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Pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco foi até o Nilton Santos e perdeu mais uma contra o Botafogo


Diego Souza, que jogou no Vasco em 2011 e 2012, foi o autor do gol alvinegro. (Foto: Nayra Halm - Fotoarena)

Jogando no contra ataque, a partida começou com o Gigante da Colina com a primeira chance aos 2’, onde Marrony arrancou pela esquerda, limpou o zagueiro e cruzou. Tiago Reis não conseguiu chutar e Rossi se esticou todo para tentar a finalização, mas com o braço. Aos 7’, Marrony recebeu lançamento, driblou dois marcadores, mas sem sucesso na finalização. Aos 22’, Pikachu puxou contra-ataque e deu em Rossi. O atacante puxou pra dentro e bateu, a bola desviou na zaga e sobrou para Pikachu, que tentou dominar e foi travado antes de bater em gol. Aos 23’, Danilo Barcelos cobrou escanteio na cabeça de Marrony, mas Gatito fez boa defesa. Aos 32’, Tiago Reis toca pra Rossi. Que devolve para o jovem atacante, que bateu de primeira, foi para a trave. Aos 42, Marcos Júnior lançou Tiago Reis pela direita, ele dominou e cruzou para Marrony.



No segundo tempo, o Gigante da Colina seguiu buscando o primeiro gol e logo aos 3 minutos teve a primeira chance na segunda etapa, onde Danilo cruzou da esquerda, a zaga afastou para o alto e Lucas Mineiro cabeceou, para a defesa do goleiro alvinegro. Aos 5, Rossi foi ao fundo e cruzou da direita, a bola ganhou velocidade e quase enganou o goleiro, que mandou pra escanteio. Aos 12’, a lei do lei do ex reaparece, com Diego Souza aproveitando o cruzamento, matou a bola no peito e mandou para a rede, abrindo o placar para o Botafogo. Com o gol tomado, o Vasco tentou buscar o empate e Aos 27’, com Yan Sasse, aos 36’ com Danilo e aos 37’ com Andrey, mas sem sucesso e não evitando mais uma rodada no Campeonato Brasileiro.



O Vasco segue sem vencer na competição e não foi mal, onde teve a sua melhor partida no comando do Vanderlei Luxemburgo, que veio com duas novidades com Felipe Bastos no lugar do Raul, suspenso, que até fez uma boa partida, mas acabou sendo um dos responsáveis no gol do Botafogo e Tiago Reis no lugar do Yan Sasse, porém sem receber as bolas no ataque, foi pouco efetivo no ataque vascaíno, tendo apenas duas oportunidades, onde uma delas bateu na trave. Na defesa, o técnico optou em colocar em três volantes, onde funcionou anulando as jogadas, mas pecou na criação, porém com Marrony e Rossi, fizeram pouco.



Apesar das ultimas partidas, o Vasco não sai da lanterna com três pontos em sete rodadas. Não importando como joga, assim foi com o Avaí e com Fortaleza, faz o gol e toma no final da partida. Fica difícil acreditar que a equipe saia da zona de rebaixamento antes da parada da Copa América. Com o elenco limitado e com a possível saída do Rossi, um dos principais jogadores desse elenco, não há expectativas com novos reforços e resta apenas acreditar na base. Dentro e fora do campo, precisamos reencontrar a vitória, senão vai ser mais um ano de sofrimentos e no final de quem será a culpa, né Campello?


O próximo compromisso do Gigante da Colina na competição será diante do Internacional, na próxima sexta-feira (7/6), às 20h30, em São Januário e a vitória é mais que obrigação.





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Pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco recebeu o Avaí em São Januário e empatou na estreia do técnico Vanderlei Luxemburgo.


Ricardo Graça fez o gol vascaíno, Foto: Rafael Ribeiro/Vasco.com.br

A partida começou com o Vasco tendo a sua primeira chance logo no primeiro minuto, quando Pikachu cobrou lateral na área, com a zaga afastando para Lucas Mineiro que tabelou com Marrony e ao finalizar, foi bloqueado na entrada da área. Aos 17 minutos, Bruno César cobrou escanteio e Marrony cabeceou sobre o gol de Vladimir. Aos 22, Bruno César, novamente, tocou para Marrony na entrada da área, mas a defesa do Avaí afastou. E aos 42, Pikachu cobrou falta na entrada da área e Marrony tentou a finalização sem sucesso para o Gigante da Colina.

