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Surpreendeu o Brasil, na manhã desta sexta (5), um dos maiores comunicadores Brasileiros de todos os tempos. Jô Soares. Deu inestimável contribuição ao humor, ao segmento de entrevistas, com a especial característica de levar ao principal canhão do Brasil,m que é a Globo, pessoal que dificilmente teriam (e não tem com quem o substituiu) a oportunidade de falar para tantas milhões de pessoas, alcançadas pela gigante televisiva. 

Contribuição dada também na discussão política, concordando ou não, isso é individual, com o mote das discussões que travavam as Meninas do Jô, o fato é que elas de forma simples traziam a discussão política a pauta, para muitos que eram totalmente alheios a ela. 


Jô foi humilde, ao realizar mais de 14 mil entrevistas e como já dito, em grande parte delas ouvir pessoas das mas diversas vertentes e que nunca teriam ali espaço. Sempre foi discreto, nunca se colocou como alguém que merecesse louros. Foi discreto na sua vida pessoal, com suas dores e amores, foi discreto na dor de ter e amar um filho com necessidades pessoais sob silêncio e não precisava calçar "Sandalhas de Humildade" e se deixar humilhar por idiotas para demonstrar humildade. Humildade, é reconhecer que por mais importância que se tenha, se é apenas um, é reconhecer que a nossa contribuição, ainda que possa ser grande, é pequena e quando irmos, o legado diz por si, independente dos louros. 

O Brasil tinha esperança de vê-lo novamente na TV, "achar" qualquer coisa agora é pesado, mas a impressão coletiva, é que quando tiraram o que ele mais gostava de fazer, iniciou-se o processo de sua perda. E nessa discrição já aqui tão citada, Jô pediu que o motivo de sua partida não fosse divulgado e que o enterro fosse em família. Que o segmento de celebridades tenha respeito ao menos uma vez e respeite sua decisão.

Agradecemos e reverenciamos um dos nossos maiores homens da nossa comunicação José Eugênio Soares (e que gênio), até breve, um beijo pro gordo. 


Amigos! Hoje 09/08/18 é um dia difícil para grande parte dos fãs de esporte no Brasil, para os profissionais da área da comunicação, especialmente os que trabalham no Esporte Interativo, mas especialmente para mim, que acompanhou desde antes do canal surgir em 20 de janeiro de 2007, desde a primeira parceria com a NGT, depois Gazeta, BAND, entre outras até o surgimento efetivo do canal. Foi realizado pela dona da emissora, a Turner/AT&T o encerramento das atividades dos canais no prazo de 40 dias, encerrando assim um sonho, como dizia o slogan da emissora e em realidade, uma forma única de fazer esporte, de transmitir esporte. Canal este onde tive a felicidade de escrever para um dos projetos de suas plataformas digitais e que marcou por ser diferente, por primar a emoção, angariando milhões de fãs com isso e como em tudo hoje, uma meia-dúzia de haters. 


Minha relação foi sempre de um carinho enorme com a emissora, pois nela havia algo de diferente, em que canal podemos ver tamanha entrega a emoção dos narradores e comentaristas? Em que canal não há qualquer restrição quanto a revelação do óbvio, que mesmo os profissionais do esporte são sim movidos a paixão e tem clubes de coração, sem que isso em qualquer momento interfira na qualidade da avaliação. Que canal iria ainda arcar com o ônus de dar espaço a um Jorge Kajuru, depois de todos lhe fecharem as portas, o EI deu.

Uma grande felicidade pra mim veio em 2008, onde através da comunidade oficial do projeto no finado Orkut, recebi a oportunidade de escrever para o Esquadrão Interativo, projeto na época que dava oportunidades a talentos vistos na comunidade. Foram quase dois anos muito legais, com várias matérias saindo na home, escrevi sobre F1, Seleção Brasileira, Futebol Italiano, Espanhol, dentre outros temas e em parceria com quem coordenava o projeto a época, criei o quadro Fala Fanático, que revivo aqui e que acabou servindo de base para vários outros formatos da emissora (ainda que eu prefira o nosso).

Parecia próximo o meu sonho, de estar ali trabalhando naquele método com o qual eu tanto me identificava, o único aliás com que me identificava, mas nossas histórias mudaram de patamar, sem que meu carinho mudasse, eu era então apenas espectador e continuava minha caminhada rumo ao meu sonho por outros projetos, como este agora, em que encabeço desde 2013 e que pretendo que não saia do Ar independente do que aconteça, porque assim como o "Esquadrão" de certa maneira "me revelou" (apesar de eu já escrever em blogs desde 2002) o que buscamos fazer é isso, revelar talentos.


A admiração prosseguiu, a NBA foi transmitida com maestria, a NFL se popularizou no Brasil muito por conta do canal, o MMA teve seu espaço e também cresceu muito no país, após muitos anos a emissora voltou a dar espaço para a Luta Livre na TV e com isso uma nova geração de fãs surgiu. Depois veio a compra por parte da Turner, eu sempre desconfiei, afinal, as empresas transnacionais vem aqui e fazem isso, compram as marcas, á princípio dão fôlego, mas depois a exterminam, há vários exemplos disso. Ainda assim a emissora durou ainda cinco grandes anos, apostando no futebol Brasileiro com transmissões das séries C e D, apesar da extinção do EI Nordeste (já no processo de americanização do canal) a Copa do Nordeste e os estaduais da região continuaram firmes e fortes, bem como a Copa Verde que jamais teria a visibilidade que teve não fosse o canal, talvez sequer a bola tivesse rolado.

Vimos também a ousadia com a transmissão de todos os jogos da Champions League, com correspondentes espalhados permanentemente por toda a Europa, o sonho era plenamente realizado, o canal um sucesso total, com grandes narradores, com os melhores comentaristas da atualidade, não há explicação lógica para o inaceitável fim, sai o sonho e fica o vazio, é como se eu fosse parte disso mesmo oito anos depois da minha última matéria no Esquadrão, é como se algo tivesse sido tirado de mim, como se o sonho tivesse terminado.


Mesmo perante a sensação horrível, ficam aqui algumas reflexões: Pensem milhões de vezes antes de aplaudir a compra de uma empresa nacional por parte de uma transnacional, o fim é praticamente sempre este, matam a marca, findam a "concorrência", a Turner tem no exterior o ínfimo TNT Sports, mesmo com o sucesso da franquia Brasileira, a não-ligação com a marca internacional não era interessante para o grupo, isto não é informação, evidentemente, é uma análise do que acontece no mercado pura e simplesmente.

O canal tinha infindáveis fãs, mas tinha um ou outro (e são barulhentos) haters, claro que o papel do Hater é de odiar, sem qualquer causa para tal, desde o início da minha jornada convivo com eles, mas mesmo vocês, não comemorem, se o grupo oferecerá para os front-mans de narração e comentário espaço para que cumpram os contratos vigentes com a marca das emissoras do grupo TNT e Space, o mesmo não acontecerá a vários profissionais de todas as áreas, centenas, desde o maquiador, o faxineiro, passando pelos câmeras, pelo pessoal da técnica, por todo o bastidor, até findar nos repórteres e apresentadores, que claro, sem uma específica emissora de esportes, ficarão sem emprego.


