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Amigos! Hoje 09/08/18 é um dia difícil para grande parte dos fãs de esporte no Brasil, para os profissionais da área da comunicação, especialmente os que trabalham no Esporte Interativo, mas especialmente para mim, que acompanhou desde antes do canal surgir em 20 de janeiro de 2007, desde a primeira parceria com a NGT, depois Gazeta, BAND, entre outras até o surgimento efetivo do canal. Foi realizado pela dona da emissora, a Turner/AT&T o encerramento das atividades dos canais no prazo de 40 dias, encerrando assim um sonho, como dizia o slogan da emissora e em realidade, uma forma única de fazer esporte, de transmitir esporte. Canal este onde tive a felicidade de escrever para um dos projetos de suas plataformas digitais e que marcou por ser diferente, por primar a emoção, angariando milhões de fãs com isso e como em tudo hoje, uma meia-dúzia de haters. 


Minha relação foi sempre de um carinho enorme com a emissora, pois nela havia algo de diferente, em que canal podemos ver tamanha entrega a emoção dos narradores e comentaristas? Em que canal não há qualquer restrição quanto a revelação do óbvio, que mesmo os profissionais do esporte são sim movidos a paixão e tem clubes de coração, sem que isso em qualquer momento interfira na qualidade da avaliação. Que canal iria ainda arcar com o ônus de dar espaço a um Jorge Kajuru, depois de todos lhe fecharem as portas, o EI deu.

Uma grande felicidade pra mim veio em 2008, onde através da comunidade oficial do projeto no finado Orkut, recebi a oportunidade de escrever para o Esquadrão Interativo, projeto na época que dava oportunidades a talentos vistos na comunidade. Foram quase dois anos muito legais, com várias matérias saindo na home, escrevi sobre F1, Seleção Brasileira, Futebol Italiano, Espanhol, dentre outros temas e em parceria com quem coordenava o projeto a época, criei o quadro Fala Fanático, que revivo aqui e que acabou servindo de base para vários outros formatos da emissora (ainda que eu prefira o nosso).

Parecia próximo o meu sonho, de estar ali trabalhando naquele método com o qual eu tanto me identificava, o único aliás com que me identificava, mas nossas histórias mudaram de patamar, sem que meu carinho mudasse, eu era então apenas espectador e continuava minha caminhada rumo ao meu sonho por outros projetos, como este agora, em que encabeço desde 2013 e que pretendo que não saia do Ar independente do que aconteça, porque assim como o "Esquadrão" de certa maneira "me revelou" (apesar de eu já escrever em blogs desde 2002) o que buscamos fazer é isso, revelar talentos.


A admiração prosseguiu, a NBA foi transmitida com maestria, a NFL se popularizou no Brasil muito por conta do canal, o MMA teve seu espaço e também cresceu muito no país, após muitos anos a emissora voltou a dar espaço para a Luta Livre na TV e com isso uma nova geração de fãs surgiu. Depois veio a compra por parte da Turner, eu sempre desconfiei, afinal, as empresas transnacionais vem aqui e fazem isso, compram as marcas, á princípio dão fôlego, mas depois a exterminam, há vários exemplos disso. Ainda assim a emissora durou ainda cinco grandes anos, apostando no futebol Brasileiro com transmissões das séries C e D, apesar da extinção do EI Nordeste (já no processo de americanização do canal) a Copa do Nordeste e os estaduais da região continuaram firmes e fortes, bem como a Copa Verde que jamais teria a visibilidade que teve não fosse o canal, talvez sequer a bola tivesse rolado.

Vimos também a ousadia com a transmissão de todos os jogos da Champions League, com correspondentes espalhados permanentemente por toda a Europa, o sonho era plenamente realizado, o canal um sucesso total, com grandes narradores, com os melhores comentaristas da atualidade, não há explicação lógica para o inaceitável fim, sai o sonho e fica o vazio, é como se eu fosse parte disso mesmo oito anos depois da minha última matéria no Esquadrão, é como se algo tivesse sido tirado de mim, como se o sonho tivesse terminado.


Mesmo perante a sensação horrível, ficam aqui algumas reflexões: Pensem milhões de vezes antes de aplaudir a compra de uma empresa nacional por parte de uma transnacional, o fim é praticamente sempre este, matam a marca, findam a "concorrência", a Turner tem no exterior o ínfimo TNT Sports, mesmo com o sucesso da franquia Brasileira, a não-ligação com a marca internacional não era interessante para o grupo, isto não é informação, evidentemente, é uma análise do que acontece no mercado pura e simplesmente.

O canal tinha infindáveis fãs, mas tinha um ou outro (e são barulhentos) haters, claro que o papel do Hater é de odiar, sem qualquer causa para tal, desde o início da minha jornada convivo com eles, mas mesmo vocês, não comemorem, se o grupo oferecerá para os front-mans de narração e comentário espaço para que cumpram os contratos vigentes com a marca das emissoras do grupo TNT e Space, o mesmo não acontecerá a vários profissionais de todas as áreas, centenas, desde o maquiador, o faxineiro, passando pelos câmeras, pelo pessoal da técnica, por todo o bastidor, até findar nos repórteres e apresentadores, que claro, sem uma específica emissora de esportes, ficarão sem emprego.


Não quero ser egoísta, mas minha dor é particular, do primeiro ao último momento eu fui movido pelo sonho de um dia empunhar o microfone deste canal, na função que fosse, comentando, narrando, reportando ou ancorando. Este sonho morre e eu vou curtir a dor disso, mas o sonho de empunhar o microfone com a cor que seja, já nenhum com carinho especial, com personalidade, com um estilo próprio e marcante segue, ficarão na lembrança os tantos momentos emocionantes vividos com o EI, que marcou sim época na história da TV Brasileira e que fez jus ao nome, com uma interatividade e uma ligação com o espectador, que dava a impressão de que cada um de nós, do outro lado da tela era parte disso, não acho que isso aconteça novamente, ser o amigo internauta é muito diferente de ser efetivamente parte de uma transmissão, de torcer junto.


Obrigado Esporte Interativo, não foi só um slogan, você moveu sim, grande parte dos nossos sonhos. 