No segundo tempo, o Vasco continuou buscando abrir o placar e a primeira chance veio aos 16 minutos, quando Pikachu cruzou para Máxi desviar de cabeça e mandar pela linha de fundo. O Avaí tentou surpreender com Gegê, mas goleiro Sidão faz boa defesa evitando o primeiro gol do clube catarinense. Aos 32 minutos, Rossi fez bela jogada na entrada da área e lançou para Jairinho finalizar com perigo à esquerda do gol adversário. Aos 37, o Gigante da Colina conseguiu abrir o placar com Ricardo Graça de cabeça, após cruzamento de Rossi. O Vasco teve a chance de ampliar aos 43, mas Felipe Bastos perdeu sozinho de baixo da trave e acabou vendo o Avaí empatando aos 49 minutos e finalizando a partida no placar de 1 a 1.

O Vasco teve um inicio ruim na partida, onde não conseguiu criar e errou muitos passes, sofrendo pressão e correndo perigo, com isso, a torcida se mostrou impaciente e chegou a gritar em forma de protesto: “Não é mole não, obrigação é gritar no caldeirão”. Bruno Cesar ainda não mostrou para que veio e Maxi fez mais uma partida apática. No segundo tempo, houve uma pequena melhora com as entradas de Valdivia e Jairinho, mesmo assim não foi o suficiente, pois a atuação no geral foi péssima e se o adversário fosse uma equipe mais qualificada, seria mais um vexame dentro de casa.

Já Luxemburgo terá trabalho, pois viu um time sem criatividade, sem mobilidade e que deixou muitos espaços para alegria dos adversários e precisar mudar essa situação o mais rápido possível, pois o Vasco continua na lanterna com dois dos quinze pontos em disputa conquistados e terá uma semana de treinos para tentar reverter isso no próximo domingo (26), contra o Fortaleza no Castelão.




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Luxemburgo é o novo técnico do Vasco. Foto (Twitter/Vanderlei Luxemburgo)

Após a demissão do Alberto Valentim e a tentativa com Marcos Valadares, o Vasco consegue realizar um sonho da atual gestão e anuncia o novo técnico, Vanderlei Luxemburgo

Foram mais ou menos 500 dias para Vanderlei Luxemburgo iniciar um novo projeto e esse novo ciclo é o nosso querido vascão, como confirmou o novo treinador, de 67 anos, na tarde desta quarta-feira (8), em sua conta oficial nas redes sociais. Luxemburgo é uma incógnita, mas assim como o Vasco, ambos precisam voltar a trilhar os caminhos das glórias que não acontecem há anos.

Luxemburgo hoje pode não ser o nome ideal de vinte anos atrás, mas se enquadra no perfil um Vasco precisa. Um técnico vitorioso, com passagens pela seleção brasileira e pelo Real Madrid, um dos sonhos do presidente Alexandre Campello.

Claro que para muitos, é um técnico ultrapassado, teve uma rejeição da torcida anos atrás, não conquista um título desde 2004, quando foi campeão brasileiro pelo Santos e a ultima campanha de expressão foi um terceiro lugar em 2012 com o Grêmio, mesmo assim, a chegada do “pofexô”, trás a experiência, dar mais moral ao clube, pelo nome que Luxemburgo representa e pode resolver o problema na formação do elenco, principalmente na forma que essa atual diretoria trata com o futebol do clube.

Ainda está muito de cedo do que podemos falar sobre a chegada de Vanderlei Luxemburgo no Vasco. Mesmo sem bons resultados nos últimos anos, o técnico tem em seu currículo cinco títulos brasileiros, uma Copa do Brasil e uma Copa América pela Seleção Brasileira.

