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Amigos e Nação Corinthiana! Na versão em vídeo do Papo de Torcedor do Corinthians, falo sobre o que fazer para buscar o título do Paulista, após o primeiro jogo truncado da decisão ante o Palmeiras. A importância do jogo pelas pontas e o problema na meia central são chaves para a partida decisiva. Cantillo entra? Em que função? Veja as respostas para essas perguntas. Acompanhe conosco a partir das 16:15 deste sábado (8), Palmeiras x Corinthians com narração de Fabrício Cruz.






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Amigos e Nação Corinthiana! Na versão em vídeo do Papo de Torcedor do Corinthians, falo sobre o absurdo de jogar em meio a pandemia e da superação em campo do sérios problemas diretivos que vive o Timão, sob a destrutiva batuta de Andrés Sánchez. 

No dérbi, Thiago Nunes parece ter deixado um pouco de lado a ideia de ser Guardiola e foi mais gaúcho para vencer o Palmeiras. Não é um jogo bonito, longe disso, mas é o jogo que dá pra fazer com este time. E que bom que deu pra calar o(s) vândalo(s) que invadiram a Arena na bola.





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Foto: Globoesporte (Marcos Ribolli) 

Amigos e Nação Corinthiana! Estamos juntos mais uma vez, hoje pra falar de clássico, após a derrota no meio de semana para a Ponte Preta em Campinas por 2 x 1, o time recebeu o Santos na Arena e conseguiu uma importanto vitória por 2 x 0, que poderia ter sido por vantagem até maior. Claro, o adversário vive um momento de fragilidade e não exigiu defensivamente do Corinthians, mas foi importante ver o poderio ofensivo do time, boa atuação de Everaldo voltando entre outros destaques individuais e coletivos.


Foi fundamental fazer os dois gols nos primeiros minutos de cada tempo. No primeiro uma abertura magnífica do ótimo Cantillo encontrando Fagner que cruzou para o segundo pau encontrando um livre Everaldo que foi as lágrimas, bom menino, que tenha sequência. No primeiro minuto do segundo tempo após a roubada de Luan na intermediária defensiva, um passe extraordinário que mostra toda a qualidade técnica de Boselli, um cara que tem todas as qualidade de um centroavante, mas tem também uma técnica apurada, incomum nos da posição atualmente, este passe encontrou Janderson em velocidade pra matar o jogo, Morta também foi sua alegria ao abraçar a Fiel em uma regra fria, que lhe rendeu expulsão, lamentável, mas falamos disso adiante. 

Entre um gol e outro total domínio do Corinthians, muito também por mérito, um time que hoje consegue o que eu muito pedia, que é trabalhar o resultado favoravel com posse e criação de possibilidades para ampliar o placar. Um time que ganhou confiança novamente. Porém, é preciso entender que ainda que tenha se vencido a camisa do Santos, o que é xempre maravilhoso, o time adversário vive sérios problemas, esta formação que enfrentou o Corinthians é muito frágil e tivesse o time se mantido com 11 e aproveitado melhor o domínio e algumas oportunidades que seguirão sendo criadas, o placar poderia ter sido um tanto maior. 


Sobre a expulsão de Janderson, é matar o futebol, é lamentável, é ridículo, mas é o que está nas atuais recomendações da FIFA, evidentemente acatadas pela CBF. Não poderíamos esperar que o árbitro não seguisse, na Copinha o jogador do Grêmio já havia recebido segundo amarelo em comemoração e agora janderson. Os árbitros cumprirão a recomendação, infelizmente a festa está podada em vários aspectos, não "pela arbitragem", mas pelas atuais recomendações e regras do futebol. Justificando a ira xom o chamado "futebol moderno". 


Como disse no título e parágrafos acima, claro que vencer um rival dessa forma é importante e dá confiança. É também racional analisar a pouca resistência que ofereceram pra nos manter alertas e olhar para os espaços que o time deu a Mirassol e Ponte para evitar isso contra adversários mais fortes e também na Libertadores. O Guarani/PAR é o adversário na primeira fase preliminar e se classificou goleando o frágil San José/BOL. A ver como eles vem e evitar deixar esses espaços na frente da defesa. Não é segredo para vocês que minha dupla seria Gabriel e Cantillo, com melhor proteção à defesa. Mas vamos ver, a ida é lá, a ver se o time deles tenta jogar e dá com isso espaços, se o Corinthians envolver como envolveu o Santos, pode definir já na ida neste meio de semana. Ainda que isso aconteça, vem uma temporada por aí com equipes mais competitivas tanto no Brasil quanto pela Liberta e essa mudança me parece necessária, o time não perderá ofensivamente com ela. Pode soar estranho dizer isto após uma grande vitória, mas é necessário, é necessário manter os pés no chão, ainda que claro, a confiança se eleve com atuações como essa. Que seja um grande ano. 



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Foto: Ag. Corinthians (Daniel Augusto Jr)


Amigos e Nação Corinthiana! Estamos de volta com nosso espaço de discussão sobre o Corinthians, para falar sobre este início oficial de temporada, das duas partidas que efetivamente valeram três pontos. Da empolgação extrema com a goleada ante o Botafogo/SP, aos necessários alertas que o empate ante o Mirassol traz. 


É importante registrar que é legítimo e natural que todos tenham ficado extremamente felizes e empolgados com o jogo desenvolvido pelo time na estreia, ainda mais depois da primeira atuação na Florida Cup principalmente. Claro que é muito legal um time com movimentação frenética, onde ninguém guarda posição, onde o ponta direita pode aparecer pra finalizar pela esquerda da área, onde o em tese primeiro volante chega a linha de fundo pra dar a assistência do gol, um time onde todos descem, todos atacam, isso é espetacular, ainda mais para um torcedor que sofreu tanto no segundo semestre da temporada passada. 

Porém, é preciso entender que paga-se um preço pela ousadia extrema. Não é "pecado" querer "jogar bonito", querer atacar a todo instante, ter uma movimentação intensa. A questão é que se não haver a compactação, a organização, deixa-se muitos espaços, dá-se total liberdade ao adversário com a bola e foi isso que se viu contra o Mirassol. 


Maravilhosa a estreia, três gols de Boselli, controle total. Mas é preciso observar que o adversário não ofereceu resistência. O Mirassol foi um franco atirador, jogou com coragem, com a "irresponsabilidade" que um time menor precisa ter e obteve êxito. Percebeu os espaços deixados pela total falta de combate do time de Nunes e atacou, pegando na bola sem marcação pra fazer o passe final e também encontrando facilidades no miolo de zaga pra finalizar, sobretudo na bola aérea, fazendo com que Cássio acabasse sendo o grande herói do jogo. 


