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Foto: Acervo Arquivo Nacional


Olá como estão vocês? Espero que bem.

Neste domingo (2) foram completados trinta e um anos da morte de Luiz Gonzaga, o rei do baião.
Mais porém além do que rei do baião, Gonzaga falou do povo sertanejo,das dificuldades e também do jeito que esse povo tem.

Luiz Gonzaga denunciou o ataque as nossas florestas, o desmatamento, em seu Xote Ecológico, da morte de Chico Mendes, o nosso maior ativista pelo meio ambiente.

Hoje vivemos tempos em que Ativistas tem sua missão dificultada, isso quando não tem a própria vida ceifada pelos grileiros e desmatadores e até mesmo funcionários  de orgãos que deviam proteger o meio ambiente são exonerados e há vista grossa em relação aos ataques contra nossas matas e nossas tribos indígenas e comunidades quilombolas.

Infelizmente hoje é institucionalizado o desmatamento de forma deslavada, é um tal de "passar a boiada" em um momento de dor como esse que não dá para não chamar de mau caratismo e perversidade.


A música de Luiz Gonzaga vive e o protesto do Xote Ecológico também, que a amazônia, a mata atlântica e todos os Biomas resistam. E como disse Gonzaguinha vamos a luta.



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                Foto: Associação Baiana de Imprensa


Olá leitores tudo bem? Ficar um tempo sem escrever é bom para refletir bem. Mas, vamos ao que interessa.


O ano se inicia e pelo menos aqui em Salvador, as festas populares, em sua maioria religiosa além da prática da fé, tem outra prática histórica, a de aparições das autoridades mais importantes (politicamente falando) da região, Prefeito e Governador, geralmente essas aparições nas festas servem como termômetro do seu mandato ou para indicar seu provável sucessor em ano eleitoral como é neste ano. 

A lavagem do Bonfim, a festa de Yemanjá e o próprio Carnaval são palcos dessas expressões.
E por falar em Carnaval, tem duas coisas que são bem importantes, para além da alegria momesca, a saída dos blocos afro que tem aparecido um pouco mais na cena carnavalesca, mas que precisam de mais visibilidade e o bloco de rua Mudança do Garcia, o Garcia é um dos bairros mais antigos de Salvador e lugar de origem do cantor e sambista Riachão, procurem a obra dele que vocês vão gostar. Voltando ao Mudança do Garcia, ele é marcado pela acolhida as diversas manifestações políticas, os dispostoa a protestar no carnaval sempre tem esse lugar. 

O palco das festas populares não deve ser somente o da curtição mas da reflexão também. E você como está no palco da vida?




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Caetano Veloso canta Alegria, Alegria, música que ficou em quarto lugar no festival - Foto: Wilson Santos/CPDoc/Divulgação

Salve leitores de Jovens Cronistas, se vocês já ouviram falar em Dejavu palavra francesa para falar de uma sensação de familiaridade ou reconhecimento de algo, no cenário atual as músicas que fizeram sucesso nos anos 70 retornam com força, como se tivessem sido escritas ontem e isso se aplica não só ao Brasil mas na América Latina.

Vou listar algumas: Canção da despedida, de Geraldo Azevedo. Apenas um rapaz latino americano, de Belchior. Nessa por exemplo Belchior diz: "Eu sou apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vindo do interior". Hoje seja no interior ou nas capitais ter o dinheiro no banco está difícil, o dólar por exemplo chegou a 4,50 e a cesta básica só aumenta. Belchior ao retratar uma realidade difícil da época na letra ainda mostra como os artistas como ele estavam sujeitos ao regime silenciador: "Mas se depois de cantar você ainda quiser me atirar, mate-me logo a tarde as três que a noite eu tenho compromisso (show) e não posso faltar por causa de vocês". Se vocês perceberem a força das outras letras de Belchior a exemplo de Como os nossos pais, conhecida na voz de Elis Regina, ou ainda a canção "A Palo seco", verão a coragem dele e de outros cantores da época que tenham certeza que isso não agradava aos governantes da época.

Caetano Veloso em Podres Poderes, também denuncia o sistema, sujo, corrupto e autoritário e nela utiliza a expressão: "A incompetência da América Católica que sempre precisará de ridículos tiranos". Mas hoje infelizmente vemos a mão de parte do segmento chamado de evangélico, apoiando os tiranos atuais.

Os Titãs na música Comida mostram que a população sente fome, de consumir arte e arte do seu conterrâneo, sem querer usar de nacionalismo e fanatismo, queremos consumir algo nosso e que seja visto, divulgado.

Recentemente o tema da redação do Enem foi a democratização do cinema, que se concentra em grandes cidades e em shoppings a altos preços e salas reduzidas, o que ouvi de colegas e concordo é como isso foi pautado na redação de forma contraditória, com restrições severas a ANCINE? O que você responderia ou respondeu na redação como proposta?

Recentemente um ator foi censurado no palco, a imagem do chargista Latuff foi arrancada na Câmara dos deputados por fazer menção ao extermínio dos jovens negros. E o negro ainda é visto como inferior e como se todos periféricos fossem bandidos, isso no Brasil todo. Numa das cidades mais negras do Brasil, Salvador, isso é recorrente, lembra uma música do compositor e educador Jorge Portugal, interpretada por Lazzo Matumbi: "Alegria da Cidade", embora as ações contra o povo negro da cidade existam e neguem o povo, nós fazemos parte dela. Somos os que mais apresentamos a cultura da cidade para outros lugares.