Não quero ser egoísta, mas minha dor é particular, do primeiro ao último momento eu fui movido pelo sonho de um dia empunhar o microfone deste canal, na função que fosse, comentando, narrando, reportando ou ancorando. Este sonho morre e eu vou curtir a dor disso, mas o sonho de empunhar o microfone com a cor que seja, já nenhum com carinho especial, com personalidade, com um estilo próprio e marcante segue, ficarão na lembrança os tantos momentos emocionantes vividos com o EI, que marcou sim época na história da TV Brasileira e que fez jus ao nome, com uma interatividade e uma ligação com o espectador, que dava a impressão de que cada um de nós, do outro lado da tela era parte disso, não acho que isso aconteça novamente, ser o amigo internauta é muito diferente de ser efetivamente parte de uma transmissão, de torcer junto.


Obrigado Esporte Interativo, não foi só um slogan, você moveu sim, grande parte dos nossos sonhos. 




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Entrevistamos o ator e locutor Renato Basilla (46), que falou sobre o filme que acaba de filmar e deve ser lançado em 2019, "A menina feita de espinhos", onde interpretará Rubens, personagem fundamental na trama. Além de falar sobre sua carreira e as dificuldades que quem trabalha com arte enfrenta no Brasil. 


Jovens Cronistas - Adriano Garcia: Conta um pouco pra gente sobre a história do filme e sobre o seu personagem?

Renato Basilla: Bom, como o próprio nome do filme já indica, trata-se de uma menina que nasceu com espinhos por todo o corpo e que contém um veneno que somente a própria é imune. A partir daí se desenvolve a história sobre as relações dela com a família, pessoas, preconceito, medo, julgamento e o quanto se valoriza a casca em detrimento do interior. Eu faço o pai da Kat, que é a personagem principal, meu nome é Rubens.

Um personagem desafiador pois ele se relaciona diretamente com a protagonista em todas as fases e não pode tocá-la, precisa sempre permear suas atitudes contra a raiva e frustração que ficam bem contidas, porém nítidas com sutileza, porque precisa dar amor, carinho e um apoio muito grande pra filha, que precisa enfrentar o medo, a falta de compreensão humana e um preconceito arraigado, carregado nojentamente por parte dos cidadãos ao redor dela.


E você considera esse o maior personagem da sua carreira de ator? Qual foi a sua emoção ao ser convidado? 

Basilla: Acredito que sim. Fiz alguns muito instigantes mas esse é mais completo e como é um dos protagonistas o envolvimento e a preparação são mais intensos naturalmente. Fui chamado inicialmente pra fazer o papel de diretor da escola onde “Kat” estuda, mas por desistência do ator que estava no papel do pai dela, e o Irajá Lima, um dos produtores do filme, me fez o convite para fazer esse outro personagem o que me deixou bastante feliz e satisfeito.


Você falou de outros personagens? Essa é a sua estreia no cinema? Fale um pouco pra gente sobre a sua carreira nas telas?

Basilla: Antes de mais nada e acima de tudo, amo cinema. Estou chegando próximo do filme independente de número oitenta desde 2011. Destes, 5 são longas metragens como esse da “Menina...”. Algumas participações em séries como “De(s)encontros do Rodrigo Bernardo que foi ao ar no Canal Sony, em “O Negócio” da HBO e “Gigantes do Brasil” no History Channel.


E nessa carreira árdua, porém com grandes vitórias, você também fez muito teatro, conta um pouco pra gente sobre essa experiência? 


Basilla: Sim, especialmente nos últimos quatro anos, completados no dia 27/07 na “Cia Mas Porquê?” de teatro infantil. Fiz teatro também na Escola de Atores Wolf Maya e depois com os amigos de lá mesmo levamos o espetáculo “A Capital Federal” pro Festival de Curitiba em 2008; em 2010 fiz parte do elenco de “Quarto do Nada” de Fernando Ceylão dirigido por Lucianno Mazza e em 2014 entrei pra “Cia Mas Porquê?” de teatro infantil onde fiz muitos textos diferentes com destaque para “A Bela e a Fera”, “Frozen” e “Pocahontas”, entre outras.


E o que representou pra ti esse trabalho no teatro infantil, com as crianças? Tem uma energia diferente? 

Basilla: É incrível trabalhar com crianças pela sinceridade e energia delas


E TV, você fez séries, como já disse, mas tens uma postura legal pra TV, até mesmo pra dramaturgia, como "galã". Te atrai a possibilidade de um dia fazer TV, fazer novelas quem sabe? 


Basilla: Olha, com certeza atrai por se tratar do ramo da dramaturgia mais desenvolvido (Globo) no país, mas não sou fanático por isso, ou não é meu foco principal. Obviamente não desperdiçaria uma oportunidade dessas que poderia, inclusive, divulgar e impulsionar meu trabalho para centros diferentes no país.



Eu te conheci como locutor esportivo, na WebRádio Gol & Rock (clique), o que me remete a dois outros caras que venceram em funções distintas no ramo da comunicação, o Marco Antônio que é um dublador dos melhores do Brasil e também locutor e o Carlos Alberto, dublador do Homer Simpson, que é também apresentador do Esporte Interativo. Como você vê essa carreira "paralela" como locutor? 

Basilla: Quem trabalha como artista no Brasil precisa ter múltiplas funções e aptidões pra conseguir sobreviver dignamente, principalmente no circuito independente, e pude aliar o trabalho com a voz que amo fazer desde os tempos de vocalista da banda de metal “Vorace”. Comecei em 2011 como locutor comercial no Estúdio Dublamax do meu amigo SÍlvio Puertas, depois dublagem e ano passado fiz o curso de Locução Esportiva no Senac Scipião onde conheci os amigos que hoje estão comigo na web radio Gol&Rock. Um agradecimento especial ao professor Gomão Ribeiro por acreditar em mim apesar da minha idade não ser a “padrão” para se começar algo, ainda mais nesse país.

Além do mais, sou maníaco por esporte e trabalhar com futebol é e sempre foi algo que quis fazer, um lugar onde sempre quis estar. Agradeço ao Rodrigo Tognato da Gol & Rock pela confiança e parceria. Sou afilhado do grande Geraldo José de Almeida e isso por si só já é muito inspirador.


Um grande tabu no esporte é o fato de que todos torcemos. Como você lida com isso nas transmissões?

Basilla:  (Risos)... Acho até que lido bem, no momento da transmissão encaro com bastante responsabilidade e respeito por quem está ouvindo, portanto não dá muito pra torcer ou se posicionar. A não ser em algumas escalas onde você, o comentarista e o repórter torcem pro mesmo time e este está perdendo... Aí rolam umas cornetadas mais ácidas, (risos). Então eu lido bem, antes de sermos praticamente qualquer coisa na vida já somos torcedores, portanto temos que ter bom senso e não negar o óbvio. 