Não, não estou aqui pedindo Ralf de volta, se foi, acho um erro, até porque o elenco é absolutamente reduzido no momento e peças irão faltar, inclusive nesta posição, quando a tenporada avançar, mas paciência, já foi feito. A questão a ser ajustada é que o time precisa de mais pegada, mais compactação, precisa de proteção à defesa, não pode permitir tanto espaço como tiveram os de amarelo no domingo (26). Eu escalaria Gabriel, isso não muda a ofensividade do time, apenas melhor resguarda com alguém que tem característica para tal. O próprio Nunes jogava com Wellington no CAP. Ás vezes se tenta parecer ofensivo demais para se cair nas graças e se exagera. Enfim, que o novo treinador possa encontrar o equilíbrio que ainda não existe entre defesa e ataque e que o time avance rápido fisicamente, para que ao menos parte das expectativas do torcedor sejam atingidas. 



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Foto: Ag. Corinthians


Amigos e Nação Corinthiana! Estamos de volta pra falar deste trabalho de Coelho, que soma três partidas, onde até aqui vimos muita vontade, mas tecnicamente o time segue sofrendo, o que mostra que é preciso mudar muita coisa no time para 2020. 


O início foi em certa medida empolgante, ante o Fortaleza, era uma equipe que ainda errava muito defensivamente e acabou tomando dois. Mas empurrado pela torcida e visivelmente com muito mais energia, venceu por 3 x 2 e pareceu naquele momento caminhar para espantar a crise. 

Na rodada seguinte veio o Dérbi, onde o jogo não foi legal de assistir, o time teve dificuldades pra chegar ao ataque, sobretudo no primeiro tempo. Walter foi obrigado a fazer boas defesas, mas o time não sofria o tanto que se imaginaria se a situação seguisse como estava antes da demissão de Carille. No fim, o improvável golaço de Michel Macedo. Mas inacreditavelmente o time não parou o ataque na sequência e tomou o empate. O resultado pelo que foi o jogo e por todo contexto nem foi ruim, mas claro, que gerou frustração tomar o empate aos 48, depois de marcar dois miinutos antes. 

Veio então o confronto direto deste fim de semana, com uma escalação que tinha de volta Sornoza, irritando com isso a torcida, fazendo uma dupla a frente de Ralf e com Urso pela direita. Não foi um bom primeiro tempo, até porque os jogos contra o Inter são sempre amarrados. Friamente, os adversários foram até melhores na etapa inicial. Na etapa final, Coelho voltou com Clayson na vaga de Ralf e com isso o time ficou com dois pontas, chegando um pouco mais ao ataque, depois entraram Love e Gustavo, o segundo mais uma vez não foi feliz, ainda que tenha driblado o goleiro pra fazer um gol impedido. O Corinthians foi sim melhor na parte final, mas longe de ter sido injusto o empate, longe de ter tido um grande volume de jogo. 


A análise simples é de que apesar de o time ter melhorado com Coelho e de ele ser um cara de coragem, firme nas posições e que está ao máximo tentando mostrar personalidade e qualidade de um trabalho próprio, independente do fato de Tiago Nunes estar acertado para 2020. É louvável o trabalho que Coelho vem fazendo, mas o fato é que o time tecnicamente tem pouco a dar, tem muita dificuldade para criar. O time cresce na bola longa, esticada para a jogada pelas pontas, mas infelizmente os meias centrais não funcionam, bem como a jogada de um contra um no drible, poucas bolas tem chegado em condição de finalizar. Infelizmente este cenário tem pouco a mudar. 

A vaga na Libertadores, na fase preliminar pode sim vir, porque o time é favorito nos cinco confrontos que restam. Mas para isso, vai ter que jogar ainda mais e vai ter que ter ao menos um pouco de técnica, auxiliando a vontade, a energia que inegavelmente cresceu, mas vai ser preciso jogar mais para vencer estes confrontos ante adversários abaixo na tabela. 


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Foto: Ag. Estado

Amigos e Nação Corinthiana! Mais uma vez estamos juntos, hoje infelizmente para falar de mais uma derrota e do que já vínhamos colocando aqui nos textos anteriores que era inevitável. O fim do trabalho de Fábio Carille, de uma forma muito triste, para todos os envolvidos, todos, mas certamente foi o único caminho, no que diz respeito ao comando técnico do time. 


No jogo contra o avassalador Mengo, um 4 x 1 que apesar de ter tido sim a influência da arbitragem, na marcação de um pênalti no mínimo discutível para o adversário, visto que Cássio toca a bola antes de inevitavelmente se chocar com adversário. Como também da não revisão do lance onde a bola resvala dentro da área no braço aberto de Everton Ribeiro,  o que na atual regra é pênalti. Apesar de tudo isso, se pegarmos desempenho em campo, evidentemente foi justa a vitória elástica do adversário, que jogou dentro do campo de defesa de um Corinthians sem conseguir trocar quatro passes, quase que durante toda a partida. 

Depois dos cinco/dez minutos iniciais de pressão do Fla, o Corinthians até conseguiu construir três boas oportunidades. Mas foi só, o time iria se segurar até o intervalo pra quem sabe tentar algo, mas, como já dito, veio o pênalti. No começo do jogo a zaga já tinha falhado e o time da casa não feito o gol por quase que displicência, mas em outra falha da defesa Bruno Henrique fez o segundo dos três gols que faria, o seguinte em mais uma falha da defesa, dessa vez do lado de Fagner. Ali acabara, ainda que se o penal tivesse sido dado, o jogo poderia ficar em 3 x 2, surreal aquela altura. O Corinthians conseguiu jogar com muita dificuldade ainda, por 10 minutos, era claro que não tinha mais jeito. 


É evidente que Carille se atrapalhou demais nesses meses que antecederam este ato final no clube, sucessão de declarações infelizes, como a mais infeliz (ainda que tenha algum sentido) de todas, após a derrota ante o CSA no meio de semana, de que parecia que os jogadores não entendiam as orientações e jogassem como se não tivessem treinado. O time correu ante o Mengo, mas como elevar o nível de um time já combalido e sem confiança diante de tal cenário. Nos pés de uns a bola queimou, outros, como Urso, largaram sua função defensiva e jogaram como fosse uma pelada, se dispondo até bem ofensivamente, mas não volatando pra marcar. Quase deu, mas quando os primeiros gols do adversário saíram, estava acabado de vez, o que na verdade já estava há tempos. 