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Após a quarta-feira, o mistério sobre o “dia de amanhã” deixará de existir 

A máxima de que “ninguém sabe o dia de amanhã” está perto do fim. Ao menos, quando em referência ao campo político e jurídico. Com a aproximação do julgamento do recurso de Lula no Tribunal Regional Federal da 4° Região, o TRF-4, previsto para a manhã da próxima quarta-feira (24), o “dia de amanhã” será decifrável e não mais um mistério.
Imagem: QUADRINSTA (@Quadrinsta no Instagram e no Twitter)

Caso a condenação de nove anos e meio de prisão, expedida pelo juiz Sérgio Moro, seja confirmada pelo colegiado de desembargadores gaúchos, o “dia de amanhã” será um pouco mais dos “dias de hoje”, com espetacularização de prisões - muitas seletivas - e teatralização de julgamentos, como a decisão do presidente do Tribunal, o desembargador Thompson Flores, de transmitir o julgamento do ex-presidente pelo YouTube, tendo tentado emplacar o “evento” na TV Justiça. Caso o retirante nordestino de Garanhuns, no Pernambuco, seja absolvido – impossível, tendo em vista a correlação de forças sobre o caso – e tenha a oportunidade de candidatar-se sem precisar de exaustivos recursos jurídicos, o “dia de amanhã” continuará atabalhoado, mas com horizonte menos nebuloso e a garantia, mesmo que mínima, de que o estado democrático de direito está preservado, deixando para o povo a responsabilidade de decidir, através do voto em outubro, quem comandará o País nos próximos quatro anos. Pode soar vazio, ralo ou simplista, mas quem tem o poder de decidir se quer ou não a volta de Lula é o mesmo povo que tem deixado o ex-presidente tranquilo e com vantagem em todas as pesquisas de intenção de voto, apesar da inconfiabilidade envolta nos institutos de pesquisa. 


A defesa por movimentos e manifesto (clique aqui e assine) pela absolvição do ex-presidente Lula vai além de sua presença na campanha eleitoral. Os crimes imputados a ele e o rito tomado pelas operações de investigação demonstraram fragilidade, inclusive – e principalmente – jurídica, com a ausência de material probatório contundente e o célere andamento da ação, quando conhecidamente o sistema é lento.

Na semana passada, a decisão da juíza Luciana Corrêa Torres, da 2° Vara de Execução e Títulos, do Distrito Federal, de penhorar o “triplex” do Guarujá numa ação que envolve credores da construtora OAS Empreendimentos, que é a verdadeira dona do apartamento, veio a corroborar. Como não encontrou nada nas contas bancárias da construtora – estratégia antiga de grandes empresas para ludibriar o bloqueio financeiro pela Justiça -, a juíza resolveu penhorar imóveis em nome da empresa, e entre estes imóveis estava o apartamento de três andares que levou à condenação apenas do ex-presidente Lula.

A juíza não considerou a invencionice jurídica de Sérgio Moro, em criar o “proprietário de fato”, que segundo ele seria Lula, desconsiderando o proprietário legal, aquele que consta no registro do imóvel, e penhorou o apartamento em nome de dívidas que a OAS Empreendimentos tem com as empresas responsáveis pela abertura da ação na Justiça Federal do DF.

Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS que “delatou” a suposta entrega do apartamento para o ex-presidente, foi absolvido numa ação envolvendo o mesmo “triplex”, só que pela Justiça Federal de São Paulo. No Paraná, ele deu robustez à retórica da turma de Curitiba contra o ex-presidente, e em troca recebeu drástica redução da pena no caso que “investiga” favorecimentos em contratos da empreiteira com a Petrobrás. Em São Paulo, a juíza considerou que o caso era de “absolvição sumária de todos os acusados”.
Imagem: QUADRINSTA (@Quadrinsta no Instagram e no Twitter)

Enquanto isso, o ex-presidente Lula não teve, nem mesmo, a oportunidade de ser julgado pela Justiça de São Paulo, instância genuinamente responsável pelo caso, já que o “triplex” fica no Guarujá, litoral paulista. Isso fez com que o ex-presidente caísse diretamente nas mãos do dito “herói nacional”, o juiz Sérgio Moro, amigo de Tacla Durán, sujeito que exilado na Espanha tem denunciado a indústria de delações premiadas da Lava Jato e motivou – para irritação do fãs – o fim da página em homenagem à Moro, que era administrado pela sua esposa, no Facebook.


Aliás, a decisão da Justiça paulista em absolver o empresário e mais outros envolvidos deu-se, exatamente, por não encontrar provas, ou depoimentos, de que houve alguma transação ilícita entre a construtora, envolvendo o apartamento como barganha, e acordos ou contratos. 

O próprio juiz Sérgio Moro, resposta à defesa de Lula, escreveu “este juízo jamais afirmou, na sentença ou em lugar algum, que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobras foram usados para pagamento da vantagem indevida para o ex-Presidente.”

Especialistas e juristas, que contestam a decisão de Moro, garantem que nenhum outro magistrado ignoraria a acusação dos procuradores do Ministério Público Federal, que viam no “triplex” o pagamento de propina a Lula em troca de favorecimento em contratos entre a empresa e a Petrobrás – rechaçado por Sérgio Moro na sentença – para dar lugar à acusação infundada de Léo Pinheiro, que negociava a sua delação premiada.

Sérgio Moro baseou sua sentença apenas no que disse Léo Pinheiro, desconsiderando a acusação do MPF, como consta na sentença de Moro, que condenou o ex-presidente a nove e seis meses de prisão. A condenação deu-se por um crime criado pelo juízo, já que a acusação dizia que o “triplex” tinha sido usado como propina em troca de favorecimento de contratos entre a OAS e a Petrobrás, o que Sérgio Moro garantiu, em sua sentença, não ter conseguido encontrar evidências. 

Para o (des)governo, que já tinha congelado gastos públicos em investimentos – incluindo na Saúde, o que explica o fracionamento de vacinas de combate à Febre Amarela -, extinguiu direitos trabalhistas, precarizando as relações de trabalho, e nos últimos dias abriu de vez as “asinhas” com comentários contra programas sociais de distribuição de renda -  “escravizadores” para um dos candidatos à Presidência pelo (des)governo -, a condenação e o impedimento de Lula no pleito deste ano seria muito bem-vinda para os planos políticos-eleitorais do pró-mercado financeiro e manutenção – com o tempo, agravamento – do status quo que margeia o estado de exceção.

