento de 52,7%.

Nesse tempo, Zé Ricardo colocou o Vasco na Libertadores após seis anos, mas o time não melhorou e foi perdendo qualidade nessa temporada e apesar de ser quase unânime entre os torcedores, a saída dele era eminente e não tinha mais o que fazer com o elenco limitado do Vasco, onde com a diretoria fraca, não pode dar um time competitivo para a competição sulamericana, onde foi eliminado na primeira fase.

Agora é preciso pensar no próximo nome para assumir o Gigante da Colina. Mais uma vez Luxemburgo é especulado, mas espero que o próximo técnico tenha identidade com o Vasco e saiba lidar com um elenco limitado e sendo anunciado em breve terá um mês para colocar a sua filosofia, enquanto isso, Valdir fica nos três jogos até a copa e se tiver uma mudança relevante, pode até ser efetivado e, além disso, tem identidade com o Vasco onde é ídolo. Um nome que me interessa é do Ricardo Gomes, onde foi campeão no Vasco pela Copa do Brasil em 2011.

Enquanto não temos um nome a vista, teremos o Cruzeiro na próxima rodada e que nos resta é torcer que o Vasco mude sua postura agora, vá ao mercado e contrate bons jogadores para o seguimento do brasileiro e da Copa Sul-Americana onde conhecerá o seu adversário nesta segunda-feira (4/6).



*José Nunes (@JoNunesOficial) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol, tênis e um bom papo de botequim.


Nesta sexta (4), uma crise que já se apresentava dentro de campo no Vasco teve seu estopim após a invasão de torcedores a São Januário, que trouxe desdobramentos no clube, com a demissão dos vice-presidentes ligados a chapa que elegeu Alexandre Campello como mandatário do clube, mas afinal, qual efeito prático pode ter esse tipo de protesto no campo?


A decisão da invasão veio após a confirmação na Libertadores com a goleada ao lado retratada, um 4 x 0 frente ao Cruzeiro onde o time demonstrou sim muita luta, mas uma grande incapacidade defensiva. 

Mas como sempre colocado aqui pelo nosso cronista do Papo de Torcedor Luciano Amaral, não se poderia numa avaliação justa e de cabeça fria não havia como imaginar o clube fazendo uma grande campanha na competição, ainda mais após todas as transações feitas na transição e por esta gestão atual do clube, que desfalcaram o elenco cruzmaltino.


Este é o grande ponto da discussão, o Vasco vinha num processo político de mudança, no processo que envolveu os sócios do clube Julio Brant foi eleito com uma plataforma política de transformação e ruptura com o modelo de décadas de Eurico Miranda, que sugou as finanças e inclusive o tão pregado respeito do clube. Porém Campello que era da chapa de Brant, foi cooptado por Eurico e numa eleição indireta o poder passou para ele.

Mas por que contar essa história que todo mundo já sabe? Para ilustrar, sob a luz de Eurico, Alexandre vem impondo um estilo de gestão como o do mandatário anterior, de forma autoritária e isolada vem tomando decisões que o afastaram do grupo que o apoiou, o Identidade Vasco. Após a invasão, houve uma discussão entre o presidente e o vice de futebol e um dos grandes apoiadores Fred Lopes deixou o cargo e expôs o racha interno que culminou com a saída divulgada hoje dos 12 vice-presidentes ligados ao grupo, que isolam o atual presidente.


Sem nenhum puritanismo, um mandato que começou com uma traição e um golpe como este e que começa a mostrar um velho conhecido autoritarismo não poderia ter outro caminho que o isolamento, questionado pela repórter Aline Nastari do Esporte Interativo, sobre suas ações, o mandatário disse que: "Mudanças estão acontecendo e isso incomoda". Que mudanças? O balanço foi feito sem a anuência do VP Financeiro, negociações conduzidas sem o conhecimento do depto de futebol e que não tem causado diferenças práticas e visíveis nas finanças do clube, além da forte presença de Carlos Leite lá dentro, o que o Vasco tem ganho com isso? Quais os jogadores diferenciados que ele tem trazido para o clube? Está claro que nessa relação o Vasco tem perdido muito mais do que ganhado e isso não representa uma evolução no clube.