Sim, Carille se perdeu e é passado. Teve um aproveitamento positivíssimo somadas as suas duas passagens pelo clube, quatro títulos. Mas terminou de forma muito feia e, ao menos até que a poeira abaixe, sem moral com grande parte da torcida. Uma pena, mas os erros e os excessos cobram e infelizmente a conta veio para Carille. 

Com Carille caíram seus auxiliares Fabinho e Leandro Cuca, o preparador físico (algo em que o time estava muito mal) Walmir Cruz e o analista de desempenho (que desempenho?) Dennis Luup. Se somam a estes nomes o de Sheik, que não resistiu ás pressões e pediu demissão. Aliás, com todo respeito, quando o trabalho de Sheik começou de fato? 


Não era de se esperar mudanças no time, apesar da coletiva raivosa do responsável mor pelo momento vivido pelo clube dentro e fora de campo, Andrés Sánchez. Nem que se quisesse promover mudanças imediatas no elenco, faltariam peças de reposição e seria uma medida drástica e difícil sob os aspectos técnico e sobretudo financeiro. Caberá a Coelho (vejam só) ser o técnico interino para tentar encerrar a temporada de forma honrosa. Enquanto se especula o nome de Tiago Nunes, que muito provavelmente viria somente para a próxima temporada e já sem força, corre por fora o nome de Sylvinho, que eu creio que ainda precisa de mais rodagem antes de tal chance. 


Que Carille saiba reconhecer os erros que cometeu e se reencontrar. Mas principalmente, que estes jogadores, ainda que com sérias limitações, possam recuperar ao menos um pouco da confiança e brio e terminar a temporada de forma honrosa, sem maiores manchas na história do clube dentro de campo. Afinal, todos passam, mas o Corinthians é eterno. 



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Foto: Ag. Corinthians 

Amigos e Nação Corinthiana! Estamos de volta para, com tristeza, repercutir os últimos fatos do time masculino. O empate no sofrível clássico ante o Santos por 0 x 0 com atuação nível derrota na Arena. E a triste derrota em Maceió ante o CSA por 2 x 1. Principalmente a segunda partida, escancarou o fato de que Carille já não tem mais o que tirar do time e ainda mais após a tenebrosa entrevista do SANGUESSUGA Andrés Navarro Sánchez, deveria ele mesmo pedir demissão, antes de o mandarem. 


Contra o Santos passou. Apesar de ter sido uma exibição sofrível, com o time se limitando a rebater da defesa com chutões, essa mesma forma como o time se defendeu passou a impressão de uma luta maior. Era um clássico e ao menos o time não foi derrotado. O Santos criou pouco, parou uma na mão de Cássio e desperdiçou outra. Love lesionado perdeu também um gol e também o time teve outra ocasião. Apesar de aquele resultado ter representado uma queda importante na tabela, passou. 

O problema é chegar num jogo contra o Centro Sportivo Alagoano e fazer o primeiro tempo que fez, amplamente dominado pelo adversário, mal conseguindo sair de seu campo. Vejam, poucos tem acompanhado e ao fim do jogo misturavam a ironia e ódio nas redes por terem visto uma derrota ante o fraquíssimo time alagoano. Sem querer diminuir o vexame, apenas sendo respeitoso com os fatos, eles tem tido uma reação surpreendente no campeonato, saindo da lanterna e do virtual rebaixamento, para respirarem sem a ajuda de aparelhos somando pontos em várias partidas e dificultando ao máximo as em que não soma, como no final de semana ante o Mengo. Eu mesmo não esperava facilidade ante eles lá dentro. Afinal, eles se fecham muito bem e espetam contragolpes precisos, foi assim que saíram na frente do placar, em erro do inacreditável Sornoza. 

Mas claro, o que vimos na etapa inicial é inaceitável. O time a meu ver nem tem problema de "raça". Essa análise é daquelas muito fáceis de fazer, não é preciso pensar em nada, é só dizer: "Falta raça a este vagabundo". Não penso que seja por aí, há muitos (não todos) ali tentando. O problema é que já se findaram as alternativas de Carille, somado isso a suas teimosias e descontinuidade no trabalho de algumas das poucas opções que tem. A soma desses fatores levou o time a não ter confiança nenhuma. A entrar nas partidas COM MEDO DA DERROTA, não vendo a hora do jogo acabar, de preferência sem derrota, pra "ouvir e ler um pouco menos de críticas". Quando um time entra num espiral desses, de tentar NÃO PERDER antes de ganhar, é porque o trabalho já não tem nada a dar. 

Eu citei dois parágrafos antes o equatoriano, que FOI BEM no Nense, eu nunca canso de repetir, porque eu comentei jogos dele lá, eu não seria verdadeiro se dissesse que ele sempre foi essa DESGRAÇA de jogador que estamos vendo. Não, ele é bom jogador, mas SENTIU a camisa do Corinthians. Ai a gente pondera: "Bem, pensando no Sornoza que ele pediu pra contratar, Carille o colocou na vaga de um Vital baleado (dizem que havia sentido um desconforto) pensando na sua qualidade de passe e bola parada". MAS QUAL qualidade de passe que ele tem demonstrado no Corinthians? Foram momentos muito raros. Mas é evidente que Carille não tinha intenção de "ferrar" o time. Carille está sim, PERDIDO. 


Na etapa final entrou Vital no intervalo. Ou seja, já se contradisse, já se espera que Sornoza fique de molho por não estar funcionando mais (e aí logo, logo ele volta). Depois me entra o Janderson, menino abraçado pela torcida por ser da nossa base e por não ser titular em meio a esta vergonha. Mas entra na vaga de Clayson, que sem medo de ser impopular eu digo, SE MOVIMENTOU no jogo. Claro que quando a bola chegava na peça ofensiva e isso só ocorreu em raríssimos momentos. Mas quando ocorreu ele se movimentou, ele caiu pela direita pra fazer o cruzamento do gol de empate. "Falta de raça" ele não demonstrou neste jogo e com a necessidade da vitória, deveria ter sido mantido no time, já ali deveria ter sido sacado o primeiro volante. 