Ainda sobre repertório temos Cálice de Chico Buarque e Gilberto Gil, a forma inteligente da composição foi assertiva pois em 1978 quando lançada passou pelos censores.

E o que dizer de Deixa eu dizer de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro, interpretada por Claudia e que em anos recentes teve seu refrão inserido num Rap de Marcelo D2, a canção lançada em 1973 tem os seguintes dizeres: "E você não tem direito de calar a minha boca afinal me dói no peito uma dor que não é pouca".

Hoje procuram calar aqueles que buscam justiça, e uma vida mais digna para os seus semelhantes,de novo digo, isso não tem haver com ser comunista, socialista,ou ser esquerdista significa ser humano,ser solidário,hospitaleiro, mostrar empatia e por aí vai.

Por fim falemos de "Cartomante", música de Ivan Lins, escute e analise a letra como está bem atual, também creio que concordará com o refrão da música quando se refere as cartas: "Cai o rei de ouro, cai o rei de prata, cai o rei de paus, cai não fica nada".



E aí será que você estará cantando em breve? Veremos as cenas dos próximos capítulos, da genealogia infame e tiraremos as conclusões. Ah! Faça aí sua playlist da resistência, Dejavu amargo...

Até breve!



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Foto: Divulgação (Capa disco "Selvagem")


Olá leitores do blog Jovens Cronistas sou Edenbergue Lima Neres e recebi a responsabilidade de escrever sobre cultura,eu não sou nenhum perito em cultura mas busco imprimir minha opinião,esta de alguém que fala a partir da classe trabalhadora que por falta de condições favoráveis não tem o acesso que deveria ter. 

Afinal cultura é o quê? Essa é uma pergunta ampla e às vezes controversa, para a elite no período colonial cultura estava reduzido a assistir as óperas, para os negros o batuque fazia parte da sua cultura embora fosse desprezado por outros. 

Mas a cultura não se limita a música, mas as artes como um todo e às artes movem os sujeitos a pensar e questionar, assim como as ciências humanas, que estão sendo atacadas pois vai na contramão do projeto político pensado para a população. A cultura do Brasil é diversa, é regional desde os cantores da MPB ao Mang Beat da Nação Zumbi no Maranhão,desde o Axé e o Samba de roda do Recôncavo na Bahia, ao coco de Jackson do Pandeiro e o Baião de Luiz Gonzaga, da dança afro, da catira e tantas outras manifestações como o teatro, a pintura,os saraus e suas poesias.

Desde já agradeço a equipe dos Jovens Cronistas,pela confiança e a vocês que vão acompanhar essas minhas escritas, resistir é preciso e vamos a luta e aos trabalhos que é o que nós trabalhadores mais sabemos fazer.



Este título é extraído do refrão da música Alagados, dos Paralamas do Sucesso, lançada na década de 80, que retrata as desigualdades sociais existentes no Rio de Janeiro, que tem sobre si o Cristo Redentor de braços abertos, mas que no asfalto fecha as portas de oportunidades, emprego, lazer e direito a vida.
Mas com um povo forte que continua a depositar sua confiança em "Deus", ou em Cristo, de que tudo vai melhorar, "A arte é de viver da fé, só não se sabe fé em que", diz o refrão da musica, o que remete também ao fato de que as religiões de matriz africana tem sofrido ataques de traficantes quanto a sua prática religiosa. O Cristo (a crença evangélica) por vezes é utilizado como base para a expulsão e ruína dos centros dedicados ao segmento religioso de matriz africana. Se o Cristo representado na escultura em pedra sabão pudesse falar, com certeza estaria indignado com o que acontece debaixo dos seus olhos, injustiça, morte de inocentes por ações inconsequentes, mortes pela corrupção praticada em longos períodos, pela desassistência á saúde, educação e tantas outras coisas.
Não somente o Cristo na música Alagados não, o real, o que muitos tem como pilar de sua fé, também está sendo utilizado em construções políticas genocidas, o Cristo apresentado na Bíblia, falou que deveria se amar inimigos, na conjuntura atual adversários, os de oposição se tornam inimigos merecedores de morte, a constituição do novo líder da Nação foi totalmente vinculada ao uso das armas e do discurso do ódio com apoio de lideranças religiosas protestantes, conduzindo muito mal suas ovelhas ao lobo voraz, sem que muitas notassem isso.
A vida, as palavras, o discurso do homem amoroso, compassivo, foi deixado de lado e somente o título de seguidores permaneceu, é como se fosse uma agremiação ou uma associação com objetivos similares, onde o regimento foi engavetado e que só é consultado de modo estratégico numa  análise favorável aos interesses mais sórdidos possíveis.
Promove-se com isso a subversão da fé, que é muitas vezes (ou ao menos deveria ser) a força motriz do povo pobre, da periferia, onde certamente sem ela ficaria mais difícil viver e enfrentar as imposições ardilosas que o povo pobre e negro enfrentam.
É preciso acordar, a fé não é propriedade de todos, não aquela genuína, tanto assim é que o título de Cristão está sendo usado como manobra para o retrocesso, para o mal, para privilégios familiares, para manutenção e ampliação da ignorância, num plano de sociedade onde o cidadão quanto menos esclarecido, mais fácil fica de ser manipulado ou tapeado.
A arte é de viver da fé, que ela não sirva mais a interesses duvidosos, ou se preste a um fanatismo religioso ou político de caos e ruína. A fé não costuma falhar.