Para o cronista, Lula e os governos petistas cometeram erros, principalmente em fazer alianças escusas que, sim, quase levaram ao aniquilamento eleitoral da legenda. Esta é uma das razões de, ao menos por enquanto, ele ainda não ter o meu voto. Mas isso, a decisão por Lula na urna, sei bem que terá o momento oportuno para a discussão e o devido debate, inclusive cobrando-o por mais alianças progressistas. Até lá, julgo necessário permiti que ele participe do jogo democrático, que já conta com um defensor da tortura e de um marajá dito “caçador de marajás”.
Imagem: QUADRINSTA (@Quadrinsta no Instagram e no Twitter)

Tenho a certeza de que Lula é inocente nos casos imputados pela Operação Lava Jato – aquela que, como o nome diz "só lava por fora", de acordo com a professora Virgínia Fontes – e isso motivou-me a assinar o manifesto - que é pela presença de Lula no pleito, e não por Lula presidente - (clique aqui e assine) e escrever este artigo, não defendendo Lula, mas buscando resgatar o pouco de democracia deixada pelos surripiadores que dominaram o Estado brasileiro. 

A próxima quarta-feira (24) é dia de estar com Lula, ou melhor, com a democracia. Após isso, com Lula podendo participar do pleito em outubro, abrimos as discussões se vale ou não a volta daquele que, enquanto esteve no Poder, compreendeu a necessidade de políticas afirmativas e influenciou para melhor a vida dos brasileiros, dos mais pobres aos mais ricos. 


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O Vasco visitou o atual campeão da Copa do Brasil Cruzeiro em Belo Horizonte e conseguiu mais uma vitória importante, após três partidas sem vencer, quebrando um tabu de dezessete anos sem vencer o clube mineiro em sua casa. Isso aumentou ainda mais as suas chances de chegar a Libertadores, já que a rodada teve ajuda das derrotas do Atlético-PR, Bahia e Flamengo e o empate do Atlético-MG. Dependendo do jogo que está sendo realizada essa noite entre Palmeiras e Botafogo e na quarta-feira (29/11), o Vasco poderá chegar a sexta colocação, dependendo de si mesmo para garantir a vaga no torneio continental no ano que vem.

A partida começou com o Vasco jogando na defensiva e com o Cruzeiro buscando abrindo o placar e a primeira chance veio com Robinho aos 13 minutos. Mesmo com a pressão, quem brilhou foi o zagueiro Paulão, que aos 21 minutos, após cobrança de um escanteio, se antecipou da marcação e abriu para o Gigante da Colina. Após abrir o placar e nada inédito como nas partidas anteriores, o time recuou, sofrendo pressão do dos mineiros. Arrascaeta e Rafinha tiveram a chance de empatar, mas Martin Silva salvou para a equipe. O Vasco não conseguiu mais chegar ao ataque e aos 40 minutos, Thiago Neves tentou por cobertura e a primeira etapa terminou com vantagem para o Gigante da Colina.

O segundo foi igual ao primeiro, com o Vasco sofrendo pressão. Aos 18 minutos,  Arrascaeta quase empatou após jogada de Rafinha, mas Martin Silva, em ótima partida, salvou com os pés. O Vasco só teve oportunidade aos 30 minutos, mas sem perigo ao goleiro Rafael. Aos 36, o Cruzeiro teve mais chances com Digão e Rafinha e ,mais uma vez, Martin Silva fez salvou. O Vasco até tentou ampliar com Mateus Vital, mas Rafael fez boa defesa. Com o Cruzeiro pressionando, o Vasco conseguir manter a vitória graças ao goleiro Martin Silva e o zagueiro Anderson Martins.

O Vasco não jogou bem e foi pressionado o jogo inteiro. Mesmo com a mudança do Evander no lugar do Wagner, não conseguiu colocar o time mais ofensivo. Autor do gol, Paulão não comprometeu na defesa. Nenê errou muitos passes e não fez uma ótima partida. Destaques para a dupla Martin Silva e Anderson Martins, sem eles o Vasco poderia sofrer uma forte derrota, como ocorreu com o Atlético Paranaense. No ataque, Rios fez mais uma partida apagada, dando um bom passe para Pikachu e mais nada. Agora é esperar os resultados de Botafogo e Grêmio e depender de si mesmo para vencer a rebaixada Ponte Preta e garantir a vaga para Libertadores ano que vem.

*José Nunes (@ProfJoseNunes) é colunista dos site Esportes Mais e Jovens Cronistas. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.


Faltando dois dias para as eleições para presidente, o Vasco recebeu o Vitória em busca de mais uma vitória, aumentando as suas chances de chegar na Libertadores, já que a rodada teve ajuda das derrotas de Botafogo, Atlético-MG e Flamengo.

Diante de 15.811 presentes, a equipe mais uma vez decepcionou e empatou em casa, a terceira consecutiva. A partida já começou com a saída do Anderson Martins, que teve lesão muscular e Paulão entrou no lugar. O Vitória até começou melhor nos primeiros dez minutos da partida, mas aos 11 minutos, Breno abriu o placar para o Cruzmaltino, quando Nenê jogou a bola na área. A bola parada vem fazendo a diferença. Depois do gol, a equipe do Vasco recuou, dando espaços ao Vitória quando teve a posse de bola. O Vasco só teve outra oportunidade aos 16', quando Mateus Vital arriscou o chute, desviando na defesa e para fácil defesa do Fernando Miguel. O Vitória teve a primeira oportunidade aos 32', quando Patrick recebeu em boas condições e bate, mas Martín Silva defendeu sem dificuldades.

O primeiro tempo vimos um Vasco marcando apenas na intermediária, dando espaços para equipe do Vitória, que troca bastante passes, mas não consegue criar chances reais de gol. Aos 42’, Juninho solta a bomba na entrada da área, pela esquerda, e obriga Martin Silva a fazer boa defesa.