Voltando a falar do filme, está em que fase, ainda em pré produção, em filmagens? 

Basilla: Na verdade já está na fase de pós produção, sendo editado, filmamos agora em julho e esperamos que a edição fique pronta amanhã! Ainda faremos a finalização na Irlanda e então acreditamos que estará pronto em 2019. 




E já há uma programação pra que o filme seja lançado, uma data no ano que vem? 

Basilla: Ainda não. Essas coisas são mais com os produtores, a Universo dos Livros que editou os livros da Fabiane Ribeiro está junto conosco também e então ainda haverá muitas ações de divulgação e marketing atreladas. Estaremos dia 11/08 na Bienal do Livro de São Paulo divulgando o filme, por exemplo. 

Nos próximos cinco anos, como você enxerga a sua carreira? 

Basilla: Espero ainda estar fascinado pelo que faço, cheio de sonhos e novos projetos, sou muito grato e feliz por ter escolhido esse caminho e quero aproveitar cada segundo, cada quilômetro do percurso.


Qual a pergunta que você gostaria de ter respondido e eu não fiz? 

Basilla: Acho que talvez sobre as condições dos profissionais da arte no Brasil. É importante se posicionar a favor da sua profissão, dos seus parceiros profissionais e da falta de uma política de carreira para os artistas que envolvesse aposentadoria e auxílio aos menos afortunados. Nosso sindicato é inoperante e manipulado, portanto sem a união de todos fica difícil mudar o “status quo”.


Nessa então eu emendo outra pergunta, se fala muito da "Lei Rouanet" e muitos até com desrespeito a arte em si, de que o Estado "nada tem com isso", o que você pensa do mecanismo e como ele poderia na sua opinião ser mais eficaz?

Basilla: Penso que é o mecanismo certo com o povo errado. Você só vê gente que tem "estofo" artístico e de produção ser favorecido pela lei, não quem realmente precisa mostrar a cara, além desse suporte financeiro. Porque eu penso isso? (como dizia Salvador Hugo Palaia, ex-Presidente do Palmeiras) Porque aqui tudo tem cunho político, politicagem e jogo de interesses. Simples assim.


Seu recado final para os nossos leitores e o público? 

Basilla: (Com um relógio de bolso balançando à frente dos leitores:) Assistam “A Menina Feita de Espinhos”, assistam “A Menina Feita de Espinhos”, assistam... (risos), um grande abraço a todos e tenho a impressão de que irão se surpreender com esse filme.



Deixamos mais que aberto o convite para uma nova entrevista, tanto quando do lançamento do filme, como para novos trabalhos, agradecemos grandemente pela entrevista. 




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Imagens: Acervo do entrevistado. 



Em Outubro, em matéria acadêmica para o Garoa News (clique) e com apoio técnico do amigo e colega de faculdade Valter Silva, estive na coletiva de lançamento de "Hebe, o Musical" em cartaz desde 12/10 e que tinha encerramento previsto para 17/12, mas que para deleite dos fãs e após ser merecidamente premiado, voltou para a temporada 2018 ao palco do Teatro Procópio Ferreira, um espetáculo que dignifica em todos os detalhes a figura de Hebe Camargo, matando um pouco a saudade do público e a apresentando para quem não conheceu todas as fases de sua carreira maravilhosa, além de representar um marco no que tange a musicais no Brasil, um segmento ainda pouco explorado em nosso teatro.


De Artur Xexeo, com direção de Miguel Falabella e Débora Reis interpretando Hebe na fase adulta, o espetáculo promete (e cumpre) emocionar os fãs da apresentadora e á todo público trazendo os amores e momentos marcantes desde o nascimento, da maior diva da TV Brasileira. Hebe, teve seu nome escolhido pelo pai, inspirado pela “Deusa da juventude”, já antevendo o que ela se tornaria ao longo de sua carreira, um exemplo de jovialidade e quebra de paradigmas.

Segundo Falabella e Xexeo colocaram na coletiva, o espetáculo musical inspirou-se nos teatros de revista franceses. Retratando todas as fases de sua vida no palco, não buscando ser um espetáculo biográfico, mas sim remetendo a Hebe do imaginário das pessoas, além do sensacional resgate da cantora que Hebe foi. A família da apresentadora participou de toda a concepção do espetáculo e cedeu roupas e jóias, que foram fielmente reproduzidas pela equipe técnica, trazendo um cenário absolutamente realista, fazendo com que se sinta a presença da homenageada.



Em cerca de duas horas e vinte de show, a intenção é a integração total do público. Segundo Miguel Falabella, para isso o entrosamento de todos os membros da equipe é fundamental e notado claramente no espetáculo. 


Destaca-se também a ousadia da cenografia, da reprodução do preto e branco na fase sem cor da TV, trazendo ainda mais realismo, ainda mais o clima do início de carreira de Hebe, início também retratado na brilhante interpretação de Carol Costa. 


O que se vê no Musical é uma introdução fiel ao mundo de Hebe, ao mesmo tempo que feita de uma forma leve e lírica, completa, com a representação de todos os que tiveram papel fundamental na vida da apresentadora. Foi cumprida também a missão de trazer um público além do habitual para o teatro, pela figura de Hebe, pelo sucesso de crítica, pela forma linda como é conduzido o musical, seja nas coreografias de Fernanda Chamma, na parte musical e vocal com Daniel Rocha e Guilherme Terra, enfim, em toda a parte técnica, cenografia, luz, uma superprodução á altura da homenageada. O ponto mais alto em emoção da temporada do ano passado, foi a presença de Lolita Rodrigues, evidentemente retratada na peça, que com Hebe formou um trio marcante com Nair Bello, também esteve presente no mesmo dia o grande amigo de Hebe, cantor, Agnaldo Rayol. 


Devido ao grande sucesso, a peça fica em cartaz até 01/04, com apresentações as quintas e sextas 21h, sábados 17h e 21h e aos domingos as 18h  e com sessões populares, as quais o público pode obter informações através da página no Facebook Hebe, o Musical (Clique)  e do site do Teatro Procópio Ferreira (Clique). Vale muito aproveitar essa oportunidade única e conferir o espetáculo que reestreou no último dia 04/01.


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Confira em GaroaNews o texto que retratou o lançamento da peça (clique)



Imagens: Divulgação. 