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Por Joseclei Nunes (@JosecleiNunes)

Faltam apenas nove dias para o carnaval e o inicio dos desfiles das Escolas de Samba, que começa na sexta Grupo de Acesso A e depois no domingo com o grupo especial. Apesar de toda tensão do pré-carnaval, além alegorias em período de finalização, entrega de fantasias e apostas de quem será campeã e volta para os desfiles das campeãs, outro assunto vem sendo comentado, aliás, já é um assunto bem comentado nos últimos anos no carnaval, que seriam a as transmissões dos desfiles e os direitos de televisão envolvendo os envolvidos.


Desde 2013, a Globo passou a transmitir apenas no Rio de Janeiro, os desfiles do Grupo A, que até então, passava em outras emissoras, enquanto o canal transmitia os desfiles de São Paulo. Para muitos de nós sambistas e envolvidos no carnaval foi bem positivo, porém, com dezenove agremiações, o canal optou em transmitir a partir da terceira e quarta escola e passar um compacto das primeiras após o termino da ultima escola, porém isso foi comentado e esse formato foi repetido nos anos de 2014 e 2015. 


Já no Grupo Especial, o canal passava os desfiles na integra, repassando os direitos dos desfiles das campeãs para outra emissora (Band e SBT), mas em 2014 ela resolveu passar os desfiles na TV Fechada, no Canal Viva, que pertence ao Grupo Globo começando uma pequena revolta entre os sambistas. Ano passado ela resolveu usar formato que tinha no Grupo A, levando para o Grupo Especial e além disso, terminando de vez as transmissões do desfiles das campeãs, acompanhando apenas pela internet, em seu portal de notícias, o G1. No fim do mesmo ano ela resolveu se meter mais no carnaval, querendo transmitir os desfiles a partir da terceira escola de cada dia, prejudicando as agremiações como Estácio de Sá, União da Ilha, Vila Isabel e Salgueiro, colocando apenas um compacto após o termino da ultima agremiação, gerando uma grande revolta entre as escolas envolvidas. Agremiações, sambistas e componentes foram até as redes sociais protestando contra a decisão da Globo, que teve que acatar, mesmo assim, não vai transmitir a primeira escola de cada dia (Estácio e Vila Isabel), transmitindo o desfile na integra no fim das ultimas escolas.


Após esse período, muitos comentaram essa situação envolvendo a transmissões dos desfiles e os envolvidos que passam os direitos televisivos. A cada ano a Globo tem dado poucos espaços as escolas nos desfiles, apesar de algumas divulgações em seus telejornais como o RJTV e Bom Dia Rio, além das famosas vinhetas que passam no intervalos de sua programação, mas  em si, a transmissão vem perdendo o espaço em sua grade de programação. Claro que essa discussão será longa e muitos de nós teremos que ver o que seria melhor para cada um.


Apesar disso, na parte do carnaval vem crescendo a cada ano. Como a especialização sobre tema, chegada de livros enriquecendo a história cultural do carnaval e isso poderia aprimorar para dentro da transmissão, porém isso não tem acontecido. Não sei detalhes sobre a negociação entre a Globo e a LIESA, mas sei que a emissora tenta interferir na questão dos desfiles, como diminuição do tempo de desfile, alegorias e componentes, gerando revolta entre os dirigentes de algumas agremiações. Claro que a Globo primeiro pensa em seu interesse e para manter as transmissões, que vem perdendo a cada, oferece propostas que seriam “cruéis” para o carnaval. Um desfile com menos componentes, por exemplo, pode gerar perda de rendas para as escolas, que em muitas delas ainda dependem, por exemplo, de renda vinda da prefeitura e até mesmo da própria emissora. Outro fato seria colocar o inicio dos desfiles para mais tarde (em São Paulo, creio eu, começa 23 horas), mas as escolas também não concorda pela questão de encerrar o desfile na luz do dia, apesar que na história, há desfiles antológicos sobre a luz céu, como a Mocidade em 1996.

É claro que ambas precisam entrar em acordos, principalmente para o carnaval. A Globo como detentora dos direitos poderiam fazer isso, como faz em relação a outros esportes e até eventos como o Rock in Rio, repassando os desfiles para canais de seu grupo como Multishow, GNT, +Globosat e entre outras, como também colocar no Pay Per View, já que nesse intervalo na temporada do futebol brasileira também seria uma boa, alem de repassar os direitos de desfiles para canais online como o youtube, onde ano passado retirasse todos os desfiles, podendo trazer um publico mais especifico e apaixonado como vimos no tênis e no automobilismo. Também precisa renegociar os direitos dos desfiles das campeãs, algo que se tornou o costume para muitos, principalmente para os que acompanham os desfiles na Intendente Magalhães, usando o mesmo formato que citei para os desfiles ou mesmo para uma emissora com a TV Brasil.


Ainda veremos muitos capítulos sobre esse tema, mas espero que todos saiam felizes e que o carnaval continue mais forte para o bem de todos. 

*Joseclei Nunes é fundador e editor do blog Futebol Retrô. Escritor, graduando em História. Ama futebol, politica, escolas de samba e um bom papo de botequim. 

