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Olá amigos, hoje estou aqui para falar um pouco da eliminação do Santos na Libertadores ante o Independiente na noite desta quarta (28), que ocorreu (em parte) fora dos campos de forma juvenil e no mínimo tendenciosa. Santos de tantas glórias do passado, dos times sensacionais ,dos moleques da Vila, respeitado por ser a casa do Rei e pra minha geração por ter revelado o talento do “Menino Ney”. Zoados pelos adversários "por ser time de 'velho'”, mas hoje vimos a ira de jovens torcedores se materializar em um momento lamentável para a história deste clube.


Torcedores principalmente magoados por uma gestão ineficiente e omissa nas decisões do clube, tudo bem que isso é notado em 90% dos times da Série A do Brasileirão, dirigentes que muito falam e pouco fazem, pensam somente em seu “bem estar” próprio se apossando de poderes fictícios, e foi assim que o time da baixada virou uma bagunça já desde Marcelo Teixeira até o presente de momento, escândalos em vendas de jogadores, lados obscuros que nunca vamos saber de fato.


Tudo culminou na gestão José Carlos Peres que apesar do discurso bonito e todo o blá blá blá fez a mesma m…Que os demais e ele mostrando seu despreparo, ainda monta um péssimo departamento de futebol e jurídico que sequer consegue identificar a situação de um jogador poder ou não jogar, um erro imperdoável já que a entidade responsável pelo futebol na América do Sul, CONMEBOL, tem se mostrado bastante “rigorosa” com alguns clubes.


Curiosamente esses clubes foram só os brasileiros, sendo a Chapecoense envolvida em situação semelhante no ano passado e foi eliminada da competição, esse não é o único caso que corre no “tribunal” da Confederação, o River Plate escalou o atleta Bruno Zuculini, por sete jogos e simplesmente foi “punido financeiramente”, levanto a questão até quando nossos clubes e a CBF vão suportar essa atitude da CONMEBOL?


E chego a humildade conclusão que nada mudará por um bom tempo, suspensão de atletas, arbitragem tendenciosa cito dois exemplos claros Corinthians 2013 e o São Paulo em 2016 e por tantos outros casos envolvendo times brasileiros, essas situações serão corriqueiras porque temos dirigentes “Frouxos”em todos os aspectos,aceitam qualquer migalha do que é proposto.


O problema é mais estrutural e complexo, temos uma Confederação de futebol corrupta sem credibilidade alguma e força política então meus amigos esqueçam que aqui é o país do futebol pois não é podemos até ser o que mais ama esse esporte mas perdemos esse posto de os melhores há muito tempo atrás, sem querer ser pessimista esse tipo de intolerância e buscar maneiras de ferrar literalmente o futebol brasileiro irão perdurar por alguns anos ainda, porque os cartolas brasileiros "traíram" os demais da América latina, EUA e Canadá com seu voto em outra sede para a copa de 2026


E homens poderosos magoados são  piores do que criança de 5 anos, ficam bolando maneiras de derrubar os "amiguinhos" para ver vê-los humilhados. Você torcedor santista como pode mudar essa realidade? Virando sócio do clube, ganhando seu direito de escolher por pessoas certas que vão levar esse querido time a algo melhor, pessoas que tenham a “banca” suficiente de reunir os demais times e pressionar a CONMEBOL para acabar com esse balcão de negócios que a entidade se transformou. Cada vez que vocês desistem de pagar esse valor ou se abstém da vida política do clube mesmo não sendo  sócio o caminho fica aberto para que esses oportunistas roubem seu time de coração.

Permitem com que o presidente não esteja lá para defender seu escudo ou pelo menos amparar os jogadores, que largue o técnico á deriva para ele ter que se virar com toda situação de caos, temos parabenizar o Cuca por ser “Macho” de se preocupar com torcedor, de abrir a boca para falar sobre a real situação do time.