Ainda nessa esteira, o torcedor é levado a uma confusão por esse espaçamento, essa falta de compactação do time. Sinceramente, vendo os jogos eu não vejo os jogadores com preguiça de atacar. O que vejo é um time com enormes dificuldades de sair tocando a bola da defesa. Isso porque há um ESPAÇO GIGANTE entre a linha de zagueiros e as demais linhas do time, fica cada um no seu canto (naquela ideia inicial do texto do esperar o fim do jogo), mas quando finalmente a bola consegue chegar ao ataque, eu vejo os jogadores lutando sim. O que há é falta de alternativas táticas. 

Então, Janderson entrou isolado e mal pegou na bola. Daí na última mexida, sai o SEGUNDO volante (ainda que mal, não era ele que tinha de sair pela necessidade de atacar) e fica Ralf em campo com o time empatando. Mas isto não é o pior, entra o EX-JOGADOR Jadson, com a última opção ofensiva no banco sendo Régis, que nos poucos minutos que tem, tem melhorado o time. SE RÉGIS NÃO SERVE, O DISPENSE. Colocar Jadson em campo hoje é mais ridículo do que colocar um Master, ou um cara como eu que abandonou o futebol por problemas nos joelhos. E a cobrança de falta na lua? Acabou aqui qualquer análise do jogo. Chega de tortura. 


Com a derrota já sacramentada eu achei que terminaria minha noite com a cota de raiva definida ao apito final. Porém, surge o doentio Presidente do clube na sala para dar entrevista. Como não fosse o MAIOR RESPONSÁVEL pelo momento sombrio que vive o clube, este achincalha o treinador e os jogadores dizendo que o trabalho é uma merda (até é, mas não cabe ao mandatário fazer isso frente ao público pra SE ISENTAR, isso cabe a nós em público e a ele INTERNAMENTE). Como se ele não estivesse à frente de tudo, como se ele não tivesse quebrado o time, como se não tivesse feito negócios espúrios, seja em relação a atletas, seja em relação às dívidas que o clube hoje tem, sobretudo da Arena. ELE É O GRANDE RESPONSÁVEL pela montagem deste elenco sem opções. A responsabilidade dele já começa na HUMILHAÇÃO PÚBLICA que comandou contra Romero, fechando o canal de negociações. 

Essa revolta pública é NOSSA, é do torcedor. Não é Andrés, que ENRIQUECEU no comando do clube que é vítima deste momento de apequenamento dentro das quatro linhas. Ele é CULPADO, vítimas somos nós. Sim, Carille parece não ter mais alternativas pra mudar o momento atual do time, está perdido. Antes mesmo da coletiva, o caminho ideal até em respeito à sua história no clube, pedir pra sair. Mas diante daquela entrevista ridícula, fosse eu no lugar de Carille, me daria o respeito, o respeito à minha história no clube, INVADIRIA a sala de entrevista, tomaria o microfone da mão de Andrés, pediria demissão naquele momento e após jogaria em sua cara o microfone. Carille não precisa passar por isto também, construiu sua história no clube e ainda que eu seja contra demissões em massa, um dia as histórias terminam e esta chegou ao fim. No rival, o ícone Scolari caiu por muito menos. Não que isso seja saudável, mas porque ninguém aguenta mais. Não tem mais caminho, infelizmente. 



Foto: AFP


Pra depois de tanta tristeza encerrar este texto com alguma esperança, deixo-lhes esta foto do time feminino, BICAMPEÃO DA LIBERTADORES e o sorriso de Giovanna Crivelari, cracaça e autora do primeiro dos gols da decisão. Que o time principal masculino volte em breve a jogar como o principal feminino. Com alegria, com brilho no olhar, com tesão e AMOR pelo futebol. E não com o covarde e deprimente medo da derrota. Obrigado meninas! 





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Foto: Ag. Corinthians

Amigos e Nação Corinthiana! Após uma atuação razoável ante o Goiás no meio de semana, onde comentamos aqui que poderia representar o início de uma reação do time na temporada, mas a dura realidade se apresentou na Arena, o time voltou a regredir e salvo lampejos foi muito mal, permitindo com que o Cruzeiro numa tremenda crise vencesse aqui dentro e deixasse a zona de rebaixamento, tirando também o Corinthians da zona de classificação direta para a Libertadores. 


O jogo começou com bolas na direção de Gustavo e a primeira boa chance, porém isso durou vá lá, dez minutos. Depois disso o Cruzeiro foi que passou a trabalhar melhor as jogadas e levar perigo. 

Porém lá pelos 30 o Timão voltou a ter algumas chegadas e fez o gol com Fagner na bola espirrada, gol 11000, mas infelizmente em um momento onde fica difícil celebrar a marca. O banho de água fria veio em seguida também na bola aérea, onde na disputa com M.Gabriel, o bom zagueiro Mendez falhou subindo com o braço aberto e infelizmente temos que admitir que a marcação do penal foi correta. Na cobrança muito bem batida por Fred, não deu pra Walter. 

Na etapa final algumas chances nos primeiros vinte minutos, mas aos 25 veio o segundo num lance onde o bandeira se atrapalhou todo ao levantar a bandeira insistentemente, Marllon parou no lance, o próprio meia Éderson chegou a parar no lance, mas a bola saiu de Fagner e a confusão propiciou o gol ao Cruzeiro já que Walter ficou sozinho contra o adversário, erro grave de procedimento do bandeira, mas de fato a bola saiu de Fagner e não havia o impedimento, fatalidade que não pode se repetir, tanto do defensor, quanto também do procedimento do bandeira, decisivo na derrota. 

Depois disso o Corinthians jogou muito pouco, criou muito pouco, não pode fazer as mudanças que foram feitas, já que era pra abrir, viesse logo com Régis ao invés de Jadson, a entrada de Love na criação escancara a falta de opções para a criação no banco, não havia um meia dessa característica além de Régis e do próprio Jadson no banco, daí entrou Clayson no time na vaga de Pedrinho, o momento do atacante é muito ruim e era claro que não iria acrescer. No fim, a arbitragem ainda errou ao dar toque de mão de Love, a arbitragem péssima, conseguiu dividir as atenções com o time em uma atuação e um momento péssimos. 


Descrito aqui o que foi o jogo, a análise é de que estamos realmente no limite, todos os envolvidos com o Corinthians, o torcedor que ama o clube, os jogadores sem qualquer confiança e que não conseguem render, Carille que parece perdido e vai tomando decisões erradas, vai se escondendo atrás de falsas convicções e tenta passar uma certeza de que pode tirar o time desta situação que claramente ele já não tem. 