Imagem: Getty
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13 de Junho de 2013, com um texto sobre um tema que me é muito caro que é a cidadania/política, tinha reinício a minha caminhada no sonho de comunicar, eu estava muito bem, tendo ótimas audiências no blog de Pró-Wrestling (Luta Livre Americana) Brazil Live Wrestling, quando indaguei ao webmaster Cleiton Pereira, o meu desejo de fazer um Blog de entretenimento, que pudesse contemplar todos os assuntos que me são relevantes, e que possam ter relevância para todos, com liberdade, e uma linguagem clara, dura e direta, inicialmente o projeto começou levando meu nome "Blog do Garcia", mas cresceu, ficou maior do que eu, e com "A Little help from my Friends",  criamos um público cativo nas frentes em que atuamos, e desejamos ampliar cada vez mais, esse projeto não nasceu para uma vaidade pessoal, nasceu para servir ao povo, e revelar talentos.

Pouco menos de um ano e quatro meses depois cá estamos, já com muitas histórias pra contar, cada vez mais fortes, com cerca de 200 mil Views em 1000 textos (contando claro, os rascunhos, devem ser cerca de 900 textos), pode parecer pouco, mas com a estrutura que trabalhamos, divulgação manual e sem ter alguém específico para a função e sem jamais ter feito anúncio ou "truques" para angariar mais curtidas e seguidores, esse número é muito positivo, agradeço á cada um que participou desse sonho, falando mal ou bem, achando o projeto "pequeno demais para si" ou apenas por questão de tempo e logística, e agradeço mais ainda aos companheiros que aqui seguem, com a missão de comunicar e de contribuir em algo para o leitor.

É complicado fazer citações especiais, temos aqui uma Cronista que nos coloca todos no chinelo, falando de futebol, o que deve enlouquecer uma pequena minoria burra e machista, que é a querida Deny Freitas. Temos Mario Magalhães, consagrado Cronista de Pró-Wrestling que nos dá a honra de emprestar seu talento para comentar as coisas do Colorado e o Futebol Inglês. Temos Joseclei Nunes que é um parceiraço, dedicou muito tempo somente á este projeto e agora começa á criar asas (se voar que seja pra algo maior) e traz as coisas do Vasco e do futebol Argentino, demais Cronistas do "Papo de Torcedor" que é um quadro que nos rende grandes resultados como JP e os Leonardos (Menezes e Luiz), o primeiro amigo de longa data. E dois "irmãos mais novos" que tenho, um tanto sumido por que tem estudado mais anatomia do que as matérias curriculares que é o Victor Santos, e o nosso garoto prodígio que um dia terá voz grossa, e é o "Homem NFL" de nosso projeto, além de ter feito ótimo trabalho na Copa, Gustavo Rezende. Além de Ricardo Machado, que chegou há pouco tempo, mas é um rapaz sensacional e de muito futuro. As portas para mais cronistas estão sempre abertas (sobretudo setoristas/torcedores), mas tenho uma equipe como gostaria de ter, de muito talento, jornalismo não é diploma, é a vocação para comunicar, e os que aqui estão tem isso de sobra.

É tudo improvisado, mas vou listar um Top Textos de nossa história que tem como regra o quão foram marcantes (independente de audiência):

25 - (Leonardo Luiz) - Papo de Torcedor SANTOS - Especial Eleições! - Em um dos momentos mais críticos da história do Peixe, Leonardo Luiz deu grande contribuição para o torcedor Santista avaliar os que até então, pleiteavam a cadeira de comando do time.

24 - (Adriano Garcia) - Eleições 2014 - Dilma venceu, não adianta torcer contra (Clique) - O texto que encerrou nossa (modéstia á parte) brilhante cobertura das eleições 2014.

23 - (Gustavo Rezende) - Especial - A evolução dos Brasileiros nos Esportes Americanos (Clique) - A ótima abordagem de Gustavo Rezende sobre o crescimento da participação dos Brasileiros nos Esportes Americanos.

22 - (Adriano Garcia) - Reformas Necessárias - Reforma Política (Clique) - Um texto que todo cidadão deveria ler, a reforma política que realmente nos interessa.

21 - (Leonardo Menezes) - Papo de Torcedor GRÊMIO - STJD, racista é você! (Clique) - A histórica crônica de repúdio ao ato do STJD de ter excluído o Grêmio da Copa do Brasil, mesmo o clube tendo contribuído para o indiciamento dos infratores, no "Caso Aranha". 

20 - (Equipe JC) - A emoção de cobrir uma Copa do Mundo! (Clique) - O nosso time na Copa, falando da marcante cobertura em nossas vidas.

19 - (Adriano Garcia) - "Dia do Rock", pena o presente não repetir o passado (Clique) - Especial que retratamos as fases do Rock.

18 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Dunga de volta á Seleção: Renovação ou retrocesso? (Clique) - Nesse texto Deny abordou os aspectos da nova era Dunga, que ali tinha início.

17 - (Adriano Garcia) - DESCENDO A LENHA - Greve SIM, Hipocrisia não! (Clique) - O que você acha que move muitas das greves no setor público? Confira a polêmica e contundente opinião.

16 - (Victor Silva) - Os grupos da Copa 2014! (Clique) - Em Dezembro de 2013, o que um de nossos Jovens projetava para a Copa.

15 - (André Freitas) - A queda de rendimento do Barça, e ascensão do Atlético de Madrid (Clique) - Ainda no início de 2014, André Freitas diagnosticava um processo de declínio no Barça.