Vasco e Luxemburgo são dois gigantes, onde suas grandezas nunca foram tão questionadas nos tempos de hoje. Essa parceria pode dar errado, como muitos comentaristas já projetam, mas como pode dar certo como todo vascaíno espera. Ambos precisam ressurgir e espero que ele faça uma boa campanha pelo Gigante da Colina e torço que no fim de 2019, o clube possa primeiro está livre do rebaixamento e quem sabe, classificado pelo menos na pré-libertadores, para que em 2020, assim como com Antonio Lopes e outros técnicos, tragam de volta as glorias para o nosso querido e amado Vasco.

Boa sorte Vanderlei Luxemburgo!






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Olá pessoal, continuamos a cobertura da Copa 2018, aqui no blog Jovens Cronistas. No inicio da tarde deste domingo (24), tivemos a abertura da 2ª rodada do Grupo H, onde Japão e Senegal se enfrentaram na Arena Ecaterinburgo em uma partida movimentada, já que as duas equipes precisavam vencer para garantir a classificação antecipada. Os senegaleses ficaram na frente em duas oportunidades, mas o japoneses correram atrás do empate e a partida terminou pelo placar de 2 a 2.

Os senegaleses começaram o jogo com mais vontade e aos 11 minutos, o goleiro japonês Eiji Kawashima  espalmou a bola pra frente, em cima do atacante do Liverpool, Sadio Mané, marcando seu primeiro gol na Copa do Mundo. Após o gol sofrido, O Japão acordou no jogo e aos 33, Nagatomo recebeu a bola dentro da área, driblo um zagueiro e deixou a bola para Inui, que ajeita o corpo e bate com precisão no canto esquerdo do goleiro N'Diaye e deixando o placar em  1 a 1 em Ecaterinburgo!

No segundo tempo, o Japão até buscou a virada no inicio da etapa, quando aos 19 minutos, Osako deixou de calcanhar para Inui, que driblou o zagueiro, cortando para o meio e do começo da área, dá um belíssimo chute na esquerda de N'Diaye. Aos 26, Senegal ampliou o placar, quando Sabaly fez bela jogada na lateral esquerda, indo até a linha de fundo cruzando para Niang que tentou dominar a bola, mas deixando escapar para que Wagué chegasse do outro lado da área para bater pro gol e fazer 2 a 1 para a seleção africana em Ecaterinburgo. 

O placar estava indo a favor de Senegal, mas 32 minutos, o experiente Honda, jogador do Pachuca, que tinha entrado seis minutos antes na partida no lugar de Kagawa, aproveitou a falha da zaga senegalesa dentro da área durante um cruzamento e empatou novamente para o Japão, deixando a partida mais uma vez tudo igual e colocando as duas equipes na liderança do Grupo H com 4 pontos, deixando o grupo embolado. 

As duas seleções agora esperam o jogo entre Polônia e Colômbia, que ainda não pontuaram, pelo último confronto de domingo. A partida é decisiva e quem perder estará eliminado da competição.

Na última rodada, o Senegal encara a Colômbia, em Samara, enquanto Japão e Polônia se enfrentam em Volgogrado. Os dois jogos serão disputados, quinta-feira, dia 28 de junho, às 11h pelo horário de Brasília.




Imagem: Getty 





Pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco recebeu o Botafogo em São Januário e perdeu o clássico para o alvinegro gerando a demissão do técnico Zé Ricardo.

A partida começou com o Botafogo abrindo o placar aos três minutos. O Gigante da Colina correu atrás do empate com Pikachu batendo da entrada da área com muito perigo. Minutos depois, Pikachu voltou a ameaçar a defesa do Botafogo em uma boa jogada individual, mas Jefferson ficou com a bola. Mesmo com o Vasco tentando o empate, quem fez o gol foi o Botafogo aos 35 minutos, ampliando o placar para 2 a 0.

No segundo tempo, o Vasco voltou com Ramon no lugar de Fabrício. Voltando melhor, chegou na área alvinegra nos primeiros minutos. Primeiro com Ramon e depois com Giovanni Augusto batendo de rasteiro para a defesa de Jefferson. Aos cinco minutos, Pikachu obrigou o Jefferson a desviar para escanteio.  Depois de muito pressionar, o Vasco diminuiu aos oito minutos com Andrey recebendo na intermediária e chutando fora da área, o goleiro Jéfferson até tentou a defesa, mas a bola foi para o fundo da rede. Aos 13, o Vasco continuou pressionando, com Ramon levando para a linha de fundo e cruzando rasteiro, preocupando a defesa do Botafogo e aos 23 minutos quase empatou quando Pikachu subiu em velocidade levando para a linha de fundo e cruzando para o argentino Rios, que finalizou por cima do gol. Apesar da pressão, o Vasco não conseguiu o empate e perdeu mais uma partida dentro de casa.