No segundo tempo, o Vasco retornou com Ríos no lugar de Luis Fabiano, colocando Mateus noo lado direito e Pikachu para o esquerdo, mas nada mudou e continuou recuado, dando espaços quando o Vitória tem a posse de bolas. Quando tem, seguiu sem muita criatividade. Sem ameaçar o gol do Vitória e nos dez primeiros minutos não chegou ao Ataque. Entre os jogadores, Wellington foi um dos poucos a se salvar, mas o time chegava ao ataque e não tinha confiança de ampliar o placar, deixando a torcida irritada. O Vitória corria atrás do empate e aos 17' o time baiano cercou a área do Vasco em sequência, com duas tentativas de cruzamento, mas na terceira David foi flagrado em impedimento. O Vasco só teve a primeira oportunidade, quando 24' Nenê fez belo giro pelo meio e abriu para Pikachu na esquerda, que conquistou o escanteio. Aos 25', Nenê tabelou com Rios e acertou a trave do gol de Fernando Miguel. Essa foi a ultima chance do time de ampliar partida, pois parecia que estava implorando pro Vitória fazer um gol, que aconteceu aos 46', quando Patric cruzou a bola, passando pela zaga vascaína, André Lima mata no peito e chuta sem chances para Martín Silva, garantindo o empate, a terceira consecutiva.

Para nós torcedores, temos que acreditar, sonhar e ter fé. Claro que queremos o Vasco na Libertadores, mas fica impossível acreditar que chegaremos ao torneio continental dependendo do próprio time, que poderia até está na nona de classificação direto para fase de grupos se o time não fosse covarde como nas partidas contra o Sport, Chapecoense, Coritiba e agora Vitória. Saiu Milton Mendes, entrou o Zé Ricardo e não mudou a postura. Parece que o time tem medo quando abre o placar, onde a equipe é limitada e vem sofrendo por não ter atacante e as ausências de Ramon e talvez Anderson Martins. A vaga da Libertadores é possível, mas é preciso mudar a postura e se continuar assim, não vai valer de nada se garantir essa vaga. Agora é esperar a próxima rodada contra o Santos na próxima quarta e com presidente novo (ou não).

*José Nunes (@ProfJoseNunes) é colunista dos site Esportes Mais e Jovens Cronistas. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.
Após conseguir três vitórias consecutivas contra Avaí, Botafogo e Atlético GO no Campeonato Brasileiro, o Vasco não conseguiu manter seqüência e empatou com a equipe do Coritiba no Maracanã, no Rio de Janeiro, no placar de 1 a 1.

A partida começou com o Vasco querendo abrir o placar e logo aos dois minutos, Wellington apareceu no campo de ataque e tentou lançamento rasteiro para Pikachu dentro da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos sete, novamente Wellington, acionou Mateus Vital, tentando o chute, mas a bola acabou bloqueada por Cleber Reis. O gol veio aos 15 minutos, quando Nenê cobrou escanteio fechado e Matheus Galdezani contra, de cabeça abriu o placar para o Gigante da Colina. Aos 27, Madson subiu para o ataque e foi acionado por Nenê. O lateral-direito cruzou, mas a defesa do Coritiba apareceu para afastar o perigo da meta de Wilson. O Coritiba não ofereceu perigo, porém o Vasco também não conseguiu ampliar a partida.

O Vasco manteve o ritmo no segundo tempo e aos cinco minutos, tendo duas oportunidades aos 5 minutos com Wellington e 16 com Mateus Vital, mas o goleiro do Coxa evitou com duas boas defesas. Aos 21, o Coritiba igualou o placar. Rildo saiu da marcação e finalizou de canhota, a redonda desviou e entrou, empatando para o Coxa. O Vasco só teve oportunidade aos 29 minutos com Nenê, mas não conseguiu dar continuidade da sequencia de vitórias em busca do sonho da Libertadores 2018.

Jogando em casa e diante de 30 mil pessoas no Maracanã, o Vasco não jogou buscando a vitória, com o time atrás, no contra-ataque, em busca apenas de uma bola como tem ocorrido nos jogos anteriores. A equipe abre o placar e se tranca no restante da partida, deixando o rival empatar, como aconteceu com o Coritiba. Após o empate, Zé Ricado mexeu errado e resolveu colocar o time no ataque, mas com a ausência do Luís Fabiano, contundido,  André e Thalles não conseguem ser o substituto a altura e o não sei porque, não dar uma nova oportunidade ao Manga Escobar. Para o Vasco manter o sonho de uma vaga da Libertadores, sem a necessidade de esperar o Grêmio no torneio intercontinental, precisará secar o Botafogo amanhã (23/10) contra o líder Corinthians.


O próximo compromisso do Vasco da Gama na competição nacional será no próximo sábado (28/10) contra o Flamengo. A partida será disputada na Maracanã, às 19 horas.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.

Após vencer o Grêmio em partida válida pela vigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco não conseguiu manter a fase de vitórias e perdeu para a equipe do Corinthians na Arena Corinthians, em São Paulo, no placar de 1 a 0.

O Vasco começou o primeiro tempo valorizando a bola, evitando pressão do Corinthians. A equipe teve chances com Nenê, obrigando o Cássio fazer uma ótima defesa. Com a saída do Gilberto, lesionado, o cruzmaltino cedeu espaços e o Corinthians começou a dominar a partida e no fim do primeiro tempo, Rodriguinho quase abriu o placar.

No segundo tempo, o Corinthians chegou com perigo aos seis minutos em uma enfiada de bola e Rodriguinho finalizou, Martín Silva fez uma bela defesa. O Vasco teve chance aos 15 minutos, quando Mateus Vital chutou, mas a bola explodiu na marcação e na sobra, Madson fez um bom cruzamento na área, mas a defesa adversária afastou. Aos 28 minutos, Marquinhos Gabriel avançou pela esquerda e cruzou. Jô usou o braço e abriu o placar para o Corinthians, a arbitragem não viu e validou o gol irregular do Corinthians. Na sequência, Nenê dominou pela direita e arriscou de fora da área, em um lance de perigo para o goleiro Cássio, não conseguindo o empate e garantindo a vitória do Corinthians, que agora amplia a vantagem de dez pontos do segundo colocado, o Grêmio.

Jogando fora, o Vasco impôs bem a sua proposta, se defendendo bem, mas pecou na entrada do Wagner, que não conseguiu entrar no jogo, sendo o menos participativo da equipe titular. A equipe em si, conseguiu suportar a pressão do Corinthians, mas quando tem a bola, não consegue se livrar dela e precisa ser treinado com Zé Ricardo, que acertou ao colocar o Gilberto na função de volante, marcando e apoiando pelo lado direito, mas terminou aos 14 minutos com uma lesão na coxa. Em seu lugar entrou Escudero que não fez uma boa partida mais uma vez.