14 - (André Freitas e Adriano Garcia) - DESCENDO A LENHA - O gigante não acordou! (Clique) - Um quadro pelo qual tenho muito carinho, e nesse texto questionador, a anarquia contraditória com a inercia que viria á frente é questionada, afinal, de que valeram as manifestações?

13 - (Adriano Garcia) - A morte de Eduardo Campos e o quadro político - A análise do momento mais marcante das eleições em 2014, a morte que chocou o país.

12 - (Mario Magalhães) - Papo de Torcedor INTER - Meu Eterno Camisa 9 (Clique) - A emocionante homenagem do torcedor Colorado á Fernandão.

11 - (Gustavo Rezende) - Quatro vezes Tom Brady, a lenda (Clique) - Texto sobre o recente SuperBowl, e a quarta conquista do lendário Brady na NFL. 

10 - (Joseclei Nunes) - Futebol Brasileiro - Vivendo á sombra do mata-mata (Clique) - Texto em que Joseclei Nunes aborda a busca de alguns pelo fim da fórmula de competição da Liga Nacional nos principais centros do futebol no mundo, que são os pontos corridos. 

9 - (Adriano Garcia) - "Protestos em SP, falta de diálogo banaliza a causa" (Clique) - Texto que inaugurou o blog, retratando o cenário de protestos em SP no ano de 2013.

8 - (Adriano Garcia) - Venceu o melhor, Alemanha é TETRA! (Clique) - A análise do merecido título Alemão na Copa 2014.

7 - (Adriano Garcia) - 103 anos de glórias do Corinthians (Clique) - Homenagem no quadro "Papo de Torcedor" aos grandes ídolos da história do Corinthians.

6 - (Adriano Garcia) - A derrota era esperada, a humilhação poderia ter sido evitada (Clique) - A crônica da tragédia, da maior humilhação da história do futebol Brasileiro, a crônica do 7 x 1

5 - (Mario Magalhães) - Papo de Torcedor INTER - GreNal ofensivo! (Clique) - O texto de futebol mais visto de nossa história tinha de ser de um GreNal recheado de polêmicas, o maior clássico do Brasil, um dos maiores do planeta. 

4 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Futebol é coisa de mulher SIM! (Clique) - O marcante e genial texto de estréia de Deny Freitas, onde ela desmistifica o mito machista de que mulher não entende de futebol.

3 - (Adriano Garcia) - Vinte anos sem o herói, Ayrton Senna (Clique) - Nossa homenagem ao eterno herói Brasileiro, Aryton Senna, do Brasil!

2 - (Diego Torbes) - Papo de Torcedor GRÊMIO - Fernandão Ídolo da gentileza, e grande na rivalidade! (Clique) - A marcante homenagem de um Gremista, ao grande ídolo Colorado, Fernandão. 

1 - (Deny Freitas) - Olhar Feminino - Violência no futebol: Clubismo ou insensatez? (Clique) - Sou um grande fã de Deny como Cronista, e a abordagem dela sobre a violência no esporte foi fantástica.



Espero ter sido justo nas escolhas, feitas com o coração, e espero que gostem e naveguem por essa coletânea de textos, e que sigam nos acompanhando, ao infinito e além, muito obrigado á todos vocês que nos acompanham, razão de nossa existência.

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The Maine é uma banda norte-americana, de Tempe, no Arizona. Seu estilo é uma variação entre indie-rock e indie-pop além de uma boa influência pra um som pop-punk.
A banda é formada por John O'Callaghan (vocalista), Garrett Nickelsen (baixista), Kennedy Brock (guitarrista e vocalista de fundo), Jared Monaco (guitarrista) e Pat Kirch (baterista) - em respectiva ordem, na foto acima. Ainda houveram dois outros integrantes, que acabaram saindo da banda, Ryan Osterman e Alex Ross (ambos guitarristas).
Fora formada em 2007, por Pat, John, Ryan e Alex, e no mesmo ano Kennedy e Jared entraram na banda, no lugar de Ross e Osterman.
O primeiro álbum, em forma de EP, da banda foi lançado ainda em seu primeiro ano, 2007, e fora um digital, o Stay Up And Get Down. No final do mesmo ano, a banda ainda lançaria outro EP, o The Way We Talk. Estes dois álbuns de 2007 são da fase mais pop da banda, e ainda um tanto "crua" em termos musicais.
Em meados de 2008, a música da banda começaria a ganhar forma, com o disco Can't Stop, Won't Stop. E neste álbum fora retirado o single para a realização do primeiro vídeo-clipe, Everything I Ask For.
No natal de 2008, a banda fez um EP especial, celebrando os feriados. ...And A Happy New Year fez os fãs terem um ótimo natal.
Em um ano de descanso para a banda, 2009 não houveram grandes novidades dos norte-americanos de Tempe. Porém, em 2010 a banda começou a "cozinhar" sua música e seu novo estilo musical, e assim surgiu um novo álbum, Black and White. Neste , a banda ainda "presenteou" os fãs com um Black and White Deluxe Edition, onde viria o CD, um DVD, um caderno e o single de Inside of You.
Não demorou muito tempo e os garotos da banda vieram com mais novidades, e no inicio de 2011 chega aos mercados o novo álbum, Pioneer. E este fora produzido pela própria banda.
Em setembro do próximo ano a banda lançaria um segundo disco do Pioneer, em forma de EP, que fora chamado Pioneer and Good Love. Um disco mais maturo, com letras mais sérias.
E em seu auge, a banda ainda apresenta para os fãs o possível disco mais bem trabalhado, o Forever Halloween, de 2013. O disco fora gravado de forma ao vivo, cada faixa, e sem edições.
Em dezembro de 2013, mais um EP fora lançado Imaginary Numbers é o mais melancólico e triste da banda, com letras realmente sérias e reveladoras.
Anthem for a Dying Breed fora lançado em 2012, e é um DVD.
O nome The Maine foi escolhido por influência de uma música, Coast of Maine, da banda Ivory.