Após a derrota no clássico contra o Botafogo, o técnico Zé Ricardo pediu demissão e não é mais técnico do Vasco. Em quase dez meses pelo Gigante da Colina foram 50 jogos, com 22 vitórias, 13 empates e 15 derrotas, com o aproveitamento de 52,7%.

Nesse tempo, Zé Ricardo colocou o Vasco na Libertadores após seis anos, mas o time não melhorou e foi perdendo qualidade nessa temporada e apesar de ser quase unânime entre os torcedores, a saída dele era eminente e não tinha mais o que fazer com o elenco limitado do Vasco, onde com a diretoria fraca, não pode dar um time competitivo para a competição sulamericana, onde foi eliminado na primeira fase.

Agora é preciso pensar no próximo nome para assumir o Gigante da Colina. Mais uma vez Luxemburgo é especulado, mas espero que o próximo técnico tenha identidade com o Vasco e saiba lidar com um elenco limitado e sendo anunciado em breve terá um mês para colocar a sua filosofia, enquanto isso, Valdir fica nos três jogos até a copa e se tiver uma mudança relevante, pode até ser efetivado e, além disso, tem identidade com o Vasco onde é ídolo. Um nome que me interessa é do Ricardo Gomes, onde foi campeão no Vasco pela Copa do Brasil em 2011.

Enquanto não temos um nome a vista, teremos o Cruzeiro na próxima rodada e que nos resta é torcer que o Vasco mude sua postura agora, vá ao mercado e contrate bons jogadores para o seguimento do brasileiro e da Copa Sul-Americana onde conhecerá o seu adversário nesta segunda-feira (4/6).



*José Nunes (@JoNunesOficial) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol, tênis e um bom papo de botequim.


Talvez o título desse texto seja criticado por muitos vascaínos, que por entenderem da grandeza do Vasco da Gama, isso nunca ocorrerá e alguns virão com aquele velha frase: "as pessoas passam, mas o clube fica".

A grande questão de escrever esse artigo é uma dúvida do que queremos do Vasco amanhã? O clube vive uma crise política e até uma definição total do processo da Urna 7, o Gigante da Colina está sem presidente, podendo comprometer a temporada de 2018, onde o clube volta a disputar depois de seis anos, quando foi eliminado nas quartas de final para o Corinthians.

Visando a temporada, o Vasco até agora segue abaixo do esperado no mercado. Até o momento desse artigo, foram quatro contratações e nenhuma de encher os olhos dos vascaínos, além de tentarem renovar o contrato de alguns jogadores, muitos por empréstimo que vieram no meio do ano para não repetir a campanha de 2015, quando o clube foi rebaixado pela terceira vez. Agora pensando em todos esses problemas, 2018 poderá o ser de incógnitas e o que nos resta é apenas torcer.

Na primeira semana do ano, o problemas da atual e antiga gestão começaram a surgir. A troca do material esportivo com a italiana Diadora, fora do futebol brasileiro há anos, no lugar da Umbro, onde na história recente do clube, já passaram nomes como Finta, Kappa, Pênalty, Champs e até a vergonhosa VG. Nenhuma delas chegou ao nível do que o Vasco merece. A ausência de Anderson Martins na reapresentação do elenco, alegando a falta da definição politica que o clube hoje vive. 

O zagueiro apareceu apenas quatro dias depois. Pra finalizar, a grande promessa do Eurico Miranda, o time de basquete, começar a ruir. Com salários atrasados quase três meses, jogadores já ameaçam a saída do clube e o projeto, fica comprometido. Esses fatos mostram que a permanência do Eurico, fará do Vasco um clube "pequeno".