Bem amigos! Eu tenho por questões de tempo e pela condução brilhante do companheiro Claudio Porto deixado um tanto este espaço de Editorial do nosso projeto, apesar de coordenar a equipe. Mas chegou o momento de nos manifestarmos sobre este tema, o racismo e consequente demissão do renomado jornalista William Waack da TV Globo e como eu, que respondo pelo projeto (e por quaisquer consequências de qualquer texto aqui publicado) tenho este dever de fazê-lo, por pormenores sérios que este texto possa trazer. Antes de mais nada quero deixar muito claro, Jovens Cronistas é FAVORÁVEL institucionalmente à demissão do jornalista, por crer que sua conduta preconceituosa é inaceitável e não condiz com o que se espera de um formador de opinião, um ente informativo e aglutinador da sociedade que é o que representa um âncora com tanto alcance como ele. Mas como dito, há alguns questionamentos muito sérios a serem feitos em relação a como se deu essa decisão de afastamento definitivo da emissora.


O primeiro ponto é deixar muito claro, o incidente racista envolvendo o jornalista ocorreu no pleito presidencial dos EUA em 2016 e só foi vazado (porque Waack coleciona inúmeros desafetos na emissora por sua postura centrista e arrogante) em Novembro deste ano, exatamente quando a infeliz fala completou exato um ano, ou seja, com a alta cúpula do jornalismo (no mínimo) da emissora sabendo do comentário (afinal, o material bruto passa pela ilha de edição, enfim) o jornalista foi mantido impávido e colosso em sua bancada do Jornal da Globo e em seu estúdio do GloboNews Painel, na GloboNews, sem qualquer reprimenda, sem que qualquer questionamento fosse levantado, curioso não?

Isso deixa claro a qualquer um que pense, que a decisão tomada pelas Organizações Globo de demitir o jornalista não foi tomada em nome do que diz o seu comunicado oficial: "A TV Globo repudia o racismo em todas as suas formas e manifestações". Será mesmo? Então por que a própria cobertura ao vivo da eleição, onde sem dúvidas o diretor de jornalismo via (ou teve acesso depois) o link ao vivo e que é autor de um livro coincidentemente (coincidência um tanto mórbida) intitulado "Não somos racistas", não ocasionou o afastamento e consequente demissão de Waack? Isto veio um ano depois e jamais viria, não fosse vazado o vídeo e certamente o apresentador lá continuaria, reprimindo suas colegas de emissora e tecendo comentários de duplo sentido, centristas e preconceituosos. Aliás, só ficamos sabendo disso porque Diego Rocha Pereira, que no dia 8 de Novembro passado vazou o comentário, foi demitido no começo do ano, caso o profissional ainda estivesse na emissora, o caso jamais viria á tona.


Portanto, essa lacração, essa visão progressista que as Organizações Globo tentam passar em algumas atrações e nessa decisão não passam de estratégias de atração de público. A verdadeira faceta deles é a mesma de sempre, da emissora que apoiou a Ditadura Militar e que tem um padrão longe de ser inclusivo. Sobre Waack, o caminho para ele está aberto por Sílvio Santos para que ele assine com o SBT, imaginem juntos Sherazade e Waack, "que dupla". Aliás, ao contrário do que dizem os comunicados da Globo, o jornalista não demonstrou em nenhum momento arrependimento pelo que disse, ao contrário, cobrou a Globo pela recontratação do "vazador" (outra atitude pra dizer que "lacrou") e por não ter se preocupado em "preservar sua imagem" ou seja, mascarar a mesquinhez do que SEMPRE FEZ fora do Ar e do que muitas vezes indiretamente ou quase diretamente fez no Ar. O caminho (infelizmente) para o jornalista deveria ser o ostracismo, pelo peso de seu ato, mas tudo indica que ele seguirá influenciando pessoas e que talvez até ganhe uma ação na "justiça" por danos morais, este é o "inclusivo" Brasil.



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Imagens: Reprodução YouTube e Instagram. 



Por Joseclei Nunes (@JosecleiNunes)

Faltam apenas nove dias para o carnaval e o inicio dos desfiles das Escolas de Samba, que começa na sexta Grupo de Acesso A e depois no domingo com o grupo especial. Apesar de toda tensão do pré-carnaval, além alegorias em período de finalização, entrega de fantasias e apostas de quem será campeã e volta para os desfiles das campeãs, outro assunto vem sendo comentado, aliás, já é um assunto bem comentado nos últimos anos no carnaval, que seriam a as transmissões dos desfiles e os direitos de televisão envolvendo os envolvidos.


Desde 2013, a Globo passou a transmitir apenas no Rio de Janeiro, os desfiles do Grupo A, que até então, passava em outras emissoras, enquanto o canal transmitia os desfiles de São Paulo. Para muitos de nós sambistas e envolvidos no carnaval foi bem positivo, porém, com dezenove agremiações, o canal optou em transmitir a partir da terceira e quarta escola e passar um compacto das primeiras após o termino da ultima escola, porém isso foi comentado e esse formato foi repetido nos anos de 2014 e 2015. 


Já no Grupo Especial, o canal passava os desfiles na integra, repassando os direitos dos desfiles das campeãs para outra emissora (Band e SBT), mas em 2014 ela resolveu passar os desfiles na TV Fechada, no Canal Viva, que pertence ao Grupo Globo começando uma pequena revolta entre os sambistas. Ano passado ela resolveu usar formato que tinha no Grupo A, levando para o Grupo Especial e além disso, terminando de vez as transmissões do desfiles das campeãs, acompanhando apenas pela internet, em seu portal de notícias, o G1. No fim do mesmo ano ela resolveu se meter mais no carnaval, querendo transmitir os desfiles a partir da terceira escola de cada dia, prejudicando as agremiações como Estácio de Sá, União da Ilha, Vila Isabel e Salgueiro, colocando apenas um compacto após o termino da ultima agremiação, gerando uma grande revolta entre as escolas envolvidas. Agremiações, sambistas e componentes foram até as redes sociais protestando contra a decisão da Globo, que teve que acatar, mesmo assim, não vai transmitir a primeira escola de cada dia (Estácio e Vila Isabel), transmitindo o desfile na integra no fim das ultimas escolas.


Após esse período, muitos comentaram essa situação envolvendo a transmissões dos desfiles e os envolvidos que passam os direitos televisivos. A cada ano a Globo tem dado poucos espaços as escolas nos desfiles, apesar de algumas divulgações em seus telejornais como o RJTV e Bom Dia Rio, além das famosas vinhetas que passam no intervalos de sua programação, mas  em si, a transmissão vem perdendo o espaço em sua grade de programação. Claro que essa discussão será longa e muitos de nós teremos que ver o que seria melhor para cada um.


Apesar disso, na parte do carnaval vem crescendo a cada ano. Como a especialização sobre tema, chegada de livros enriquecendo a história cultural do carnaval e isso poderia aprimorar para dentro da transmissão, porém isso não tem acontecido. Não sei detalhes sobre a negociação entre a Globo e a LIESA, mas sei que a emissora tenta interferir na questão dos desfiles, como diminuição do tempo de desfile, alegorias e componentes, gerando revolta entre os dirigentes de algumas agremiações. Claro que a Globo primeiro pensa em seu interesse e para manter as transmissões, que vem perdendo a cada, oferece propostas que seriam “cruéis” para o carnaval. Um desfile com menos componentes, por exemplo, pode gerar perda de rendas para as escolas, que em muitas delas ainda dependem, por exemplo, de renda vinda da prefeitura e até mesmo da própria emissora. Outro fato seria colocar o inicio dos desfiles para mais tarde (em São Paulo, creio eu, começa 23 horas), mas as escolas também não concorda pela questão de encerrar o desfile na luz do dia, apesar que na história, há desfiles antológicos sobre a luz céu, como a Mocidade em 1996.