Carille erra em transparecer algo pessoal com Boselli, que quando foi municiado, guardou. Carille erra gravemente ao demonstrar incômodo com a alcunha de "retranqueiro" e ao escalar o MEIA (que não vem bem, mas é meia) Sornoza de segundo volante, acaba deixando o time com pouca mobilidade e sobrecarregando Ralf, a marcação fica absolutamente frouxa e os adversários chegam na frente do gol do Corinthians com muita facilidade, não há setor defensivo que aguente, na verdade, nos últimos jogos o time esteve perto de tomar muito mais gols do que tomou, é a dura realidade. 

No mais, Carille tem dito constantemente que está faltando confiança ao elenco, com irregularidade nas mexidas e opções questionáveis, para além de declarações infelizes que já deu, como crer que a confiança (que eu concordo que seja um aspecto fundamental) será recuperada? 

Se vocês me perguntarem se tenho certeza de que o melhor caminho é uma demissão de Carille, com certeza eu não tenho (ainda) essa convicção. Primeiro por não crer que essas mudanças bruscas surtam efeito imediato. Segundo por não vislumbrar quem seria o nome a assumir hoje, que trabalhando com ESTE elenco, possa dar um salto de qualidade a ele, realmente eu não vejo este nome. 

A grande questão porém é que parece que aqui está acontecendo algo que vimos no fim da Era de um cara vencedor no rival. Scolari teve um final muito rápido de passagem por lá, porque parecia já não conseguir tirar nada do elenco. Aqui ainda há um agravante, que é justamente essas colisões e esse problema de ninguém ter 100% de certeza se há uma meritocracia no grupo, se quem está melhor (ou menos ruim) é que vai pro jogo. Como crer que o time vai retomar, se quando dá um passo a frente, regride dois ou três?


O treinador foi "garantido" por Duílio no cargo, mas vem aí um clássico, contra um Santos que também se mostra irregular, apesar de o jogo lá praticado apresentar um claro caminho, dependendo do que acontecer, este limite extremo em que todos estamos não suportará mais o que temos visto atordoados, o time sim segue lutando nas primeiras posições, mas joga como estivesse caindo, ou reage ontem, ou a situação ficará ainda mais insustentável. A animosidade é muito grande, o jogo não se desenvolve, o time começa a cair na tabela, no âmbito técnico e tático ou no âmbito diretivo com mudança, a situação em que o time se encontra hoje ultrapassou todos os limites do sustentável e precisa mudar. 



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Foto: Ag. Corinthians 

Amigos e Nação Corinthiana! Estamos de volta pra falar do empate fora de casa do Corinthians ante o Goiás por 2 x 2, onde o time teve 30 minutos iniciais muito bons e minutos finais razoáveis após sofrer a virada. Mas também um momento assustador que levou o time sofrer a virada na partida. Mas interessante foi ver as mudanças que Carille fez, que surtiram efeito claramente positivo, a questão é se estas, ou quais destas, são mudanças pra valer ou simplesmente um ato de jogar pra galera. 


O time entrou com Bruno Mendez na vaga de Manoel, com Carlos na vaga de Avelar, com Sornoza de segundo volante, além de introduzir Janderson e Gustavo nas vagas de Clayson e Boselli. O desempenho de Janderson chamou muito a atenção positivamente, chamando a responsabilidade a todo tempo, com uma jogada individual muito interessante e infiltrando muito bem para fazer o gol que abriu o placar. Me surpreendeu positivamente, demonstrou que o atleta está possivelmente a frente até do que eu imaginava, degraus acima do que conseguia aparentar nos poucos minutos que tinha e que pela entrega já conseguiram encantar o torcedor. 

Outra mudança positiva, que a meu ver entra nessa do Carille jogar pra galera foi com Mendez, pode-se falar que poderia ter se posicionado melhor no segundo gol, ainda que tenha sido muito mais falha de Carlos, mas no geral da partida o uruguaio foi muito bem, inclusive se recuperando em cima da linha e salvando um gol quase dentro, zagueiro seguro e que dá qualidade à saída, vai ser difícil o Carille tirar ele do time e encontrar explicação pra tal, deve ter ganho a posição. 


Sobre o jogo em si, como dito, a produção dos minutos iniciais, dessa primeira meia hora de jogo foi muito boa, só que no gol de abertura do placar vimos algo que se repetiu ao longo do jogo, muito espaço para os goianos, o que resultou no primeiro gol, resultou em várias chances criadas, em falhas de Carlos que aparenta ainda não estar defensivamente pronto, ainda que tenha apoiado bem. Mostrou que com Sornoza a saída de bola melhora, mas a proteção fica prejudicada e que com a queda dele na parte final o time fica com problemas na saída. A saída de Boselli do time mostra muito mais uma guerra de egos entre o argentino e o treinador do que uma decisão técnica correta. Gustavo bateu bem o pênalti, mas vive dificuldades técnicas importantes, Boselli tem muito mais recursos e seria o meu titular. 


Régis entrou muito bem no jogo e deve ser mais utilizado, Love, se Carille não recair, deve mesmo vir do banco, mas é um jogador de muita vontade, que vai entrar sempre mordido, como entrou neste jogo e pode contribuir. Jadson entrou no fim e infelizmente diz muito mais sobre Clayson perder muito espaço do que de ainda poder dar grande contribuição, foi muito mais uma reposição de bola parada do Sornoza e uma tentativa de levantar bola na área (e aí o Régis fez muito isso) do que uma mudança a trazer algo efetivamente positivo. 


Esse encontrar de alternativas foi interessante.  ponto fora, num pênalti que apesar de a grande mídia criar assunto dizendo que não foi, foi, pois o defensor do Goiás está com o braço aberto. O time segue com déficit de confiança, com déficit de criação como no segundo tempo, mas mostrou bom volume em grande parte do jogo. Segue muito nervoso ainda, como denotam os cartões de suspensão de Cássio (principalmente) e Gil, tem ainda muito a evoluir, mas se Carille entender as mudanças que fez, jogando pra galera ou não e repensar algumas outras coisas, o time pode voltar a apresentar um futebol competitivo e regular, algo que estávamos perdendo até essa partida. 