A equipe vem corrigindo o erros, que não foram acertadas com Milton Mendes. Com Zé Ricardo o Vasco tem valorizado a posse, mas na partida contra o Corinthians parou no gol irregular de Jô. Nos minutos finais, o Vasco até tentou correr contra o prejuízo e diminuiu a diferença, mas já era tarde demais.

O próximo compromisso do Vasco da Gama na competição nacional será na próxima segunda-feira (25/09) contra o Sport. A partida será disputada na Ilha do Retiro, às 20 horas.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.
Após vencer fora o Atlético Mineiro em partida válida pela décima sexta rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco ficou quatro jogos sem vencer e perdeu mais uma para a equipe do Bahia no Estádio Fonte Nova, em Salvador, pelo placar de 3 a 0.

A partida começou com o Vasco tendo a primeira chance, com Wagner, que finalizou com perigo, pelo lado de fora da rede. Aos 20’, Bahia errou a saída de bola, Wagner dominou e tocou para Matheus Vital, que rolou para Paulinho, chutando pra fora. Aos 22, em cobrança de escanteio, o zagueiro Tiago subiu para cabecear. A bola bateu na trave e entrou, colocando o Bahia na frente. Aos 44’, o Gigante da Colina encontrou uma boa oportunidade em um chute de Luis Fabiano que desviou em Wagner, chutando na trave esquerda do goleiro Jean. Aos 48, o Bahia encontrou um contra-ataque com Mendoza, driblando o goleiro Martín Silva e ampliando para o tricolor baiano. No início do segundo tempo, o Bahia tomou iniciativa trocando passes até que Rodrigão finaliza, mas Martín Silva dar o rebote e Mendoza apareceu para empurrar a bola para o fundo da rede. No decorrer da etapa, não houve oportunidades e o Bahia vence o Vasco, que vai se aproximando na Zona de rebaixamento.

A equipe do Vasco até começou bem, tendo maior posse de bola no primeiro tempo com o Bahia deixando o Gigante da Colina criar, mas na hora de finalizar, o time pouco fez e a única chance clara foi com Paulinho na cara do gol. Melhorando a cada partida, defesa esta ficando mais segura, porém Breno não alcançou a bola, Anderson Martins, tão esperado pela torcida, não marcou em um dos gols do Bahia, Ramon falhou no segundo gol e Martin Silva deu assistência no terceiro. O Vasco não se deu o trabalho ao menos de tentar empatar a partida. Com a derrota, o Vasco vem levantando aquelas equipes que estavam mortas e poderiam nos dar pontos preciosos. Foi assim com São Paulo, Cruzeiro, Atlético-PR e Bahia e vai se aproximando da Zona de Rebaixamento, que novamente preocupa o torcedor vascaíno.

O próximo compromisso do Vasco da Gama na competição nacional será no próximo sábado (26/08) contra o Fluminense. A partida será disputada no Maracanã, às 16 horas.

Milton Mendes demitido


Após o fechamento desta crônica, a equipe confirmou a demissão do técnico Milton Mendes, que disputou 27 partidas, obtendo 11 vitórias, 6 empates e 10 derrotas, conquistando o título da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, após 13 anos. Com a derrota, seria quase impossível manter o técnico e foi isso que aconteceu. Milton em si, tentou mostrar a sua filosofia, que até vem dando resultados, principalmente na defesa, mas o seu dia a dia com os jogadores não era dos melhores e sua demissão acontece no momento certo. O que resta esperar quem será o seu substituto. Zé Ricardo é o nome mais provável, além do Eduardo Baptista, mas vindo de Eurico Miranda, podemos ter alguma surpresa, porém espero que dessa vez ele seja sensato e traga um nome que possa colocar o Vasco longe da Zona de Rebaixamento e volte as vitórias.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.
Após vencer fora o Atlético Mineiro em partida válida pela décima sexta rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco perdeu em casa para a equipe do Atlético Paranaense no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, no placar de 0 a 1.
O primeiro tempo foi bastante movimentado, com o Vasco marcando, porém, quem teve a primeira chance foi o Furacão, aos sete minutos, Rossetto cruzou e Ribamar cabeceou perto do gol. O Vasco respondeu aos 14, quando Bruno Paulista pegou sobra da zaga e finalizou para fora. Aos 30 minutos, Paulo Vitor tabelou com Henrique e arrematou da intermediária para fácil defesa de Weverton. Cinco minutos depois, foi a vez de Bruno Paulista, cobrando com perigo uma falta sofrida por Paulo Vitor na entrada da grande área.

Vasco mudou um pouco a estratégia no segundo tempo, com tentativas de lançamentos e cruzamentos, que falhou em quase todas as oportunidades. Henrique, que tinha entrado no lugar de Ramon, machucado, parecia perdido e deu espaços ao Atlético-PR, que passava a criar. Aos 16 minutos, ele fala gravemente, furando em lance decisivo do Atlético-PR e Ribamar pega a sobra em lance que foi iniciado por Pablo, colocando o Furacão na frente. Com a derrota parcial Milton sacou Paulinho e colocou Manga para deixar o time mais ofensivo, o que também não funcionou. No último lance do jogo, O Vasco teve a única chance clara de gol com Paulo Vitor, mas a bola esbarrou no travessão, dando a vitória para o Atlético PR e tirando a equipe na zona de rebaixamento.

A sintonia do Vasco apresentada na vitória na rodada anterior diante do Atlético-MG não foi a mesma contra o Atlético-PR, sendo derrotado por 1 a 0 e a briga por uma sequência de vitórias para entrar de vez na disputa por uma vaga na Libertadores ficou ainda mais longe. Milton Mendes optou por manter a estrutura do time titular do Vasco que derrotou o Atlético/MG, na rodada anterior, mantendo Paulinho e Paulo Vitor  e colocando Guilherme Costa na vaga de Escudero. Mas as ideias esperadas com o trio desde o início acabaram sem sucesso. Paulinho não fez boa partida, Paulo Vitor foi o melhor em campo, onde atuou como referência no ataque, se movimentou bastante em campo, dando bons dribles. Guilherme Costa começou o jogo no lado direito do campo e não rendeu. Foi deslocado para o lado oposto e também não vingou apesar de não ter faltado vontade, sendo substituído no intervalo.