Os EP's:

2007 - STAY UP AND GET DOWN
  1. Count 'Em One, Two, Three
  2. Daisy
  3. Shake It
  4. The Town's Been Talkin'
  5. Undressing The Words
  6. Give Me Anything
Este é com certeza o EP mais animado da banda, levando consigo uma pegada pop, as letras tem um objetivo muito mais animador do que pensativo. A música Count 'Em One, Two, Three é o grande sucesso do EP, tanto que fora regravada, mais tarde, em um dos discos.
Este EP fora o primeiro, e de forma Digital - ou seja, não disponível em forma física -, conquistou seus primeiros fãs para a banda.



2007 - THE WAY WE TALK
  1. If I Only Had The Heart
  2. The Way We Talk
  3. Give Me Anything
  4. We Change, We Wait
  5. The Town's Been Talkin'
Agora, definitivamente, um EP em forma física. O The Way We Talk leva duas músicas do Stay Up and Get Down consigo (Give Me Anything e The Town's Been Talkin').
Fora o primeiro disco com participação dos guitarristas Jared e Kennedy.
O disco também marca a primeira música escrita apenas por John O'Callaghan, If I Only Had The Heart. Que também é o destaque do disco.

2008 - ... AND A HAPPY NEW YEAR
  1. Ho Ho Hopefully (feat. Brighten e Eisley)
  2. Santa Stole My Girlfriend
  3. Mr. Winter
  4. Last Christmas
Um EP acústico, em um especial natalino, o The Maine caprichou nas letras, e no cover de Last Christmas, da banda Wham!
O EP é o único que possuí videoclipe, e é o de Ho Ho Hopefully, que consequentemente, é o destaque do disco.

  

2011 - PIONEER AND GOOD LOVE
  1. I Want You
  2. I'm Leaving
  3. You'll Never Know
  4. Goodbye
  5. Take Me Dancing
  6. Hello World
  7. Good Love
Pioneer and Good Love, o lado B do Pioneer é como um desabafo de John, por assim dizer. As letras são escritas em primeira pessoa, e tem uma mensagem otimista na maioria. 
O destaque fica com Take Me Dancing, que é entoada com orgulho pelos fãs, principalmente em concertos acústicos.


2013 - IMAGINARY NUMBERS
  1. Raining in Paris
  2. Room With No Windows
  3. Perfectly out of Key
  4. Visions
  5. Lovely Sad
O Ep mais triste da banda, e também a última obra lançada, Imaginary Numbers carrega cinco faixas de pura melancolia e bela melodia. As letras são muito bem pensadas, e possuem frases marcantes como "Do que vale um coração de ouro, sem ninguém para dividir?", "Eu te achei dançando na parte de trás do meu cérebro" e "Ninguém me conhece mesmo".
Raining in Paris é o destaque do EP, a música é tocada nas rádios atualmente.

OS ÁLBUNS


2008 - CAN'T STOP, WON'T STOP


  1. Everything I Ask For
  2. We All Roll Along
  3. Girls Do What They Want
  4. I Must Be Dreaming
  5. Into Your Arms
  6. Time To Go
  7. This Is The End
  8. Whoever She Is
  9. Count 'Em One, Two, Three
  10. Kiss and Sell
  11. You Left Me
  12. We'll All Be
Este é o primeiro disco da banda, e leva consigo a regravação do sucesso do primeiro EP, Count 'Em One, Two, Three.
O disco gerou três videoclipes, Everything I Ask For - que também fora o primeiro da banda -, Girls Do What They Want e o sucesso e destaque do disco, Into Your Arms.


2010 - BLACK AND WHITE
  1. Don't Stop Now
  2. Right Girl
  3. Growing Up
  4. Fuel To The Fire
  5. Inside of You
  6. Every Road
  7. Listen To Your Heart
  8. Saving Grace
  9. Give It to Me
  10. Color
O grande sucesso de 2010, e o disco onde o The Maine começa a descobrir seu verdadeiro estilo, Black and White aumenta ainda mais o número de fãs da banda.
Os videoclipes gerados a partir deste disco são os de Inside of You, Listen To Your Heart e Right Girl, que também é o destaque do álbum.




2011 - PIONEER
  1. Identify
  2. My Heroine
  3. Time
  4. Some Days
  5. I'm Sorry
  6. Don't Give Up on "Us"
  7. Misery
  8. When I'm at Home
  9. Thinking of You
  10. Jenny
  11. Like We Did (Windows Down)
  12. While Listening to Rock & Roll
  13. Waiting for My Sun to Shine
Chega ao público o novo álbum, com ainda mais a cara da banda, Pioneer, melhora suas letras e melodias. E mais uma vez o público aplaude a obra do The Maine.
Os videoclipes do disco são os de Like We Did (Windows Down), que é uma música animada, sobre aproveitar a vida, e de Misery, que por outro lado talvez seja a música mais reveladora e agonizante da banda, e que ganha destaque no álbum.
 