A violência da torcida não resolveu em nada a situação, somente atrapalhou o time e vai continuar prejudicando por um bom tempo ainda, abordando um último tema nós da imprensa também temos culpa por toda essa situação, exageramos a maioria das vezes em ser “clubistas” e vender a falsa imagem de que o time ia passar o carro para cima dos argentinos e não foi assim, temos que assumir a responsabilidade e ser realistas, o Santos não era nada favorito, pois vendemos que o time ganharia "fácil", mas na verdade escondermos o fato de ser um elenco limitado, além do Independiente ter um time muito forte, que ano passado foi campeão da Sulamericana sobre o Flamengo.

Então na verdade, esse "favoritismo" em parte, essa ideia de que o time tinha plenas condições de com o apoio do torcedor meter três ou quatro gols era irreal e se converteu no que vimos em campo, um time nervoso, que pouco fez e a linda festa vista fora e dentro do estádio antes do jogo, se transformou em lamentáveis cenas de violência que correm o mundo.

O mais sensato em toda essa questão é Cuca, que soube fazer uma autocrítica afirmando que muita coisa no clube precisa melhorar. Precisa mesmo, o apoio do torcedor nisso é fundamental, mas como já colocado, não o "apoio" que alguns dizem de berrar na beira do gramado, este também, mas sobretudo, o apoio de acompanhar a política do clube e cobrar uma melhor gestão.



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Foto: GazetaPress.





O Rey de Copas volta a imperar na América do Sul. O Independiente não sentou no trono que foi seu por sete vezes, a Libertadores, mas a conquista da Copa Sul-Americana recobra aos torcedores o direito de proclamarem sua grandeza continental. Depois de sete anos de seu primeiro título, o Rojo alcança o bicampeonato da competição.com todos os méritos. Que ainda se questione a arbitragem, foi uma equipe mais organizada que o Flamengo ao longo dos 180 minutos de futebol e, depois da vitória por 2 a 1 em Avellaneda, buscou o empate por 1 a 1 no Rio de Janeiro. O Maracanã lotado não intimidou os visitantes, que mantiveram os seus nervos sob controle durante a maior parte do tempo e afogaram os rubro-negros em suas próprias debilidades. É o 12° troféu do clube em torneios da Conmebol.

A grande novidade de Reinaldo Rueda no time titular foi o retorno de Everton. E a surpresa ficou por conta de quem acabou deixando a escalação. Ao contrário do que alguns poderiam prever, Lucas Paquetá ficou. O treinador preferiu privilegiar a entrega e a incisividade do jovem, mandando para o banco Everton Ribeiro. Ariel Holan, por sua vez, entrou com Nicolás Domingo e Fernando Amorebieta, nas vagas de Gastón Silva e Juan Sánchez Miño, ganhando mais presença física. Uma pena que, antes que a bola rolasse, as imagens do Maracanã não fossem tão boas. Muita confusão aconteceu nos portões do estádio. Ao menos quando os atletas entraram em campo, prevaleceu a festa nas arquibancadas, sem sinais de maiores tumultos.

O JOGO

Como era de se esperar, o Flamengo começou a partida com mais iniciativa. O Independiente se preocupava em se resguardar no campo defensivo, diante das investidas dos rubro-negros. O time da casa buscava avançar em velocidade e incomodou durante os primeiros minutos, especialmente pelas pontas. Everton parecia querer jogar por todo o tempo ausente, aparecendo bastante. Primeiro, deu um cruzamento para Vizeu que o centroavante não conseguiu concluir. Já aos 12 minutos, saiu de frente para o gol, mas bateu em cima do goleiro Campaña, que fez boa defesa. Além dele, quem também não sentia o peso do jogo era Paquetá. O garoto era um dos mais acesos e protagonizou grande lance na linha de fundo, mas bateu mal.

À medida que o tempo foi passando, o Flamengo passou a expor sua tensão. E o Independiente saiu para o jogo, buscando espaços no ataque. César chegou a fazer uma boa saída, enquanto os rubro-negros recuavam. Apresentavam uma marcação compacta, mas também chamavam os argentinos para o seu campo. Era necessário encontrar um desafogo no ataque. E ele viria nas bolas paradas.