E nisso chegamos a invasão de campo. Não cabe aqui comentar se houve ou não facilitação, se foi manobra política ou não, o sentido da crônica não é este.

O que precisa ser dito é que independente da qualidade deste elenco, ele é feito de jogadores esforçados, tem um comandante que tira o máximo que este grupo pode dar, o problema definitivamente não é de falta de vontade, ou que o time seja sem vergonha. Sobra vergonha na cara de Zé Ricardo e seus comandados, o que falta é qualidade e isso não se muda com protesto, com pressão.

Não dando valia ao que foi feito, pessoalmente sou totalmente contra qualquer tipo de invasão. Mas se era algo pra se protestar, pra se mostrar a indignação em relação a situação do clube não se deveria nem ter ido até o gramado, deveria se ter tomado diretamente o caminho da sala da presidência do clube. Afinal, nenhum destes jogadores que aí está colocou uma arma na cabeça de ninguém no clube pra ser contratado, nem faz corpo mole, vários deles inclusive são do empresário amigo de Miranda e Campello. Quem tem de ser cobrada é esta direção (ilegítima) do clube.

Á propósito, neste sábado (5), o Vasco venceu em São Januário o América/MG por 4 x 1, vitória importante, em confronto que no futuro pode fazer diferença, importante pra aliviar a pressão sobre o Zé, mas que não tem nenhuma relação com o incidente, afinal não era problema motivacional e não muda o problema administrativo do clube. Enquanto o clube for gerido dessa forma, a tendência é o ambiente seguir tenso e as cobranças devem ser direcionadas aos verdadeiros responsáveis pelo atual momento do time.



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Imagens: Globoesporte, Reprodução Web. 






Em um jogo onde os goleiros se destacaram mais e com muita emoção, mais uma vez, com gol no fim, venceu a equipe de Zé Ricardo ante o Galo na estreia do Brasileiro. Emoção é algo que não tem faltado em jogos do Vasco em 2018, o time cruz-maltino parece ainda viver do que proporcionou no Campeonato Carioca, com gol no último minuto, seguem o lema do treinador e não desistem:

" - Mais uma vez(gol nos instantes finais). Nosso lema o ano todo é não desistir. Ficamos felizes. Somos fiéis ao trabalho do professor. Acreditamos no sistema e na maneira de jogar" - comemorou Wagner.



Zé Ricardo, o técnico vascaíno: "Acreditar até o fim"!

 " - A gente tem um lema, acreditar até o último segundo de jogo. Fomos para o intervalo e falamos para acreditar. A gente ia sair daqui com a cabeça erguida. Merecemos a vitória" - declarou Henrique.


O Vasco da Gama até começou bem, tocando bem, evitando que o adversário chegasse à sua área, logo aos 8 minutos, a primeira e boa finalização, Leandro Desábato recupera a bola próximo a área do Atlético e dá para Wellington, que remata com força para uma boa defesa do goleiro Victor. 
A pressão aumenta e após um avanço de Henrique pela esquerda, este rola para trás, Evander chuta prensado e no rebote, Yago Pikachu manda na trave.

Em um lance de infelicidade do bandeirinha, aos 12 minutos, em um lateral invertido concedido à equipe mineira, Rómulo Otero arrisca de longe, a primeira finalização do Atlético Mineiro, e Martín Silva, mal colocado, até pula, mas não evita o gol atleticano. Galo na frente.
         
                           

Ricardo Oliveira, atacante do Atlético Mineiro, pouco acionado no jogo
    
Aos 24 minutos, Rómulo Otero perturba mais uma vez a defesa vascaína em um chute de fora da área, desviado por Werley, dá um susto no adversário, mas Martín Silva segurou bem, sem dar rebotes. O jogo segue morno, sem emoções, até que aos 32 minutos, em um bom cruzamento vindo de Evander, Duvier Riascos sobe mais que a zaga adversária e cabeceia para uma boa defesa de Victor. Aos poucos, a insatisfação do torcedor vai aparecendo, sob muitas vaias, Rafael Galhardo e Wellington são os principais alvos. 