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Foto: Globoesporte


Amigos e Nação Corinthiana! É até difícil escrever estas linhas em um momento tão estarrecedor, como ilustra o título do texto, já no meio de semana no empate em 2 x 2 ante o CAP o time já parecia perdido, ainda que os grandes erros daquele jogo tenham sido defensivos e o time tenha, timidamente se organizado na etapa final. Já no clássico deste domingo no Morumbi, o time esteve totalmente perdido, com os erros defensivos já apresentados e não conseguindo criar nada, não conseguindo passar do meio de campo e sendo derrotado por 1 x 0 em um pênalti absurdo cometido por Manoel. Sim, o time segue na quarta posição do campeonato, mas o futebol apresentado, soa como se a tabela estivesse invertida.


Como já dito, no meio de semana o time cometeu erros terríveis na defesa, saiu na frente com Gil, mas entregou várias bolas e sofreu a virada em poucos minutos. Boselli fez o importante gol de empate e mostrou que é só a bola chegar, mas o problema tem sido justamente este. Naquele jogo, ainda que o time tenha crescido na etapa final, o torcedor não entendeu as mudanças, que não tornavam o time mais agudo, mesmo empatando em casa.


Eis que chegamos a este clássico com alguma esperança de que o time melhorasse, ainda que Love e Clayson, a contragosto do torcedor, seguissem no time. O que se viu portanto é um time que errou muitos passes e mal conseguia passar do meio de campo. Boselli segue no comando de ataque mas não recebe bolas, a bola pouco passa pelos homens de meio campo e com isso Matheus Jesus pouco foi acionado.

Com erros crescentes, no segundo tempo Manoel, que apesar de eu não gostar de fulanizar, não tem mais condições de seguir no time titular, cometendo o principal deles, cometendo pênalti em Vitor Bueno, após passe de Hernanes, cobrança que Cássio foi buscar, mas foi convertida muito bem por Reinaldo. 

O revoltante de tudo é que em nenhum momento o time esteve perto de merecer o empate, longe disso, o adversário poderia ter construído até uma vantagem mais larga, o time não conseguia passar do meio campo, errava na frente do gol, não conseguia chegar próximo à área de Volpi, o passe simplesmente não saía.

Sim, talvez Carille mexa nas horas erradas, com as peças erradas, mas se analisarmos, quem entrou, ainda que na hora e na vaga errada, era o que havia de mais agudo no banco. O time tem poucas opções e estas estão sem nenhuma confiança, até Fagner errou neste jogo. O fator equilíbrio/confiança, fundamental nos duelos ante este adversário, foi totalmente absorvido pelo rival, que venceu de forma justa.


É. Não é nada "normal" o que está acontecendo, o time só tem essa condição de G4 por ter construído uma gordura com resultados enganosos de placar mínimo, que não se sustentarão com tantos erros defensivos e a tendência é de queda. Pode até conseguir vitórias ante Goiás e Cruzeiro e clássico é clássico contra o Santos, ainda que tudo possa acontecer. Mas se uma coisa este "Majestoso" mostrou é o que não pode acontecer, o time não pode entrar em campo com medo, esperando o jogo acabar, com a bola queimando no pé, só não sendo goleado pela força da camisa e pela sorte. Carille precisa reorganizar, se é que ainda tem capacidade de fazer isso este grupo, se o time repetir este tipo de atuação, ele perderá o grupo de vez e aí, será inevitável a mudança no comando técnico. Reage Corinthians! 




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Imagem: Reprodução web

Alô Amigo! O domingo é de clássico importante no Campeonato Brasileiro, São Paulo e Corinthians se enfrentam em busca de ascensão na tabela, mas a regularidade é predominante pelos números das duas equipes na competição.

Antes das estatísticas, falo dos dois treinadores, que no ano de 2019, não  vivem um momento lá dos melhores, pois Fernando Diniz, recém contratado deve mostrar que sua tática é eficaz. Em colunas anteriores, comentei sobre o toque-toque, fato que no Tricolor precisará de meses para mudar o perfil de um time sem agressividade, quando o critério é o chute a gol. Os jogadores são-paulinos perdem muitos gols e é o que incomoda a torcida.

No lado do Timão, Fábio Carille não conseguiu conquistar os títulos esperados pelos fãs corintianos nesta temporada. O treinador retornou, ao clube, mas não conseguiu trabalhar o elenco como queria e as lesões de alguns, principalmente Gustagol, atrapalharam o rendimento integral do elenco, neste ano. Ele próprio não soube trabalhar as peças de reposição e com isso, depois de algum tempo, está na quarta colocação do Brasileiro.

Foram quatro jogos em 2019, com dois empates e duas vitórias alvinegras. Se entrarmos no quesito de todos os clássicos, o São Paulo leva a pior, pois há muito tempo, não domina os rivais. 

Eu não sou fanático por números, mas são as métricas que mostram o desempenho de um equipe e de um time, cabe também no âmbito corporativo. Para mim, o clima do jogo é o que definirá a história do clássico, já que alguns desfalques existem e a culpada é a Seleção Brasileira e, o Tricolor é dependente de líderes e o astro Daniel Alves fará falta mútua, enfraquecendo a possibilidade de mudança destes números acima

O resultado positivo é majestoso para os dois times e subiriam muito na tabela. 

Vencer um clássico dá ritmo, vale seis pontos na atualidade e além  do mais, saberão o placar do Peixe diante do Internacional, que jogarão um pouco antes, mas que uma derrota dos gaúchos auxilia na preleção dos treinadores rivais.

Para o analista, aqui, que sempre tendência para um dos lados, abro o coração em afirmar que o Corinthians vai arrancar um empate, no Morumbi.

Ahh, você pensou que eu escreveria que o Timão venceria? Você esta de brincadeira, não é mesmo?

Bom domingo!




Sidney Botelho é âncora de rádio e TV, mestre de cerimônia e jornalista, hoje na Rede e Rádio Gospel, na Rádio Trianon e em Limeira no jornal "A Gazeta de Limeira" e Rádio Mix.
No YouTube, se inscreva: Sidney Botelho (Clique)
Foto: Ag. Corinthians


Amigos e Nação Corinthiana! Estamos de volta, em mais uma edição de nossa conversa sobre o Corinthians, razão de Ser de nós, torcedores. Estive mais uma vez na Radio Trianon AM 740 ancorando a jornada desde o jogo anterior, do Santos (acompanhe as transmissões pelo Facebook, clique!) e mais uma vez, ainda que realmente o resultado não tenha sido negativo e ainda que o time até a bola rolar na rodada fosse líder do returno, o que se viu neste 0 x 0, assim como tem se visto já há algum tempo e levou a eliminação ante o Del Valle pela Sula, é um desempenho para além de desagradável, totalmente insuficiente. O que deixa o clima cada vez mais complicado, o clima em campo, a atmosfera da torcida, está tudo pesado, como se o clube lutasse contra o descenso, ainda que figure na quarta posição do campeonato.