Desde ao seu retorno a presidência do Vasco, Eurico Miranda manda e desmanda no Vasco, colocou seu filho Eurico Brandão, o Euriquinho como vice de futebol, tirou a numeração fixa das camisas, algo que hoje é uma jogada de marketing lucrar, não consegue um patrocínio master, veta a entrada de ídolos no clube  e bloqueia torcedores que são contra a sua gestão das redes sociais. Com essas medidas, o Vasco vai perdendo torcedores e vai se apequenando no cenário nacional, algo que agradaria muita gente que realmente deseja ver o clube nessa situação.

Para que isso possa mudar, a instituição precisa de uma mudança urgente na forma de gerir, é preciso estancar o sangramento o mais rápido possível e creio que se Julio Brant assumir, não resolverá em três anos, aliás, nenhum clube do país consegue manter uma filosofia para que não ocorra altos e baixos. Como Brant tem falado na mídia e nas redes sociais, é preciso resgatar o Vasco com uma gestão séria, resolver os problemas financeiros, criar um plano de sócios revolucionário, ter uma estratégia de marketing para trazer de volta e atrair mais torcedores, principalmente fora do estado e do país, e claro montar um time competitivo a sua altura, mas sem deixar de lado os outros esportes, como remo e basquete, e as sedes.

É possível fazer do Vasco voltar a ser grande, mas com a forma e falta de gestão do Eurico e seu grupo, muitos torcedores continuariam na ilusão que ele é o bem do Vasco, mas não. O Gigante da Colina precisa de nomes sérios, seja com o Brant ou com outros, para colocar no seu devido lugar, que é brigar por títulos e não comemorar uma vaga da libertadores graças a mãe CONMEBOL.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol, tênis e um bom papo de botequim.

O Vasco visitou o atual campeão da Copa do Brasil Cruzeiro em Belo Horizonte e conseguiu mais uma vitória importante, após três partidas sem vencer, quebrando um tabu de dezessete anos sem vencer o clube mineiro em sua casa. Isso aumentou ainda mais as suas chances de chegar a Libertadores, já que a rodada teve ajuda das derrotas do Atlético-PR, Bahia e Flamengo e o empate do Atlético-MG. Dependendo do jogo que está sendo realizada essa noite entre Palmeiras e Botafogo e na quarta-feira (29/11), o Vasco poderá chegar a sexta colocação, dependendo de si mesmo para garantir a vaga no torneio continental no ano que vem.

A partida começou com o Vasco jogando na defensiva e com o Cruzeiro buscando abrindo o placar e a primeira chance veio com Robinho aos 13 minutos. Mesmo com a pressão, quem brilhou foi o zagueiro Paulão, que aos 21 minutos, após cobrança de um escanteio, se antecipou da marcação e abriu para o Gigante da Colina. Após abrir o placar e nada inédito como nas partidas anteriores, o time recuou, sofrendo pressão do dos mineiros. Arrascaeta e Rafinha tiveram a chance de empatar, mas Martin Silva salvou para a equipe. O Vasco não conseguiu mais chegar ao ataque e aos 40 minutos, Thiago Neves tentou por cobertura e a primeira etapa terminou com vantagem para o Gigante da Colina.

O segundo foi igual ao primeiro, com o Vasco sofrendo pressão. Aos 18 minutos,  Arrascaeta quase empatou após jogada de Rafinha, mas Martin Silva, em ótima partida, salvou com os pés. O Vasco só teve oportunidade aos 30 minutos, mas sem perigo ao goleiro Rafael. Aos 36, o Cruzeiro teve mais chances com Digão e Rafinha e ,mais uma vez, Martin Silva fez salvou. O Vasco até tentou ampliar com Mateus Vital, mas Rafael fez boa defesa. Com o Cruzeiro pressionando, o Vasco conseguir manter a vitória graças ao goleiro Martin Silva e o zagueiro Anderson Martins.

O Vasco não jogou bem e foi pressionado o jogo inteiro. Mesmo com a mudança do Evander no lugar do Wagner, não conseguiu colocar o time mais ofensivo. Autor do gol, Paulão não comprometeu na defesa. Nenê errou muitos passes e não fez uma ótima partida. Destaques para a dupla Martin Silva e Anderson Martins, sem eles o Vasco poderia sofrer uma forte derrota, como ocorreu com o Atlético Paranaense. No ataque, Rios fez mais uma partida apagada, dando um bom passe para Pikachu e mais nada. Agora é esperar os resultados de Botafogo e Grêmio e depender de si mesmo para vencer a rebaixada Ponte Preta e garantir a vaga para Libertadores ano que vem.