2013 - FOREVER HALLOWEEN
  1. Take What You Can Carry
  2. Love & Drugs
  3. Run
  4. White Walls
  5. Happy
  6. Birthday in Los Angeles
  7. Blood Red
  8. Kennedy Curse
  9. Sad Songs
  10. F**ked Up Kids
  11. These Four Words
  12. Forever Halloween
O álbum onde a banda finalmente chega ao seu estilo, Forever Halloween, também é o disco mais sério da banda. Apesar do sempre animador ritmo, este tem letras fortes como em These Four Words, "Essas quatro palavras não vem fácil. Eu não amo você.". Como em Happy, "Isso não é um conto de fadas, e eu não acho que eu sempre serei feliz".
Os videoclipes do disco são os de These Four Words e Love & Drugs, que é destaque de álbum, e possivelmente a música mais conhecida da banda.



A banda já avisou aos fãs que em 2015 terá novos projetos.
O The Maine já esteve no Brasil em outros anos, na sua última passagem fizeram o Meet & Greet (um momento para os fãs tirarem fotos e pegarem os autógrafos) de graça, essa passagem fora em maio de 2014.



Of Monsters and Men é uma banda de indie rock e folk da Islândia, é composta por Nanna Bryndís (vocal e violão), Ragnar Raggi (vocal e violão), Brynjar Leifsson (guitarra), Arnar Rósenkranz (bateria) e Kristján Páll (baixo). A banda ainda teve Árni Gudjónsson (piano e acordeão), porém ele saiu da banda em 2012 para cursar a faculdade.
O OMAM (sigla da banda) foi fundado em 2010.
A vocalista Nanna havia uma banda chamada Songbird, que acabou se tornando a Of Monsters and Men, com a chegada dos outros integrantes. Raggi deu a ideia para este nome.
A fama da banda chegou após terem vencido um campeonato anual de bandas, o Músiktilraunir.
A Record Records foi a primeira gravadora do OMAM, o contrato foi assinado em fevereiro, um ano após a fundação da banda. No mesmo ano, em setembro foi lançado o primeiro álbum oficial da banda, My Head is An Animal.
O disco leva como principais hits, Love Love Love, Dirty Paws, Mountain Sound, e a música que ficou na boca do povo, levando a banda ao sucesso no mundo inteiro, Little Talks.
Porém o My Head is An Animal, que antes era um privilégio apenas do povo da Islândia, foi lançado em 2012, mundialmente.
O álbum gerou uma longa turnê de dezoito meses. Dentro dessa turnê, os islandeses deram uma passada no Brasil, e alcançaram o seu possível maior show, até hoje, no Lollapalooza 2013. 
A turnê teve seu fim em setembro de 2013, quando a banda decidiu tirar férias, por um tempo indeterminado.
Porém, em novembro do mesmo ano eles abalam os fãs com uma nova canção, Silhouettes, para a trilha sonora do filme Em Chamas (The Hunger Games: Catching Fire).
E para os fãs, ainda tiveram um final de 2013 bem feliz, com um lançamento de um álbum ao vivo, Live from Vatnagarõar, porém, mais uma vez foi um privilégio apenas para o povo de seu país, que tivesse iTunes.
A banda está prometendo um novo álbum para o inicio do ano de 2015, o que está entusiasmando os fãs. E nessa espera, a equipe gráfica do OMAM foi disponibilizando "cartoons lyrics" com as músicas do My Head is An Animal, no YouTube da banda. Cheios de desenhos animados e com a letra para acompanhar, é uma bela forma de deixar seus seguidores animados e contentes até o próximo disco.
Of Monsters and Men possui uma temática "Terra-Média", com letras falando de criaturas das neves, cavalos e guerreiros.

My Head is An Animal
  1. Dirty Paws
  2. King and Lionheart
  3. Numb Bears
  4. Sloom
  5. Little Talks
  6. From Finner
  7. Six Weeks
  8. Love Love Love
  9. Your Bones
  10. Lakehouse
  11. Yellow Light


Dirty Paws é cantada como uma história, e em cada fato contado vai criando uma "criatura". A música leva um ritmo animado. Já Sloom tem uma referência familiar, e uma certa carência. É uma música mais lenta, e com frases fortes como "Então me ame mãe, me ame pai, e ame meu irmão" ou "E eu encontrei seus olhos pela primeira vez, pela última vez". Love Love Love é a música mais lenta do álbum, e conta a história de um amor não correspondido. Porém, a música mais famosa, Little Talks, leva uma pegada meio "bandinha", e é a mais animada do disco. A música que marca o sucesso da banda, possui frases marcantes para os fãs, como "Sua mente está pregando peças em você, minha querida", "As vezes eu não sei se estou certa ou errada" e "Tem uma velha voz em minha cabeça, que está me segurando". 
Muita gente acredita que Little Talks é na verdade um desabafo da vocalista, contando seus maiores medos. A música é um dueto entre Nanna e Raggi.
My Head is An Animal ficou em 1º lugar nas paradas musicas da Austrália, Irlanda e Estados Unidos. Além de ter um terceiro lugar almejado no Reino Unido.
O álbum ainda teve três discos de ouro na Alemanha (pela BVMI), na Irlanda (pelo IRMA) e nos Estados Unidos (pela RIAA). Há dois discos de platina no Canadá, pela MC e um na Austrália pela ARIA.