Entre os piores da partida estão Bruno Paulista com muitos passes errados e ainda levou cartão amarelo desnecessário nos primeiros minutos e Henrique, que furou bisonhamente o cruzamento de Matheus Rossetto e permitindo que Ribamar fizesse o gol para o Furacão. Milton Mendes até tentou mudar ao tirar Guilherme Costa e o Paulinho, colocando Thales e Manga, mas nada fizeram e o Vasco não consegue manter um seqüência de vitórias e o sonho da libertadores, que para muitos era impossível vai ficando mais distantes.

O próximo compromisso do Vasco da Gama na competição nacional será na próxima quinta-feira (03/08) contra o Cruzeiro. A partida será disputada no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, às 20 horas.

*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.

Fala amigos vascaínos, estamos com volta com mais um papo de torcedor sobre o nosso querido Vascão. Após golear fora o Vitória em partida válida pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco empatou com Santos no Nilton Santos com portões fechados, no placar de 0 a 0.
O time tem evoluído nos últimos jogos, sofrendo poucos gols e encontrando soluções, como Wagner, que está dando capacidade de passe e controlando o jogo, Wellington que vem dando mais consistência defensiva ao lado do Jean e os laterais que vem dando mais força ao sistema defensivo. No ataque, vimos jovens rápidos e habilidosos meninos vindos da base dando condições a Milton Mendes buscar variações e assim foi na goleada contra a equipe do Vitória no Barradão na ultima quarta-feira (12/07).

Difícil de ver um Vasco e Santos, que tem grandes partidas, inclusive uma delas que gerou o milésimo gol do Pele sem público. Porém encarar um clube que hoje está entre cinco primeiro no campeonato nacional e terminar em empate, mesmo em casa, pode ser positivo o empate. Com as arquibancadas vazias, as duas pareciam motivadas e fizeram um partida sonolenta que fez jus a falta de público nas arquibancadas na tarde deste domingo (16/07).

O Vasco até foi melhor na partida, mas se preocupou em defender e vez de atacar, faltando velocidade e mobilidade de chegar à frente, algo que aconteceu apenas no segundo tempo. Nenê teve chances em dois chutes de fora da área, ambos espalmados para fora por João Paulo, terceiro goleiro do Santos, onde o time poderia usar ao seu favor. O time mais chances, mas não o suficiente de garantir os três pontos dentro de casa. O sistema defensivo vem ganhando segurança com Paulão dando segurança, fazendo a sua melhor partida pelo Vasco e Ramon que não abriu espaços e fez boas aparições no ataque.


O Vasco volta a campo contra o São Paulo na próxima quarta-feira (19/07), no Morumbi e contra o Atlético Mineiro no próximo domingo (23/07), no Independência São Januário. Saudações vascaínas e até a próxima segunda-feira.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.
Fala amigos vascaínos, estamos de volta com mais um papo de torcedor sobre o nosso querido Vascão. Após vencer o Fluminense em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco perdeu para o Grêmio na Arena Grêmio e para o Corinthians em São Januário, reencontrando a vitória sobre o Sport por 2x1, com gols de Luís Fabiano e Douglas.

O primeiro tempo foi de poucas oportunidades das duas equipes, onde ambas apostaram no contra-ataque, o Sport chegou apenas uma vez no gol de Martín Silva. Aos 17 minutos, Osvaldo recebeu em velocidade na direita, driblou Henrique e cruzou para Rithely bater para fora. O Vasco só teve oportunidade aos 42 minutos, em cobrança de falta de Mateus Vital, o volante Jean escorou para Luis Fabiano, terminando o primeiro tempo em 0 a 0.

No segundo tempo, Milton Mendes colocou Nenê no lugar de Wellington, deixando a equipe mais ofensiva, conseguiu chegar ao gol do clube pernambucano. Aos 5 minutos, Mateus chegou bem pela intermediária, chutou forte e obrigou o goleiro adversário a fazer mais uma grande defesa. O gol  saiu aos 17 minutos, em cruzamento de Mateus, Luis Fabiano subiu livre para cabecear com estilo e marcar o seu quinto gol no Campeonato Brasileiro e sexto na temporada: Vasco 1 a 0.  Aos 45 minutos, em contra-ataque, Gilberto apareceu bem pela direita e cruzou na área para Douglas, que livre, aumentou o placar: 2 a 0. Nos acréscimos, André, de pênalti, diminuiu para os pernambucanos, mas não impediu a terceira vitória do Vasco no Brasileirão: 2 a 1. 

Apesar das derrotas contra Grêmio e Corinthians, o Gigante da Colina vem fazendo o seu dever de casa. Apesar de ter falhado na escalação, com Jean e Welligton jogando recuado, Douglas mais por dentro, Manga e Vital pelos lados, o técnico Milton Mendes continua testando o esquema certo, O primeiro tempo, o técnico colocou o time no 4-2-3-1, não sendo ameaçado e nem ameaçando a equipe do Sport. Com a entrada de Nenê no segundo tempo, ele ajustou o posicionamento de diversas peças, colocando o Manga Escobar para o lado direito e deixando Matheus Vital atuando com liberdade pelos dois lados do ataque. A equipe criou mais, chegando à área com mais facilidade, crescendo no segundo tempo, dando duvidas se o meia deveria ser titular ou jogar apenas no segundo tempo.

Difícil fazer uma previsão correta sobre o futuro do Vasco neste campeonato. Até agora o time só enfrentou times que brigarão na parte de cima e média da tabela. Perdeu para clubes considerados os melhores do país no momento, venceu o Fluminense deverá brigar pela parte de cima, além das vitórias sobre Bahia e Sport, que estão na metade da tabela. A equipe em si, vai ganhando forma, Luís Fabiano vem se tornando uma liderança e calando a boca de muita gente, o atacante já é o vice-artilheiro da competição com cinco gols e tem uma média de um gol a cada duas partidas. Resta saber como o Vasco se portará contra as equipes que estão na parte de baixo da tabela e com aquelas que são consideradas “favoritas” dentro de casa. Não creio que o time brigue ponto a ponto para permanecer na Série A, como tem comentado especialistas e torcedores do Vasco. Não projeto o time na parte de cima, nem pela briga por uma vaga na Libertadores, mas acredito que o time tem tudo para beliscar por uma vaga na Sul-Americana.


O Vasco volta a campo contra a Chapecoense na próxima quarta-feira (14/06), em Chapecó e contra o Avaí no próximo sábado (17/06), em São Januário. Saudações vascaínas e até a próxima segunda-feira.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é Coordenador do site Esportes Mais, escritor e graduado em história. Ama futebol, tênis, América do Sul e um bom papo de botequim.