Aos 40 minutos, Ricardo Oliveira é acionado pela direita e de primeira, aciona Gustavo Blanco, de surpresa e também de primeira, acerta a trave de Martín Silva. Aos 46 minutos, Juan Cazáres recupera a bola e em uma forte finalização de fora da área, obriga Martín Silva a fazer uma boa defesa, no rebote, Rómulo Otero chuta para fora, terminando assim, para alívio do torcedor vascaíno, o primeiro tempo.



Rómulo Otero, o destaque do Atlético Mineiro, belo gol na primeira etapa

Vem o segundo tempo, Zé Ricardo não mexe e no primeiro minuto, Victor, após um belo chute de fora da área de Henrique, já opera mais um milagre. O Atlético vai fechando a frente da área, seus laterais, que bem postados, quase não dá espaços e aos 10 minutos, Zé Ricardo resolve mexer, buscando alguém que melhorasse a velocidade pelas pontas, sai Rafael Galhardo e entra Rildo. Aos 13 minutos, surte um pequeno efeito, Wagner corta para a esquerda e aciona Rildo, a finalização é feita, mas é assinalada falta de Rildo, pelo árbitro.

O Vasco da Gama segue batendo cabeça, aos 16 minutos, em tabela combinada entre Luan e Gustavo Blanco o argentino entra livre, mas peca na finalização e Martín Silva defende o chute fraco. O Vasco vai se soltando e em uma bela cobrança de falta, Evander bate bem e quase empata o jogo. 


Zé resolve mexer de uma vez, sacando Wellington e colocando Thiago Galhardo e Duvier Riascos para a entrada de Andrés Ríos. O Vasco resolve de vez se lançar no ataque e furar a defesa atleticana, aos 23 minutos, Andrés Ríos recebe dentro da área, domina no peito e finaliza, porém, esbarra em Victor. O Atlético assiste o Vasco jogar, aos 31 minutos, Wagner recebe bom cruzamento e de primeira, obriga Victor a trabalhar mais uma vez. 

O Galo assusta uma vez e em uma jogada individual, aos 37 minutos, Juan Cazáres ganha de Thiago Galhardo e para em uma boa defesa de Martín Silva, com os pés, colocando para fora, sendo assim, o primeiro escanteio do time atleticano em toda a partida. Após isso, sai de campo o pesadelo vascaíno na noite. Rómulo Otero dá lugar a Erik. Com o jogo próximo do fim, o Vasco insiste em bolas alçadas até a área atleticana e aos 40 minutos, em uma sobra dentro da área, Wagner, sem chances para Victor, empata o jogo.



Wagner e a comemoração no gol de empate do Vasco

Ao término da partida, o árbitro indica mais 4 minutos, mas em uma dividida entre Thiago Galhardo e  Fábio Santos, o jogo fica paralisado, o jogador vascaíno fica desacordado, ambos são atendidos e o jogo é reiniciado, com mais 4 minutos. Aos 52 minutos, o Atlético se lança ao ataque e em um erro de Roger Guedes, Yago Pikachu retoma a bola, já ligando a Rildo, na esquerda, este avança e é derrubado na área. Pênalti! Reclamação do lado mineiro, vibração do lado carioca, bola na cal e... Yago Pikachu, o artilheiro da equipe na temporada, desloca Victor e faz a torcida entoar: " - O Vasco é o time da virada"...


Yago Pikachu e Evander, juntos, comemoram a virada do Vasco

Mais uma vez, no apagar das luzes, o Vasco recompensa o torcedor, ainda houve um tempinho para uma finalização pra fora de Ricardo Oliveira. Fim de jogo e o Vasco mais uma vez no final, vence a sua partida 2x1. Zé Ricardo mexeu muito bem, corajoso, abdicou de Wellington e deixou Evander (amarelado), como segundo volante, Rildo, mais uma vez, entrou muito bem, Andrés Ríos e Thiago Galhardo foram obedientes ao que o professor lhes pediu. Uma estréia, sofrida, como tem sido e terminada com o pé direito (de Yago Pikachu, nosso artilheiro na temporada).E voltando ao que escrevi no início: Emoção é algo que não tem faltado em jogos do Vasco em 2018! Como nós vascaínos cantamos: " - Sempre ao teu lado e até o fim"...Saudações Vascaínas!