É claro que ambas precisam entrar em acordos, principalmente para o carnaval. A Globo como detentora dos direitos poderiam fazer isso, como faz em relação a outros esportes e até eventos como o Rock in Rio, repassando os desfiles para canais de seu grupo como Multishow, GNT, +Globosat e entre outras, como também colocar no Pay Per View, já que nesse intervalo na temporada do futebol brasileira também seria uma boa, alem de repassar os direitos de desfiles para canais online como o youtube, onde ano passado retirasse todos os desfiles, podendo trazer um publico mais especifico e apaixonado como vimos no tênis e no automobilismo. Também precisa renegociar os direitos dos desfiles das campeãs, algo que se tornou o costume para muitos, principalmente para os que acompanham os desfiles na Intendente Magalhães, usando o mesmo formato que citei para os desfiles ou mesmo para uma emissora com a TV Brasil.


Ainda veremos muitos capítulos sobre esse tema, mas espero que todos saiam felizes e que o carnaval continue mais forte para o bem de todos. 

*Joseclei Nunes é fundador e editor do blog Futebol Retrô. Escritor, graduando em História. Ama futebol, politica, escolas de samba e um bom papo de botequim. 

Imagem: Getty
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"Ai de mim", esse clamor Grego é o hoje clamor de todos nós, "Ai de nós", este plano, este mundo ficou um pouco mais órfão intelectualmente nesta manhã, em que Antônio Abujamra nos deixou aos 82 anos, como aliás demonstrava desejar, e não em um hospital com uma sonda.

A contribuição de Abu foi enorme, no Teatro, como Diretor, revelando talentos e assinando belas obras, na TV com personagens emblemáticos não importando o tamanho do trabalho, mas o trabalho que mais me marcou pessoalmente foi o seu último, o enigmático "Provocações", que navegou sob a social, e aclamou a dúvida por quase 15 anos em suas 695 edições, além disso o programa levou a filosofia e a poesia ao alcance das pessoas, levou as pessoas á refletirem, á adquirirem conhecimento, algo tão raro na TV Brasileira, ainda mais na faixa final do horário nobre.

O consolo nesse momento vem da certeza de que sua obra é eterna, a saudade fica, os admiradores ficam, a família fica e os nossos pesares para ela, mas a sua obra é enorme e imortal.

Muito obrigado, Mestre Antônio Abujamra.


Poemas e crônicas de encerramento de Provocações (Youtube)


Vá Mestre Antônio Abujamra, sua missão está cumprida.
Vá agora desvendar o grande mistério da vida.
O que há do outro lado, o tudo, ou o sombrio e silencioso nada.


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13 de Junho de 2013, com um texto sobre um tema que me é muito caro que é a cidadania/política, tinha reinício a minha caminhada no sonho de comunicar, eu estava muito bem, tendo ótimas audiências no blog de Pró-Wrestling (Luta Livre Americana) Brazil Live Wrestling, quando indaguei ao webmaster Cleiton Pereira, o meu desejo de fazer um Blog de entretenimento, que pudesse contemplar todos os assuntos que me são relevantes, e que possam ter relevância para todos, com liberdade, e uma linguagem clara, dura e direta, inicialmente o projeto começou levando meu nome "Blog do Garcia", mas cresceu, ficou maior do que eu, e com "A Little help from my Friends",  criamos um público cativo nas frentes em que atuamos, e desejamos ampliar cada vez mais, esse projeto não nasceu para uma vaidade pessoal, nasceu para servir ao povo, e revelar talentos.

Pouco menos de um ano e quatro meses depois cá estamos, já com muitas histórias pra contar, cada vez mais fortes, com cerca de 200 mil Views em 1000 textos (contando claro, os rascunhos, devem ser cerca de 900 textos), pode parecer pouco, mas com a estrutura que trabalhamos, divulgação manual e sem ter alguém específico para a função e sem jamais ter feito anúncio ou "truques" para angariar mais curtidas e seguidores, esse número é muito positivo, agradeço á cada um que participou desse sonho, falando mal ou bem, achando o projeto "pequeno demais para si" ou apenas por questão de tempo e logística, e agradeço mais ainda aos companheiros que aqui seguem, com a missão de comunicar e de contribuir em algo para o leitor.

É complicado fazer citações especiais, temos aqui uma Cronista que nos coloca todos no chinelo, falando de futebol, o que deve enlouquecer uma pequena minoria burra e machista, que é a querida Deny Freitas. Temos Mario Magalhães, consagrado Cronista de Pró-Wrestling que nos dá a honra de emprestar seu talento para comentar as coisas do Colorado e o Futebol Inglês. Temos Joseclei Nunes que é um parceiraço, dedicou muito tempo somente á este projeto e agora começa á criar asas (se voar que seja pra algo maior) e traz as coisas do Vasco e do futebol Argentino, demais Cronistas do "Papo de Torcedor" que é um quadro que nos rende grandes resultados como JP e os Leonardos (Menezes e Luiz), o primeiro amigo de longa data. E dois "irmãos mais novos" que tenho, um tanto sumido por que tem estudado mais anatomia do que as matérias curriculares que é o Victor Santos, e o nosso garoto prodígio que um dia terá voz grossa, e é o "Homem NFL" de nosso projeto, além de ter feito ótimo trabalho na Copa, Gustavo Rezende. Além de Ricardo Machado, que chegou há pouco tempo, mas é um rapaz sensacional e de muito futuro. As portas para mais cronistas estão sempre abertas (sobretudo setoristas/torcedores), mas tenho uma equipe como gostaria de ter, de muito talento, jornalismo não é diploma, é a vocação para comunicar, e os que aqui estão tem isso de sobra.

É tudo improvisado, mas vou listar um Top Textos de nossa história que tem como regra o quão foram marcantes (independente de audiência):

25 - (Leonardo Luiz) - Papo de Torcedor SANTOS - Especial Eleições! - Em um dos momentos mais críticos da história do Peixe, Leonardo Luiz deu grande contribuição para o torcedor Santista avaliar os que até então, pleiteavam a cadeira de comando do time.

24 - (Adriano Garcia) - Eleições 2014 - Dilma venceu, não adianta torcer contra (Clique) - O texto que encerrou nossa (modéstia á parte) brilhante cobertura das eleições 2014.

23 - (Gustavo Rezende) - Especial - A evolução dos Brasileiros nos Esportes Americanos (Clique) - A ótima abordagem de Gustavo Rezende sobre o crescimento da participação dos Brasileiros nos Esportes Americanos.