Na partida de volta ante os equatorianos, ainda que pudessem ser feitas opções melhores, afinal, Carille tem errado bastante nas mexidas, com insistências e deixando completamente de fora, jogadores os quais inclusive ele deu aval para a contratação. O time apresentou uma exibição do ponto de vista ofensivo boa, mas miseravelmente falhou na defesa. Claro, precisando do resultado lança-se com tudo ao ataque, mas se tivesse havido melhor organização, poderia sim o Corinthians ter sido o Brasileiro a figurar na decisão da competição continental.

Depois o time voltou as atenções para a única competição que resta, o Brasileirão e sim, conquistou sete pontos em nove disputados. Se olharmos apenas para o número frio, Carille segue fazendo um "ótimo" trabalho, o time segue com um aproveitamento que o credencia a brigar, até mesmo por "título", no sentido matemático. O que tem ferido a todos nós torcedores é o desempenho do time. Nas vitórias pelo placar mínimo ante Vasco e Chape o time sofreu bastante, o time produziu muito pouco, o time foi pressionado. Cássio foi o grande herói contra a equipe catarinense, em uma pressão que não se pode sofrer do último colocado no campeonato.


Eis que chegamos a este sábado. Claro que era o Grêmio com força máxima, na sua Arena, sim, isso deve ser considerado. O começo do jogo, os primeiros cinco/dez minutos, deram alguma esperança, parecia que (surpreendentemente) o time partiria para uma trocação mais franca com o time de Portaluppi. Lerda ilusão, depois disso o time se restringiu a se fechar totalmente e protagonizou cenas horríveis, sem condições de criar nada. Clayson tem errado demais e cai em desgraça com a torcida, que elegeu Janderson como novo xodó, perigoso para o menino, um tanto surreal, mas merecido pela luta dele nos poucos minutos que tem. Assim como Boselli, que além de sua qualidade inegável, é praticamente implorado pelo torcedor, muito pelo momento ruim de Love. 

O momento, o desempenho, são cômodos e desagradáveis, ver um time que praticamente nada produz ofensivamente faz com que entremos em desespero e colocamos como se nada prestasse, como se o treinador fosse péssimo e tivesse "muitas opções" para o aproveitamento de Carille e ele é que não soubesse aproveitar. Nesse sentido, houve um grave erro de planejamento o qual a diretoria tem de ser colocada na cabeça da culpa, que é a questão da falta de pontas do elenco e talvez seja por isso que Pedrinho não jogue em sua função ideal, centralizado. Ainda que Ramiro tenha sido contratado para jogar na ponta direita, como jogava no Grêmio, justamente pra suprir a perda de Romero, humilhado por Andrés.

Excesso de meias centrais, Régis que foi pedido por Carille inexplicavelmente não tem qualquer espaço e nisso, o time fica refém da presença de Clayson como titular, tendo como sua sombra apenas o menino Janderson. Tem teimosia sim de Carille, tem arrogância muitas vezes do técnico, como demonstrado em várias entrevistas, mas o time vive um momento individual ruim, para além de ter pouca qualidade ofensiva, pouco drible, pra ser mais preciso.


O fato é que o time está numa boa posição no campeonato e precisa lutar para mantê-la, precisa encaixar um resultado favorável com bom desempenho (e vem clássico aí pra isso) pra retomar confiança. a confiança é fundamental no futebol, pra que aí sim, possa ter um restante de ano mais tranquilo e, caso não entre (e dificilmente entrará) na luta pelo título, conseguir a vaga direta na Libertadores do próximo ano e aí sim, reavaliar.

Não, o clima não é bom, a relação com Carille realmente em grande parte da torcida, sobretudo no termômetro das redes, está muito pesada. Eu porém sou comedido quanto a isso, penso que momento de reavaliar trabalho é ao fim da temporada, ainda mais de um cara vencedor como ele, então, antes de pedir o fim do trabalho de Carille no Corinthians, eu quero junto com vocês, observar essa reta final de temporada, observar as opções que o mercado trará pra aí sim, ter uma ideia clara se vale ou não a pena trocar o comando técnico da equipe. Afinal, a minha memória não é curta e eu me recordo muito bem do sofrimento do time, quando o treinador foi para o futebol Árabe.




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Foto: GazetaPress

Amigos e Nação Corinthiana! Em (19/09) que pra quem lê este texto na data de sua publicação, é mais conhecido como "ontem", eu publiquei aqui um texto após a derrota ante o Del Valle (clique) que pra mim tem caráter de um verdadeiro DOCUMENTO. Sim, tem caráter documental porque nele eu coloco minha visão sobre quais são os maiores problemas do time hoje e é uma opinião reta, sincera, corajosa, que não "faz curva" e que não é baseada em "raivinha" ou em achismos, mas sim em uma análise sem vícios do que acontece no campo, do que acontece no elenco e do que acontece na gestão, seja ela do campo e bola ou diretiva do clube. Este texto que eu indico pra quem não leu contém a minha opinião sobre o que está errado e quem quiser cobrar minha coerência no futuro, pode salvá-lo nos favoritos, printá-lo, enfim, não que eu seja um cara quadrado que não mude de opinião, mas nesse caso a minha opinião não vai mudar justamente por ser baseada em uma análise muito criteriosa, salvem o texto e se necessário (que não será) cobrem minha coerência em algum momento. 


Isto colocado, DENTRO DA MINHA COERÊNCIA eu me vejo obrigado a me manifestar sobre a (no meu entendimento) maneira equivocada com que a Gaviões focou sua manifestação de indignação na porta do CT. Demonizando a comissão técnica E OS JOGADORES e dando MOLEZINHA para Andrés Navarro Sánchez e seus asseclas (acepipe é coisa de Minion). Que porcaria (pra não dizer outra coisa) é essa Gaviões? Vocês vão dar uma de Mancha agora e ter indignação seletiva (vide a falta de indignação com quem lhes banca o carnaval), que papo é esse? 