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Vasco da Gama com a vantagem, Botafogo tendo que vir pra cima, afim de conseguir não só o resultado, mas também revertê-lo e ficar com o troféu de campeão Carioca, após o 1 x 0 no tempo normal e a vitória nos pênaltis com o protagonismo do goleiro adversário.

E assim foi, pressionando aos poucos e sendo pressionado aos montes, o torcedor vascaíno viu o time jogar com o regulamento debaixo do braço, coisa esta que eu, particularmente, nunca aceito. Uma chance desperdiçada com Duvier Riascos no primeiro tempo, uma falta cobrada por Yago Pikachu, sem direção, um chute pra fora de Leandro Desábato e só. Aos 35 minutos do primeiro tempo, o primeiro baque, Fabrício, após uma falta grosseira, foi, corretamente, pro chuveiro mais cedo. Zé Ricardo apenas voltou Henrique (que começara adiantado na ponta esquerda) para a sua posição de origem e assim terminou o primeiro tempo.
 

O segundo tempo, com um jogador a mais, o Botafogo precisando do resultado, resolve se lançar pra frente e Zé Ricardo, não mexe, assiste o Botafogo insistir nos cruzamentos, grande parte sem sucesso, outros esbarrando em Martín Silva, onde no mínimo pegou um pombo sem asa de Matheus Fernandes, após um bate e rebate. Em uma bola alçada à área, Kieza leva a melhor sobre Martín Silva e Paulão, em cima da linha evita o pior e por fim, o mesmo Martín Silva ainda evita um gol de Brenner.Zé Ricardo resolve então, fazer a sua primeira alteração, tira Evander, apagado no jogo e lança o argentino Andrés Ríos.

Em mais uma bola alçada, reclamações aos montes, com razão, Joel Carli é agarrado e impedido por Rafael Galhardo de ir à mesma trajetória da bola, pênalti ignorado. É aí que Zé Ricardo resolve mexer (e errado), tira o lateral
Rafael Galhardo e coloca Werley, o mesmo que deveria ser um 3º zagueiro, até se aventura na lateral direita.

O Vasco recua e assiste o Botafogo jogar, um verdadeiro ataque contra defesa.
A pressão aumenta, o torcedor vascaíno vê o time acuado, sem pernas, só se defendendo e não vê a hora do jogo acabar. Faltando pouco pra acabar a partida, Zé Ricardo faz a sua última alteração (erradamente, mais uma vez), coloca mais um zagueiro, Ricardo Graça e tira Duvier Riascos. É aí que a pressão aumenta, o time de Zé Ricardo com 4 zagueiros e 2 laterais, mais o volante Leandro Desábato, não ataca mais, assiste o Botafogo jogar.

E, quando tudo se encaminhava para o título vascaíno e o 0 x 0 no placar, após mais uma bola alçada à área e mais um bate e rebate, a bola sobra livre para Joel Carli e este faz o gol, no apagar das luzes, a decisão fica aberta e tende a ser disputada nas penalidades.

E assim foi! De um lado, Gatito Fernández, um exímio defensor de pênaltis, o ano de 2017 foi muito bom, de 14 cobranças, pegou 8, de outro lado, Martín Silva, que classificara, o Vasco da Gama para a Copa Libertadores, pegando 3 pênaltis de 5 cobrados. Martín Silva pega o pênalti de Rodrigo Pimpão, mas Gatito Fernández pega os de Werley e Henrique e o Botafogo é campeão carioca de 2018!
Como torcedor vascaíno e no papel de analisar, vejo que que as entradas de Werley e Ricardo Graça, no jogo, foram desnecessárias, Paulão, mesmo amarelado, foi bem, Frickson Erazo também, apesar de Martín Silva evitar uns 3 ou quatro gols certos do Botafogo, mas é do jogo. Com a expulsão de Fabrício, o Vasco jogou uma hora com um jogador a menos. Zé Ricardo colocou Andrés Ríos, mas ao mesmo tempo, abdicou de Duvier Riascos, não tínhamos um jogador de velocidade para puxar os contra-ataques. Não seria melhor lançar Paulo Vítor, Caio Monteiro, Thiago Galhardo, enfim, explorar os contra-ataques? Terminar o jogo com 4 zagueiros, 2 laterais, 1 volante e tomar o gol, por falha de marcação, é digamos, surreal. Nessa, Zé Ricardo mandou mal demais.