Amigos, apesar de alguns desgostos em relação as Redes Sociais, somos sempre bastante ativos nas discussões, até por que apesar de cada vez menor a porcentagem, ainda temos condição de ter um debate de ideias, honesto e esclarecedor. Em um desses debati sobre esse modismo que as pessoas tem de classificar tudo como Preconceito, de censurar opiniões (olha lá gente, não sou favorável á Preconceitos), algumas diferenças precisam ser colocadas, para que a liberdade de expressão e opinião seja plena, vamos citar exemplos disso aqui, citando a questão musical, que é onde isso fica mais latente.


Quando sabemos do que estamos falando, temos conhecimento de causa e ainda assim achamos que uma música, um veículo de mídia, um partido etc, é ruim, não estamos tendo Preconceito, tampouco Pré-Conceito, afinal, nós tivemos acesso ao que estamos opinando, á ponto de formar uma opinião que gera um conceito, positivo, ou negativo. Ou seja, se uma música não passa uma mensagem positiva, se ela não sentido musicalmente falando, não é ser preconceituoso considerá-la ruim, é formado sobre ela um conceito negativo.

O mais engraçado é que pessoas que ouvem som fora do fone de ouvido, perturbando a ordem pública e se dizem oprimidos e vítimas de Preconceito, são as mesmas que dizem: "Eu gosto de todos os estilos musicais, menos de tal estilo", tu pergunta a razão e a pessoa responde: "Sei lá, só não gosto, mas nunca ouvi, é pesado", What a shit? Isso sim, é a formação de um conceito sem base para tal, vamos aprender a diferenciar as coisas.

Preconceito

Trata-se de um julgamento estabelecido por meio de DOGMAS e conceitos deturpados, sem conhecimento nenhum de causa, pode ser consciente ou sub-consciente. É uma doença (ao menos do ponto de vista moral) mais difícil de ser revertida, pois está encrostada em quem é acometido dela.

Pré-Conceito 

É parecido, mas é reversível, pois é um conceito estabelecido sem conhecimento de causa, porém sem o fator dogmático, perverso, é a pura e simples falta de conhecimento, que com orientação, com acesso ao que se está avaliando pode plenamente ser revertido.


O que nós precisamos garantir são aspectos fundamentais, a exata noção por parte da sociedade da diferença entre: Conceito, Pré-Conceito e Preconceito. Darmos o direito as pessoas de terem seu conceito, sua liberdade de opinião assegurada. Darmos aos que não tem acesso á ter o mínimo de conceito sobre as coisas, o acesso á que possam conhecer sobre aquilo que estão opinando e assim ter o seu conceito fundamentado, seja ele positivo, ou negativo, pois ele tem o direito de opinar. E termos ciência de que a tolerância e a educação são os grandes caminhos para erradicar de vez essa praga que é o Preconceito, a maldade na emissão de conceitos deturpados.

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Dave Mustaine ainda com o Metallica
Olá pessoal, o quadro Resenha Musical está de volta, e hoje eu irei falar sobre um tema muito discutido entre duas legiões de fãs, os fãs do Metallica, e os fãs de Dave Mustaine, que são os fãs do Megadeth. Essa discussão, já dura mais de 30 anos, e ela acontece devido ao frontman do Megadeth, o guitarrista e vocalista Dave Mustaine em 1982 ter sido expulso do Metallica devido seus excessos com bebidas e drogas, e principalmente seu temperamento explosivo, e quando foi expulso, prometeu formar uma banda mais rápida e mais pesada que o Metallica, e aí nasceu o Megadeth.

Para muitos essa missão de Mustaine foi cumprida, para outros, o Megadeth nunca será tão bom ou melhor que o Metallica, a discussão não acaba por aí, os fãs de Mustaine acusam o Metallica de usar descaradamente músicas que Dave compôs no primeiro álbum da banda, o Kill‘ Em All lançado em 1983, e também no segundo álbum da banda Ride The Lightning lançado em 1984, sem creditar o guitarrista.
 
Além de tudo isso, Dave com seu temperamento, sempre que podia alfinetava ou criticava a antiga banda, mas hoje em dia Dave e Metallica estão "de bem", um fator que ajudou o guitarrista e a banda se acertarem, foi a criação da turnê do chamado Big 4 em 2011, que foi uma turnê onde as pioneiras ou as mais bem sucedidas bandas de Thrash Metal tocam todas numa noite, essas bandas são o Anthrax, o Slayer e claro o Megadeth e o Metallica.



James Hetfield do Metallica e Dave Mustaine do Megadeth na turnê do Big 4


A minha opinião sobre essa rixa, é que eu prefiro a sonoridade do Metallica, nunca desmerecendo o Megadeth, acho o Megadeth uma banda sensacional, e destaco o álbum Youthanasia, que é, na minha opinião o melhor álbum da banda de Dave Mustaine, mas o Metallica é minha banda predileta,  inclusive o Megadeth é minha segunda banda favorita e é preciso reconhecer sua qualidade, e que eles tiveram uma carreira fantástica
Atualmente Dave e Metallica são amigos.

Mas por hoje é só pessoal, fico feliz em estar de volta ao blog, vou tentar manter uma regularidade nas minhas resenhas, muito obrigado por lerem e acessarem o blog, e até mais.


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