Após vencer o Bahia em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco venceu o Fluminense em São Januário no placar de 3 a 2 com os gols de Luís Fabiano, Escobar e Nenê. Na próxima rodada, o adversário será o Grêmio, domingo, dia 4.

Com 20 mil presentes, dominou começou o primeiro tempo criando diversas oportunidades de gols. O Fluminense apostou nos contra-ataques e pouco produziu. Aos 25 minutos, Gilberto colocou a bola na área, Luis Fabiano raspou e a bola sobrou para Yago Pikachu, que dominou e cruzou novamente para o Fabuloso marcar de cabeça. Vasco 1x0 Fluminense. No segundo tempo, as duas equipes voltaram sem mudanças. Aos 12 minutos, o árbitro marcou pênalti para o Fluminense, e Henrique Dourado empatou para o Tricolor. Minutos depois, Fluminense vira o placar e novamente de pênalti. Atrás do placar, o técnico Milton Mendes colocou Nenê e Manga Escobar na partida, que aos 29 minutos, fez grande jogada pela esquerda, limpando a marcação e empatando para o Vasco. Aos 48 minutos, em mais uma grande jogada do colombiano, Nenê recebeu livre pela esquerda e chutou cruzado para marcar o gol da virada do Gigante da Colina em São Januário: 3 a 2.

A cada rodada o Vasco vem mostrando a sua cara, mas ainda precisamos saber como essa equipe vai se comportar contra o Grêmio, fora de casa. Contra o Fluminense vimos uma equipe, sendo a defesa como um dos acertos, melhorando com a chegada do Paulão. Na parte tática, vimos uma equipe jogar sem a bola e com subida rápida nos contra-ataques, passando pelas pontas Pikachu e Kelvin, que pouco produziram, apesar do gol ter saído saiu com cruzamento de Pikachu para Luis Fabiano. No segundo tempo, o Vasco melhorou com a entrada do Escobar, que na minha opinião, merece ser titular no lugar do Kelvin, que não sabe finalizar. Manga fez um belo gol e deu assistência para o gol do Nenê.


Apesar das boas atuações contra o Bahia e Fluminense, o Gigante da Colina precisa continuar trabalhando, pois o time está ganhando formas, apesar de faltar muita coisa. O técnico Milton Mendes está fazendo do Vasco uma nova cara, com muita marcação no meio-campo, contra-ataque em velocidade. Resta o torcedor continuar apoiando e lotar os jogos em São Januário e também fora do nosso caldeirão, aonde na semana que vem o adversário ser o Grêmio no próximo domingo (04/06), em Porto Alegre. Saudações vascaínas e até a próxima segunda-feira.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.

Após perder de goleada para o Palmeiras em partida válida pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco venceu o Bahia em São Januário no placar de 2 a 1 com os gols de Yago Pikachu e Luís Fabiano. Na próxima rodada, o adversário será o Fluminense, sábado, dia 27.

Com 19 mil presentes, o Vasco teve o domínio completo das ações no primeiro tempo, criando grandes oportunidades. Aos 7’, o time chegou em jogada de bola parada. Douglas levantou na área, e Luis Fabiano apareceu bem para cabecear para a defesa de Jean, destaque do Bahia na partida. O time apostou em jogadas rápidas pelas laterais, sendo superior durante toda a primeira etapa, mas não conseguindo abrir o placar. No segundo tempo, o Vasco conseguiu abrir o placar aos Aos 8’, quando Luis Fabiano encontrou Yago Pikachu, que abriu o placar para o time de São Januário.  O Vasco continuou pressionando, até que Luis Fabiano aos 29 minutos amplia para o Cruzmaltino, com a jogada iniciada por Gilberto pela direita, Kelvin tentou marcar, mas o goleiro do tricolor baiano faz a defesa e, no rebote, Luis Fabiano aumentou a vantagem dos vascaínos: 2 a 0. O Bahia descontou aos 37’, em chute cruzado de Gustavo, mas não foi suficiente e o Gigante da Colina consegue a sua primeira vitória e diante da sua torcida que fez uma festa na arquibancada.

Nessa rodada, vimos um Vasco diferente, começando por Nenê, que após completar 100 jogos pelo Vasco, foi para o banco de reservas, por opção do técnico Milton Mendes. Com essa mudança, a equipe começou a partida no 3-6-1, colocando Jean, que não atuou bem e quase foi expulso, como terceiro zagueiro. No meio, Milton utilizou aquilo que chamamos de futebol total, onde todos defendem e todos atacam, deixando o Douglas mais na frente e o Luís Fabiano isolado. No lugar de Nenê, entrou Kelvin, deixando o Mateus Vital mais e atuando pela esquerda e Pikachu pela direita (no segundo tempo inverteram). Mateus deu mais mobilidade e conseguiu criar boas chances. Diferente do Nenê, o jovem fugiu mais da marcação, dando mais velocidade.

O Vasco teve a estreia do zagueiro Paulão, ao lado de Rafael Marques, fazendo uma boa atuação, ganhando todas as antecipações e divididas e até deu bronca nos erros dos companheiros, saindo ovacionado. Breno foi outro que estreou, mas fez uma partida apagada, diferente dos bons tempos da época do São Paulo. O destaque da partida foi o Luís Fabiano, fazendo a sua melhor atuação com a camisa cruzmaltina. O atacante perdeu dois gols feitos, deu um ótimo passe para o gol de Pikachu e fez o segundo (o seu 400º na carreira).

Apesar da boa atuação do Vasco, o Vasco ainda precisa melhorar muito, principalmente na defesa, onde os zagueiros não tem qualidade técnica para sair com a bola, onde o Bahia fez uma boa marcação, fazendo a equipe utilizar chutões. Esperamos que Breno faça essa função, que fez ele um dia chegar a seleção. Outro fator que pode ajudar o Vasco é a presença da torcida e o fator casa, podendo fazer do Vasco mais forte e sem preocupar com a zona de rebaixamento e sem preocupar a todos nós vascaínos.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é colunista do site Esportes Mais. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.
Vasco começou com pé esquerdo na estreio do brasileiro (Foto: Vasco/Divulgação)

Desde a semifinal do Campeonato Carioca, foram mais de 20 dias em que o Vasco não jogou uma partida oficial. Na estreia do Campeonato Brasileiro, a equipe foi derrotada pelo Palmeiras pelo placar de 4 a 0 com dois gols do colombiano Borja, um do venezuelano Guerra e Jean, já dando preocupações a toda nação cruzmaltina, que teme mais um possível rebaixamento do Vasco.