Saudações Vascaínas!



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O jogo foi feio que abria a fase de grupos da Libertadores, em casa onde era obrigação o resultado positivo terminou em derrota por 1 x 0, um empate era o placar mais justo, mas o Vasco da Gama...Perdeu! Perdeu para si mesmo, com um gol de jogada de lateral, onde em um racha, numa pelada, é inadmissível tomar um gol assim, profissionalmente então...

Um time sem alma, um time onde o seu jogador mais experiente na Taça Libertadores, é...O seu goleiro! O mesmo que com 3 defesas de pênaltis, na mesma partida, garantiu o Vasco da Gama na fase de grupos, falhou conjuntamente com seus zagueiros, marcadores, logo, entende-se que (a meu ver) não pode se cobrar, ou pode
? Um time onde o seu artilheiro, na temporada, é...O seu lateral direito! Deixando claro que não é uma condenação, é sim, um trabalho a ser observado e destacado. Tenho para mim que, um outro treinador, não teria tal êxito. Parabéns Zé Ricardo!



- "Ah, mas o Vasco da Gama jogou em São Januário"!

Verdade, esse é o primeiro, talvez único, ponto a se cobrar e SÓ! A meu ver, cobrar resultados positivos desse elenco, na Taça Libertadores, é dar murro em ponta de faca! É de longe o pior elenco do grupo, talvez até da competição, por mais que Zé Ricardo tire leite de pedra, ele não faz milagres, ele não tem um joystick em suas mãos e conduz o time à vitória, como em um jogo de videogame. Mas que fique claro, que em casa, faça valer o ingresso caro que o torcedor pagou, ao menos isso, vide o rival ano passado, não passou, mas no Rio de Janeiro, ninguém arrancou um ponto sequer. 


Não há como cobrar. Vaiar Martín Silva, vaiar Zé Ricardo, é complicado, Martín Silva já cansou de nos salvar, como disse acima, foi ele quem nos colocou na fase de grupos. Zé Ricardo, o mesmo, recusou proposta milionária, para quem sabe, ser lembrado pelo que fez em 2017 e queiramos nós, (ou apenas eu) faça em 2018, 2019...Xingar Evander, que é inexperiente, a mesma coisa, complicado, não tem como. O torcedor vascaíno, tem que se "contentar", porque o mais longe, já foi alcançado. Não tenho bola de cristal, não sei prever o futuro, mas tá na cara, o Vasco da Gama NÃO PASSA da fase de grupos (e se passar, aceito as críticas, desde já).



- "Ué, mas o Vasco não é o time da virada"!

Um canto que ecoa estádios do Brasil afora, realmente já nos ajudou muito, mas, no momento, não tem o que se cobrar desse time. Talvez, para a nossa sorte, esse campeonato não tem rebaixamento, sendo assim, uma eliminação, não seria o fim do mundo. Não há como cobrar. Como torcedor, também quero as vitórias, também quero um avanço na fase de grupos e quem sabe até o título, mas como analista e observador, é até bom que seja eliminado. Assim como o elenco é fraco, o mesmo não aguenta mesclar 2/3 competições ao mesmo tempo, logo, sendo eliminado, que no Campeonato Brasileiro, o dispute e não nos dê sustos.