22 - (Adriano Garcia) - Reformas Necessárias - Reforma Política (Clique) - Um texto que todo cidadão deveria ler, a reforma política que realmente nos interessa.

21 - (Leonardo Menezes) - Papo de Torcedor GRÊMIO - STJD, racista é você! (Clique) - A histórica crônica de repúdio ao ato do STJD de ter excluído o Grêmio da Copa do Brasil, mesmo o clube tendo contribuído para o indiciamento dos infratores, no "Caso Aranha". 

20 - (Equipe JC) - A emoção de cobrir uma Copa do Mundo! (Clique) - O nosso time na Copa, falando da marcante cobertura em nossas vidas.

19 - (Adriano Garcia) - "Dia do Rock", pena o presente não repetir o passado (Clique) - Especial que retratamos as fases do Rock.

18 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Dunga de volta á Seleção: Renovação ou retrocesso? (Clique) - Nesse texto Deny abordou os aspectos da nova era Dunga, que ali tinha início.

17 - (Adriano Garcia) - DESCENDO A LENHA - Greve SIM, Hipocrisia não! (Clique) - O que você acha que move muitas das greves no setor público? Confira a polêmica e contundente opinião.

16 - (Victor Silva) - Os grupos da Copa 2014! (Clique) - Em Dezembro de 2013, o que um de nossos Jovens projetava para a Copa.

15 - (André Freitas) - A queda de rendimento do Barça, e ascensão do Atlético de Madrid (Clique) - Ainda no início de 2014, André Freitas diagnosticava um processo de declínio no Barça.

14 - (André Freitas e Adriano Garcia) - DESCENDO A LENHA - O gigante não acordou! (Clique) - Um quadro pelo qual tenho muito carinho, e nesse texto questionador, a anarquia contraditória com a inercia que viria á frente é questionada, afinal, de que valeram as manifestações?

13 - (Adriano Garcia) - A morte de Eduardo Campos e o quadro político - A análise do momento mais marcante das eleições em 2014, a morte que chocou o país.

12 - (Mario Magalhães) - Papo de Torcedor INTER - Meu Eterno Camisa 9 (Clique) - A emocionante homenagem do torcedor Colorado á Fernandão.

11 - (Gustavo Rezende) - Quatro vezes Tom Brady, a lenda (Clique) - Texto sobre o recente SuperBowl, e a quarta conquista do lendário Brady na NFL. 

10 - (Joseclei Nunes) - Futebol Brasileiro - Vivendo á sombra do mata-mata (Clique) - Texto em que Joseclei Nunes aborda a busca de alguns pelo fim da fórmula de competição da Liga Nacional nos principais centros do futebol no mundo, que são os pontos corridos. 

9 - (Adriano Garcia) - "Protestos em SP, falta de diálogo banaliza a causa" (Clique) - Texto que inaugurou o blog, retratando o cenário de protestos em SP no ano de 2013.

8 - (Adriano Garcia) - Venceu o melhor, Alemanha é TETRA! (Clique) - A análise do merecido título Alemão na Copa 2014.

7 - (Adriano Garcia) - 103 anos de glórias do Corinthians (Clique) - Homenagem no quadro "Papo de Torcedor" aos grandes ídolos da história do Corinthians.

6 - (Adriano Garcia) - A derrota era esperada, a humilhação poderia ter sido evitada (Clique) - A crônica da tragédia, da maior humilhação da história do futebol Brasileiro, a crônica do 7 x 1

5 - (Mario Magalhães) - Papo de Torcedor INTER - GreNal ofensivo! (Clique) - O texto de futebol mais visto de nossa história tinha de ser de um GreNal recheado de polêmicas, o maior clássico do Brasil, um dos maiores do planeta. 

4 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Futebol é coisa de mulher SIM! (Clique) - O marcante e genial texto de estréia de Deny Freitas, onde ela desmistifica o mito machista de que mulher não entende de futebol.

3 - (Adriano Garcia) - Vinte anos sem o herói, Ayrton Senna (Clique) - Nossa homenagem ao eterno herói Brasileiro, Aryton Senna, do Brasil!

2 - (Diego Torbes) - Papo de Torcedor GRÊMIO - Fernandão Ídolo da gentileza, e grande na rivalidade! (Clique) - A marcante homenagem de um Gremista, ao grande ídolo Colorado, Fernandão. 

1 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Violência no futebol: Clubismo ou insensatez? (Clique) - Sou um grande fã de Deny como Cronista, e a abordagem dela sobre a violência no esporte foi fantástica.



Espero ter sido justo nas escolhas, feitas com o coração, e espero que gostem e naveguem por essa coletânea de textos, e que sigam nos acompanhando, ao infinito e além, muito obrigado á todos vocês que nos acompanham, razão de nossa existência.

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20 de Janeiro, dia do aniversário de Nascimento da minha eterna rainha, minha mãe Lucimar (ela tinha pavor de ser chamada de "Dona"), que me abençoa onde estiver, essa já é uma data emocionante por conta disso, mas justamente no ano em que ela nos deixou, 2007, surgiu algo que marcou a minha, e a vida de muitos Brasileiros, a chegada de um canal de esportes feito por e para torcedores, que não tem medo de transparecer a emoção do Esporte, por um suposto detrimento ao "Jornalismo sério e isento", o Esporte Interativo que hoje completa 8 anos cumpre a sua mais fundamental missão, a de criar um elo entre o torcedor e o comunicador, um elo não apenas baseado na interatividade que está até no nome, mas justa e fundamentalmente em relação a emoção, que transbordou e transbordará nas suas transmissões históricas.


E é impossível falar de eventos históricos, sem citar a aposta fenomenal do EI nas meninas de ouro do nosso Handebol (Clique) , hoje o preço foi inflacionado, o grupo forte de TV Paga no Brasil detém exclusividade nos direitos dos jogos, mas somente o EI apostou no esporte e nessas meninas, foi no EI que choramos com a derrota em casa, e quatro anos depois nos emocionamos á cada passo dado, até a derradeira vitória que levou todos as lágrimas de celebração, de alegria. Eu acompanho o EI desde antes de ele ser uma emissora, desde que ele era apenas um produto da TopSports que inseria jogos nas programações de NGT, Cultura, Bandeirantes e Gazeta, até que nascesse esse canal que tem uma característica muito interessante, todo esporte que o EI toca cresce em interesse, foi assim com o Handebol, foi assim com a NFL, eu mesmo jamais me imaginei vibrando com Futebol Americano e hoje sou um assíduo espectador, foi assim com a Luta Livre Americana (WWE-PróWrestling) que apesar de já ter sido transmitida no SBT e o Telecatch nacional ter nomes históricos como Michel Serdan e Ted Boy Marino, foi com o EI que o interesse da garotada cresceu pelo esporte, o EI acompanhou e foi peça fundamental no crescimento do interesse do Brasileiro pelo Futebol Europeu, enfim, André Henning não exagera quando diz que no EI é diferente, sua chegada modificou completamente a forma de se transmitir esportes, e isso tem feito escola.