Quer dizer então, outrora respeitável Gaviões, que Andrés Navarro Sánchez, que MENTE sobre o que paga e o que não paga, que toma todas as atitudes no sentido de se perpetuar no poder, que monta um time do Sport Club Corinthians Paulista, com apenas TRÊS PONTAS (sendo um da base) no elenco, o que faz com que a comissão técnica IMPROVISE Pedrinho numa função onde ele rende muito menos do que pode, enfim, uma diretoria de atos nefastos que onera de forma absurda o clube, seja POUPADA das devidas cobranças. Da COBRANÇA JUDICIAL e NEGATIVAÇÃO da Arena, que é mais uma consequência das MENTIRAS e do modus-operanti de "dono" do clube que tem Andrés, que me lembra muito o finado Eurico Miranda no Vasco. Quer dizer então que Andrés não merece crítica, que o protesto não tinha de ser no PARQUE SÃO JORGE? Isso não é respeitável. 


Será Gaviões, que vocês realmente acham que um time depenado de grana e de elenco é em seus jogadores, que em sua maioria estão há anos aí e participaram das conquistas do atual treinador, QUATRO TÍTULOS são caras que "não tem raça" e que "não respeitam a história do clube"? É honesto isso? É honesto meter o pau em Carille por ter mencionado o fato de que os "meninos" podem ter sentido (e SENTIRAM MESMO) o jogo e agora colocar TODO MUNDO NA MESMA PANELA da "falta de raça" e de que "vão jogar por terror"? Que caricatura é essa? Vocês não conhecem o elenco que tem? 

E retranca? Que retranca fez o odiado treinador, "pior da história do Corinthians", "amaldiçoado", "fora do Timão" contra os equatorianos? Que "retranca" é essa onde se toma dois gols de contra-ataque? É claro, estamos todos nervosos e vocês um pouco mais, seria pedir demais que analisassem de forma fria e vissem que Pedrinho joga improvisado na ponta porque o time NÃO TEM dois pontas pra serem titulares, só tem o Clayson e o MENINO Janderson, que corre muito, mas ainda precisa aprimorar o passe e o chute. Que esse time NÃO CRIA porque o Vital é um cara que vive de LAMPEJOS e infelizmente Jadson está na curva final da carreira, Sornoza sentiu a camisa e Régis não tem chances. Que é complicado cobrar de Love ou crer que Boselli vai ser solução, SE A BOLA NÃO CHEGA em condições de finalizar, enfim, vocês realmente querem ser levados a sério, ou isso foi um rolêzinho, na busca de aparecer, na busca sei lá, de fazer o treinador sair (Vem Joel Santana). 

Não, vocês definitivamente não querem ser levados a sério. Se fosse "retranca" ou "raça" o problema era fácil de resolver, era só tirar dois ou três até mesmo do banco e colocar pra jogar os "reservas de qualidade prontos pra entrar e tomar a titularidade" e aí o time renderia, CRIARIA, faria um grande futebol, meteria 5 no primeiro tempo na altitude e no segundo só iria respirar. Mas a realidade não é essa. Se Clayson e Janderson e Pedrinho se machucarem, o time NEM TEM QUEM PÔR dos lados de campo, fica só o "volante" Ramiro. Isso é montagem de elenco decente? Havia "sobra" de peças pra se recusar a sequer conversar com Romero, diretamente com o atleta pra que ele se convencesse e convencesse seu representante? Pois é, voltamos na AUTOCRACIA de Andrés, o que (não) merece ser criticado e COBRADO por vocês. Lastimável. 

Quando vocês vão cobrar de Andrés? Quando tiverem de ir até Barueri (O Paca foi DOADO a empresários) pra assistir um time esfacelado (porque sem dinheiro não se contrata) jogar? Nem mais um minuto eu vou esperar, uma pena que a política hoje fala mais alto que o amor pelo clube. Definitivamente, "não é assim" que vocês vão contribuir pra que o time se recupere.


Antes de encerrar este desabafo eu quero abrir um parêntese. Na sua nova casa, a Fox, o narrador Téo José teve mais um daqueles seus momentos, diria, "periódicos" de dar uma opinião pra virar trend topic. Téo direcionou a fala de Carille na coletiva totalmente para Pedrinho e disse que o clube "Não trata Pedrinho como sendo da casa" e que o garoto deveria "`Pegar sua mala e ir embora do Corinthians". COM BASE EM QUÊ dizer este absurdo? O Corinthians o acolheu desde cedo, o Corinthians o tratou de problemas de saúde seríssimos, ainda mais pra um atleta, pra receber esse tipo de acusação? PRA QUE fazer isso? AUDIÊNCIA vale isso? Repercussão vale isso? Vale a pena ficar marcado como oportunista e mentiroso? Com a sua experiência Téo. Não, realmente não é assim, cara. 

Peço licença pra contextualizar o que Carille quis dizer, não é "defesa" até porque sou jornalista e não advogado, é sim uma visão HONESTA do fato. Eu não vejo que Carille tenha tentado tirar de si a responsabilidade e "jogar os 'meninos'" na fogueira, longe disso. Sua fala apenas disse algo que concordo, estes "meninos" não criaram nada, não foram efetivos, não partiram pra cima da marcação com a individualidade tentando decidir, não chamaram a responsabilidade. Isso é FATO, a trinca de meias é formada por meninos (e não a média de idade do time, caras pálidas), na meia é que nasce a criação, pode por o centroavante que for, se a bola não chegar, fica muito mais difícil. Lhes pergunto, A BOLA CHEGOU? A bola chegou ante o Nense? Vocês, se analisarem de forma honesta, responderão da mesma forma que eu. É claro que eu não falaria no microfone da imprensa o que Carille falou, mas não foi no sentido de tirar de si a responsabilidade, não é esse o ambiente do clube e nem o caráter dele, que ainda que uns finjam que não, todos conhecemos. 

As coisas estão sendo analisadas muito de cabeça quente. O que o Corinthians precisa em campo é recobrar a confiança e dar o máximo com o pouco que tem. Mesmo que o time caia na Sula, se cair lutando, se fizer um grande jogo, recobra a confiança para o Brasileiro, onde é QUINTO colocado, onde pode conseguir a vaga direta na próxima Libertadores e ao final sim, se pode definir permanência ou demissão de treinador. Agora, sem grana e com todos os grandes técnicos empregados, a brincadeira do Joel Santana faz todo sentido, a menos que queiram de novo um Jair Ventura, foi ótimo o trabalho dele no clube não é mesmo. 



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