*José Nunes (@ProfJoseNunes) é colunista dos site Esportes Mais e Jovens Cronistas. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.


Faltando dois dias para as eleições para presidente, o Vasco recebeu o Vitória em busca de mais uma vitória, aumentando as suas chances de chegar na Libertadores, já que a rodada teve ajuda das derrotas de Botafogo, Atlético-MG e Flamengo.

Diante de 15.811 presentes, a equipe mais uma vez decepcionou e empatou em casa, a terceira consecutiva. A partida já começou com a saída do Anderson Martins, que teve lesão muscular e Paulão entrou no lugar. O Vitória até começou melhor nos primeiros dez minutos da partida, mas aos 11 minutos, Breno abriu o placar para o Cruzmaltino, quando Nenê jogou a bola na área. A bola parada vem fazendo a diferença. Depois do gol, a equipe do Vasco recuou, dando espaços ao Vitória quando teve a posse de bola. O Vasco só teve outra oportunidade aos 16', quando Mateus Vital arriscou o chute, desviando na defesa e para fácil defesa do Fernando Miguel. O Vitória teve a primeira oportunidade aos 32', quando Patrick recebeu em boas condições e bate, mas Martín Silva defendeu sem dificuldades.

O primeiro tempo vimos um Vasco marcando apenas na intermediária, dando espaços para equipe do Vitória, que troca bastante passes, mas não consegue criar chances reais de gol. Aos 42’, Juninho solta a bomba na entrada da área, pela esquerda, e obriga Martin Silva a fazer boa defesa.

No segundo tempo, o Vasco retornou com Ríos no lugar de Luis Fabiano, colocando Mateus noo lado direito e Pikachu para o esquerdo, mas nada mudou e continuou recuado, dando espaços quando o Vitória tem a posse de bolas. Quando tem, seguiu sem muita criatividade. Sem ameaçar o gol do Vitória e nos dez primeiros minutos não chegou ao Ataque. Entre os jogadores, Wellington foi um dos poucos a se salvar, mas o time chegava ao ataque e não tinha confiança de ampliar o placar, deixando a torcida irritada. O Vitória corria atrás do empate e aos 17' o time baiano cercou a área do Vasco em sequência, com duas tentativas de cruzamento, mas na terceira David foi flagrado em impedimento. O Vasco só teve a primeira oportunidade, quando 24' Nenê fez belo giro pelo meio e abriu para Pikachu na esquerda, que conquistou o escanteio. Aos 25', Nenê tabelou com Rios e acertou a trave do gol de Fernando Miguel. Essa foi a ultima chance do time de ampliar partida, pois parecia que estava implorando pro Vitória fazer um gol, que aconteceu aos 46', quando Patric cruzou a bola, passando pela zaga vascaína, André Lima mata no peito e chuta sem chances para Martín Silva, garantindo o empate, a terceira consecutiva.

Para nós torcedores, temos que acreditar, sonhar e ter fé. Claro que queremos o Vasco na Libertadores, mas fica impossível acreditar que chegaremos ao torneio continental dependendo do próprio time, que poderia até está na nona de classificação direto para fase de grupos se o time não fosse covarde como nas partidas contra o Sport, Chapecoense, Coritiba e agora Vitória. Saiu Milton Mendes, entrou o Zé Ricardo e não mudou a postura. Parece que o time tem medo quando abre o placar, onde a equipe é limitada e vem sofrendo por não ter atacante e as ausências de Ramon e talvez Anderson Martins. A vaga da Libertadores é possível, mas é preciso mudar a postura e se continuar assim, não vai valer de nada se garantir essa vaga. Agora é esperar a próxima rodada contra o Santos na próxima quarta e com presidente novo (ou não).

*José Nunes (@ProfJoseNunes) é colunista dos site Esportes Mais e Jovens Cronistas. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.