Vale mencionar também a enorme contribuição dada pela emissora na revelação de profissionais, alguns deles seguem na emissora, formando um casting muito forte, outros já não fazem mais parte da empresa, mas certamente trazem em seu DNA profissional muito do que aprenderam no EI e tem a empresa num lugar especial em seus corações e mentes.

Por fim, quero particularmente falar de meu orgulho, sim, mesmo que de forma discreta fui parte disso, em 2009 com o projeto "Esquadrão", que era ancorado pelos destaques da comunidade oficial do EI no extinto Orkut, tínhamos esse Blog hospedado pelo EI e foi de grande honra e aprendizado, de alguma maneira criar conteúdo e contribuir para esse maravilhoso projeto, que tende somente a crescer, com a cobertura fenomenal dos eventos de lutas, com a oportunidade fantástica e vanguardista que promove ao Brasil de mostrar-nos o futebol Nordestino com um canal todo voltado para a região, e colhendo o que plantou, com a oportunidade de através do EI Plus, transmitir todos os jogos da Champions League á partir da próxima temporada, uma experiência inédita no Brasil.

Falo por mim, mas creio que endosso também as palavras de meus colegas de equipe, o EI tem aqui fãs, espectadores assíduos, admiradores, e até mesmo defensores se necessário. Contrariando interesses poderosos, o EI cada vez mais se estabelece, com emoção e qualidade, e que um dia possamos voltar a nos cruzar, pelas estradas da crônica esportiva. Parabéns, e MUITO OBRIGADO POR TUDO, Esporte Interativo, que venham muitos outros aniversários.


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Amigos, é difícil saber o que dizer quando se perde uma referência, e esse ano foram algumas, para falar de Cronismo Esportivo, além de Maurício Torres, perdemos o mítico Luciano do Valle. E agora perdemos um mestre do Esporte, um mestre da TV, um Corintiano mais do que ilustre, e uma referência de ser-humano, me desculpem se for uma nota pândega, mas realmente é difícil escrever numa ocasião como esta, perdemos o nosso Dr. Osmar.



Desde 1966 na crônica Esportiva, Osmar já participou de grandes equipes, com nomes como Juca Kfouri, Roberto Petri, Juarez Soares, Orlando Duarte, sem falar no mítico Luciano do Valle e o seu eterno Show do Esporte, um divisor de águas para um país que até então só entendia o futebol como esporte. Osmar de Oliveira trabalhou em todas as emissoras Paulistanas de TV nesses 48 anos de carreira ininterrupta como Jornalista esportivo.

Na medicina, era um gênio da medicina esportiva, serviu o COB, a CBB, e teve sua passagem mais marcante e longa no Corinthians, seu time de coração.

Quem me conhece sabe que sou Corintiano, que toco o "Papo de Torcedor", junto agora á Deny Freitas. E fui um Corintiano que tive o privilégio de estar próximo de Osmar em alguns momentos, e se ele era torcedor no Ar, e foi criticado por alguns por isso (o que é uma grande bobagem pois isso jamais influenciou sua visão de futebol) fora do Ar ele era simplesmente um do bando, da massa, ele nunca deixou de estar ao lado do povo, da torcida, ele era "maloqueiro", e deixou de ser sofredor á muito, pois não mais sofremos. Ele era um símbolo do Corinthianismo, como diria Toquinho, ele era "um pouco mais Brasileiro". Sem ele perdemos a nossa representação na TV que gostassem ou não, era junto á Juca Kfouri o único respeitável incondicionalmente, dentre tantos "Corintianos", que trabalham com o objetivo de "trazer a Nação" para seus programas/transmissões, perdemos nossa representação, e todos perderam um grande analista de futebol.

Osmar de Oliveira se foi, mas deixa um eterno legado como Cronista Esportivo e como médico. Deixa a saudade nos que com ele conviveram, mas como ele mesmo dizia, uma coisa ele leva: "Não sou Corintiano de coração. Sou Corintiano de alma, por que a alma nunca morre".




É isso ai rapaziada, meu nome é Jefferson Fernando, tenho 18 anos, e sou o mais novo membro desse time.
E o que dizer a mais sobre mim, para que me apresente direito pra vocês, e não só com coisas fúteis como meu nome e idade? Sou apaixonado por filmes, games e series dês de sempre. Meu Filme favorito é Rocky I e II, meu game favorito é GTA San Andreas, minha serie favorita é Seinfeld, e espero estudar cinema ano que vem.
Fora isso curto Star Wars, Poderoso Chefão, games em geral, series em geral, aquela nerdisse toda. Aqui com vocês gerarei revolta, ódio, amor e nostalgia em seus pequenos corações com criticas, embates e analises diversas sobre tudo o que entretêm (ou não).
AH, e antes que eu me esqueça, sou comediante também, vira e mexe to fazendo Stand Up por essas terras. Mas isso foi só um merchan barato.




É isso rapaziada, em Ritmo de Copa, porque não postar uma pequena resenha sobre filmes de esportes? Claro que, como não da pra fazer apenas de filmes sobre o tal futebol (afinal não são muitos em números e nem em qualidade), vamos sem preconceito falar de todo tipo de filme baseado em esportes.
E pra começar, já que a seleção não ta aquelas coisas, vamos de Boxe (futebol mesmo só quando o Hulk quebrar a perna e a seleção jogar bem). Então sente-se que lá vem dois figurões de filmes dos anos 70/80/90, e que até hoje tiram suspiros nostálgicos dos fãs.


De um lado, Sylvester Stallone, astro de Rambo, Stallone Cobra, Falcão Campeão dos Campeões, Juiz Dred, Tango & Cash, fuga para vitoria, e se nenhum desse filmes tocou seus sentimentos, ou sua testosterona, não se esqueça que ele é também Rocky Balboa, o batedor que mais apanha da historia dos cinemas (fica chateado não John Mcclane).

E do outro lado, Robert De Niro, astro de Cabo do Medo, Taxi Driver, Os Bons Companheiros, Cassino, Jack Brown, entre muitos outros, e claro, Touro Indomável, com o cabeça quente e autodestrutivo Jake LaMotta.

Ai você, pessoa que teve o prazer de ver esses filmes em suas estréias (inveja de você, fui nascer em 96 D:), em algum momento da sua vida, chegou a comentar com seus amigos: E ai mulecada, se Jake lutasse com o Rocky, quem venceria?

E ai provavelmente foi uma discussão do c#$%@, você acabou realmente dando um cruzado nesse seu amigo, e depois tudo voltou ao normal e ninguém mais tocou no assunto.

Ai, décadas depois, vocês já adultos, recebem a noticia de que, essa luta realmente iria acontecer, seria essa a chance de provar que você tinha a razão naquela agressão a seu amigo anos atrás?