De um torcedor vascaíno para outros torcedores vascaínos:

- Vamos acatar e reconhecer que não dá para se cobrar o nosso time, vamos estar com eles, mesmo sabendo que não será as mil maravilhas, não só na Taça Libertadores, mas na temporada toda. Por mais que muitos rivais taquem como vergonhoso, que tenhamos para nós mesmo, um conforto, óbvio que otimismo, todo torcedor tem, mas que dessa vez, tenhamos conformismo.

Agora aos jogadores do Vasco da Gama:

- Nós estamos com vocês (ou seria apenas eu, vá saber
?), mas o conformismo, que seja só nosso (ou só meu?), que em São Januário, os jogos sejam só nossos domínios, só nossas vitórias, não só na Taça Libertadores, mas na temporada toda. Que façamos como o rival ano passado, aceitamos (ou aceito?) as derrotas, mas, no Rio de Janeiro, NÃO! Perdemos essa, não tem como voltar, mas, repito (e insisto), no Rio de Janeiro, NÃO!




Saudações Vascaínas!


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Aos interessados, comparecer ao seguinte endere
ço: Rua: General Almério de Moura, 131 - Vasco da Gama, Rio de Janeiro - RJ, 20921-060.
Deixando o currículo com Zé Ricardo. 

Olhando assim, parece mesmo uma vaga de emprego, mas se trata do que vem deixando muitos adeptos vascaínos com a pulga atrás da orelha, porquê, o time com o maior histórico de artilheiros do Campeonato Brasileiro (sem a unificação dos títulos e respeitando, tanto os clubes, quanto, os jogadores que as conquistaram), tem passado tantos problemas, com relação a isso?

Os artilheiros são eles:


  • Roberto Dinamite - Artilheiro em 2 edições (1974 e 1984). Ambas, com 16 gols marcados.
  • Paulinho - Artilheiro em 1 edição (1978). Com 19 gols marcados.
  • Bebeto - Artilheiro em 1 edição (1992). Com 18 gols marcados.
  • Edmundo - Artilheiro em 1 edição (1997). Com 29 gols marcados.
  • Romário - Artilheiro em 3 edições (2000*, 2001 e 2005) Com 20 gols marcados em 2000, 21 em 2001 e 22 em 2005

* Dividido com Dill (Goiás) e Mágno Alves (Fluminense) e houve uma promoção da série B para a série A dentro do mesmo campeonato. O São Caetano beneficiou-se desta promoção. Seu jogador Adhemar marcou 22 gols, sendo 15 em jogos pela série B e 7 pela série A.
Mas não só isso, em 1984, o Vasco da Gama, teve também o 2º artilheiro da competição, Arturzinho, com 14 gols.
                                     

Detalhe maior, os três maiores artilheiros da competição (no somatório), tem o Vasco da Gama, como o clube em que mais vestiram a camisa, são: 1º. Roberto Dinamite, com 190 gols e 19 participações no Campeonato Brasileiro, pelo Vasco da Gama, 2º Romário, com 155 gols e 7 participações no Campeonato Brasileiro, pelo Vasco da Gama e por fim, Edmundo com 153 gols, e 6 participações no Campeonato Brasileiro, pelo Vasco da Gama.


Isso tudo sem contar, Sorato, Jardel, Leandro Amaral, Alecsandro, entre outros, que além do Vasco da Gama, dividem as alegrias com outros adeptos e também,
não esquecendo de Vavá, Ademir, etc.


Mas, de fato, bate a preocupação. A camisa pesou, não há opções no mercado? Nosso artilheiro, na temporada, é Yago Pikachu, ou seja...Nosso lateral direito.

A nossa esperança era Luís Fabiano, este, rescindiu, Andrés Ríos, embora seja muito bom taticamente, não tem faro de artilheiro, Duvier Riascos, em sua volta, até agora não balançou as redes, poderia ser a chance de Thalles, mas este foi emprestado, Hugo Borges, artilheiro das categorias de base, até então não foi observado junto aos profissionais. Os gols até saem, mas por vários pés e cabeças diferentes. 


Queremos um artilheiro e pra hoje! 
Alguém se candidata? Nós adeptos, agradecemos a preferência. 

Saudações Vascaínas!   



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