O primeiro tempo começou equilibrado, mas o Vasco como sempre, pecou na marcação, dando espaços ao Palmeiras, onde fez o primeiro gol de pênalti cometido pelo zagueiro Jomar. Com o primeiro o gol sofrido, o Vasco foi pra cima em busca do empate, mas não conseguia finalizar, principalmente nos pés dos principais jogadores como Nenê e Luis Fabiano. A única oportunidade veio com o jovem volante Douglas, mas infelizmente, o Palmeiras ainda fez outro gol numa falha de marcação.

Os times vieram com a mesma postura no segundo tempo, mas o Vasco não conseguia furar a boa marcação do Palmeiras, para complicar, o técnico Milton Mendes tirou o volante Jean e colocando o jovem atacante Paulo Victor, ficando mais exposto, até o Palmeiras fazer o terceiro gol com Borja. Milton fez mais uma substituição, tirando Luís Fabiano e colocando o atacante Kelvin e teve mais três chances, quando Nenê chutou para fácil defesa do goleiro Fernando Prass também com Douglas chutou de fora da área e a bola bateu na trave. Sem conseguir fazer um gol, o Palmeiras fez o quarto, segundo de Borja, em mais um pênalti feito por Jomar. Final, 4×0 Palmeiras.

A goleada sofrida mostra muitas preocupações a nossa torcida, mas alguns pontos podemos falar que temos uma mudança. Milton Mendes não tem medo de colocar os jovens no time, foi assim com Matheus Vidal no lugar de Wagner, mas não criou uma solução para a zaga, que já era problema no inicio da temporada e na partida foram usada a zaga reserva da Série B. Jomar até fez boas apresentações no estadual, mas foi o personagem principal na partida (negativamente). Rafael Marques está em fim de carreira e deixa a defesa mais lenta. Será que as vindas de Paulão, Breno e talvez Anderson Martins serão a solução?

Outro ponto é o ataque, Luis Fabiano veio como principal esperança de gols e até agora não fez o que era esperado. O Vasco ainda dispensou Ederson e devem sair Muriqui e Thalles. "Fabuloso" está com 36 anos e não deve jogar todas as partidas e não temos um substituto a altura, além disso, Milton não teria coragem de colocá-lo no banco de reservas, além do meia Nenê, que mesmo em péssima fase, vem sendo um dos destaques do elenco, junto com Douglas e Martín Silva, algo que os reforços até agora não mostraram a que vieram.

O Vasco tem muitos problemas, tanto dentro como fora de campo e a expectativa não é a mesma que de seu mandatário. Não creio que tenha elenco para cair, mas tudo dependerá das primeiras rodadas e da possível permanência de Milton Mendes, caso tenha uma seqüência de derrotas, mas vamos confiar e acreditar no vascão, que voltará no próximo domingo, dia 21, contra o Bahia, em São Januário.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é fundador e editor do blog Futebol Retrô. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.



Vasco é campeão pela décima vez da Taça Rio (Foto: Vasco/Divulgação)

Após empatar com o Flamengo em partida válida pela semifinal da Taça Rio, o Vasco venceu a final contra o Botafogo no Estádio Nilton Santos, em Engenho de Dentro, no placar de 2 a 0 com os gols de Douglas e Luis Fabiano, conquistando o décimo título da competição. Agora a próxima partida do Gigante da Colina será contra o Fluminense no próximo sábado, dia 22, com vantagem para o Tricolor.

Pela primeira vez no ano, o Vasco enfim venceu um time da Série A, mas ainda precisa ajustar algumas coisas e buscar reforços para a disputa do Campeonato Brasileiro. Mesmo vencendo a equipe mista do Botafogo e conquistando um titulo que em tese não vale nada por causa do péssimo regulamento implantado pela FFERJ, podemos ver muitas mudanças do Vasco do Milton Mendes em relação da equipe do Cristóvão Borges.

No primeiro tempo da final contra o Botafogo, Milton Mendes colocou o Vasco no 4-4-2, colocando Nenê mais avançado, bem próximo de Luis Fabiano com Pikachu mais afastado junto com Andrezinho, A equipe não jogava pelas pontas e jogava de forma mais lenta, diferente das partidas anteriores. No segundo tempo, Milton colocou Nenê na ponta esquerda e Pikachu mais avançado, mesmo assim a equipe não chegava ao ataque do Botafogo, mas o time mudou a forma de jogar após a entrada de Guilherme no lugar de Andrezinho, jogando pelo lado esquerdo até a entrada do Manga Escobar, que foi para o lado direito. Com a entrada do colombiano, além da expulsão do jogador do adversário, o Vasco melhorou na velocidade, arriscando mais nos contra ataques até chegar no placar, garantindo a vitória do Vasco e conquistando a Taça Rio pela décima vez.

Claro que o titulo da Taça Rio não vale nada para os planos do time, mas vimos um time em criação, que apesar das limitações, pode conquistar o título estadual. Apesar do trabalho do Milton Mendes ser positivo, ainda tem problemas. Hoje vimos um Vasco mais lutador, que se entrega e mais organizado, conseguindo jogar de igual para igual. A defesa está mais consistente, mas o ataque não tem correspondido e mesmo com gol, Luis Fabiano precisa mostrar pra que veio, que até agora não tem acontecido.

Apesar da experiência, o Vasco precisa focar mais na base e na juventude. Henrique a cada jogo cresce mais, Guilherme vem sendo um gigante, Douglas é talento puro, sendo um dos principais jogadores da equipe, além do Yago Pikachu. Claro que Nenê é um jogador diferenciado e Jean vem mostrando que na hora do perigo, tem ajudado a equipe.

No próximo sábado, dia 22, o Vasco enfrenta o Fluminense e Milton Mendes terá uma semana para ajustar esses erros e dar alegrias a toda nação vascaína rumo ao tri do Estadual e para enfim, o Campeonato Brasileiro.


*José Nunes (@JosecleiNunes) é fundador e editor do blog Futebol Retrô. Escritor, graduado em história. Ama futebol e um bom papo de botequim.