Você espera ansiosamente, chega ao cinema, suas mãos tremem, e assim que o projetor começa a rodar seu coração bate mais rápido.

E ai no fim de tudo, quando você finalmente sai do cinema. Você sente que mesmo após todo seu tempo e dedicação pra entender e gostar do filme, a resposta pra quem venceria: Rocky ou Jake continua incógnita.
Isso porque, Stallone e De Niro, agora sobre as alcunhas de Henry "Razor" Sharp e Billy "The Kid" McDonnen, estão anos luz de suas atuações em Rocky e Touro Indomável.

Talvez não fosse surpresa pra ninguém que esse seria um filme de comedia, e talvez não fosse surpresa que todos os dramas que te emocionaram nos filmes originais, agora estariam convertidos em piadas estereotipadas, mas ei, nós fãs temos o direito de nos iludir sonhar não é?!

Mas falar simplesmente desse filme, seria tão doloroso pra mim como fã escrever, e pra você como fã ler. Nos poderíamos gastar horas aqui falando da raiva que a gente sentiu da versão barata do Mickey Goldmill, vivida pelo ator Alan Arkin, ou do Kevin Hart de alivio cômico engraçaralho, ou até do Anthony Anderson que tomou o remédio do Faustão e murcho igual uma fruta (ou pneu sem ar, né não cacildis?!)
Mas já que esse filme não nos trouxe uma resposta sobre quem é melhor lutador, Balboa ou LaMotta, que tal se pensarmos nos atores? Stallone vs De Niro, vamos lá:

 
Bom, Robert De Niro marcou os anos 90 com atuações memoráveis. Cabo do Medo, onde ele gastou dois mil dólares pra amarelarem seus dentes pro seu papel, e mais vinte mil pra concertarem depois do filme, e Taxi Driver, vivendo o extremo do neurótico (AIU TOQUE NEMI?). Não a sombra de duvida de que suas atuações são muito mais profundas que as de Stallone, que nunca foi conhecido por  se transformar de personagem a personagem, e nem conseguir prender você como De Niro prendia, e isso meus amigos, da o primeiro Round pro Touro do Bronx, De Niro sai na frente.
Mas ai vem à marca que uma geração deixa. E lembre-se, que marcar uma geração não se resume apenas em aclamar críticos, vem de mudar parte da opinião publica sobre algo polemico, vem de fazer um filme de sucesso que, nas mãos de qualquer outro ator teria flopado. Vem de fazer as crianças amarrarem faixas vermelhas nas cabeças e fazer com que seus pais comprem armas e facas de brinquedo pra seus filhos. É claro que estou falando de Rambo. O MELHOR soldado da historia do cinema, mexeu com a opinião publica, sobre os soldados que lutaram no Vietnã, fez que um filme com um roteiro tão bobo e exagerado, se tornasse um sucesso animal, e claro, todas as crianças, TODAS queriam ser John Rambo (porra, meu pai bêbado queria ser o Rambo).
Stallone marcou uma geração toda, e isso meus amigos, De Niro não conseguiu fazer nas mesmas proporções, mesmo com suas atuações impecáveis. Sendo assim, esse Round vai pro Garanhão Italiano, tudo empatado.


E ai, vem à diversidade atuando. Stallone nunca foi um gênio de vários papeis caras e bocas. Até porque ambos são tortos, e um dos seus grandes filmes chama STALLONE Cobra. Todos seus papeis passavam por uma mesma curva, e não me entendam errado, atores fabulosos são assim (Depp, Downey Jr, Clooney), mas a gente não pode deixa de nota, que De Niro conseguia alternar seus papeis muito melhor. Cassino e até o Poderoso Chefão 2 mostram isso. E lembrem-se, um bom ator pode salvar um filme bom de um roteiro ruim, mas nunca um roteiro bom vai fazer um bom filme sem um bom ator.
Mais um Round pra De Niro, que toma a frente de novo.

Mas ai rapaziada entra a individualidade criativa. O que é isso? Isso é a capacidade do ator de atuar, sem o freqüente auxilio de um diretor ótimo e até médio. De Niro fez filmes geniais, sem sombra de duvidas, e com atuações sensacionais, mas... O que seria de Taxi Driver, Cabo do Medo, Caminhos Perigosos, Cassino e Bons Companheiros e até em Touro Indomável, sem Martin Fuckin Scorsese? Eu digo de peito aberto pros haters que NADA, o filme teve muito e muito sim de De Niro, mas toda orquestra precisa de um maestro. Menos Stallone, que sempre teve mais pra Beat Box que pra musico clássico. Sim, eu disse isso, e explico agora; Stallone atuou sozinho em muitos de seus filmes. Que apoio de diretor ele teve na maioria de seus fimes? Mas acima de tudo em Rocky! De Niro precisou de um guia em Touro Indomável, enquanto que Stallone foi guiado pelo coração o filme todo.
Por tanto, luta está empatada de novo, Round pra Stallone.

(Nessa imagem fica claro, que De Niro tem a jugular no supercílio)

Acabaram os Rounds validos, então, que tal convertermos pontos por historia de vida?
De Niro tem uma historia de vida mais básica, tento feito vários filmes pequenos, até acertar em um deles, conhecer diretores renomados e o resto vocês já sabem. Enquanto isso, do outro lado do corner... Stallone é o símbolo de batalha e perseverança pra quem sonha em trabalhar no cinema. O cara fico quebrado, morou na rua, teve que fazer um filme pornô pra não passar fome (engraçado que o filme chamava Garanhão Italiano, nada é por acaso nessa vida).

Mas o fato mais comovente da historia de Stallone, fora tudo isso, é que ele ficou tão quebrado que teve que vender o próprio CACHORRO. Isso mesmo, ele não tinha mais grana pra alimentar o pobre animal, e o vendeu em uma loja de bebidas por 25 dólares, prometendo pro cão que um dia ele seria muito rico, e compraria o cachorro de volta. Ele saiu chorando da loja, e depois de um tempo, viu uma luta de Box entre Mohammed Ali e Chuck Wepner. Então a lâmpada acendeu, ele correu pra casa, e passou vinte horas seguidas escrevendo o roteiro de Rocky. Recebeu a proposta de 150 mil, depois 250 mil, e depois 350 mil dólares pelo roteiro. E negou todas as propostas, porque disse que ELE queria ser o Rocky. Até que concordaram, mas pagaram somente 35 mil pelo roteiro. E adivinhem? Ele comprou o cachorro de volta. Mas não por 25 dólares, o novo dono só topou vender o cão de volta por 15 MIL DOLARES. Isso mesmo, e Stallone aceitou, teve seu cachorro de volta, e o resto da historia vocês já sabem.



Por tanto, por opinião própria do cronista saúdo de pontos, Stallone vence a batalha, que não aconteceu em O Ajuste de Contas.
Comentem e comentem mais, o que acharam do Filme? Qual dos dois vocês preferem?
Por hoje é só pessoal.


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