Brigando bastante nas divididas, o Flamengo deu um aviso aos 25, em rara aparição de Diego, que bateu travado. Quatro minutos depois, os cariocas abriram o placar. Cobrança de falta erguida na área que contou com três desvios no meio do caminho, até que Paquetá completasse quase na linha do gol. A torcida explodia, confiante no que poderia vir. Já o prata da casa comemorou de maneira expressiva, em uma reverência às arquibancadas. Era uma vantagem compreensível, por aquilo que os flamenguistas jogavam até o momento.

A situação parecia desfavorável ao Independiente também pela lesão de Martín Benítez, substituído por Lucas Albertengo. No entanto, um lance isolado acabou mudando o destino ao Rojo. Em disputa dentro da área, Maximiliano Meza caiu na área após contato com Cuéllar. O árbitro assinalou o pênalti, depois da revisão no vídeo – em marcação que, ainda assim, nunca vai gerar consenso na discussão. Na cobrança, Ezequiel Barco teve uma calma imensa para deslocar César e converter, mandando no canto. Mostra da maturidade do garoto de 18 anos, grande talento do clube de Avellaneda nesta campanha e excepcional na finalíssima.

O Flamengo demorou a se recobrar depois do gol. Nos nove minutos restantes do primeiro tempo, buscou pressionar, mas tinha grandes dificuldades para invadir a área. A criação não existia, com Diego apagadíssimo e raras aproximações dos volantes. O coletivo rubro-negro não funcionava. E por mais que o time tenha voltado com mais ímpeto do intervalo, a produtividade não mudou muito. A melhor chance dependeu de uma jogada individual de Paquetá, que arrancou pelo meio e fez fila, mas parou em Campaña.

Aos dez minutos, Rueda usou sua primeira alteração. Tirou Trauco, que não vinha participando tanto do ataque desta vez, recuou Everton para a lateral e apostou em Vinícius Júnior. Logo em sua primeira bola, o garoto já partiu para cima e bateu sem direção. O Flamengo precisava desta vontade. Mas logo o time tomaria seu maior susto, aos 13 minutos. Réver perdeu uma bola na intermediária e permitiu o contra-ataque do Independiente. Gigliotti ganhou de Cuéllar na corrida e, por cobertura, tocou na saída de César. Para a sorte dos rubro-negros, Juan apareceu de maneira incrível para salvar quase em cima da linha. Fez o único movimento possível para evitar o gol, já pressionado, em lance com um quê de sobrenatural.

O Flamengo sentiu o baque. Tentava pressionar, mas não tinha o mínimo de aproximação e acabava limitado aos cruzamentos a esmo. Era só pressa, sem pensamento. Além disso, o Independiente sabia esfriar o jogo e sempre assustava nos contra-ataques, com a defesa carioca pouco protegida. Por sorte dos anfitriões, as finalizações do Rojo não saíam da melhor maneira. Os rubro-negros, pior de tudo, ainda erravam muitas vezes na saída de bola. Os ponteiros do relógio eram impiedosos com a torcida flamenguista, que ainda se assustou quando César caiu em campo e ficou por minutos recebendo atendimento, aparentemente desacordado.

Aos 33, Everton Ribeiro entrou no lugar de Cuéllar, para tentar melhorar a pouco imaginativa armação. Já estava claro que, se o milagre viesse, dependeria de um lance. E o grito ficou preso na garganta logo na sequência, em cabeçada muito perigosa de Réver. Já a última cartada do Flamengo foi outro garoto da base, Lincoln, substituindo o extenuado Lucas Paquetá – melhor rubro-negro da noite. Enquanto isso, Holan fazia suas últimas trocas e ganhava consistência, com Gastón Silva e Sánchez Miño.

Era impressionante a tranquilidade que o Independiente mantinha, para trabalhar a bola e buscar o ataque. E, aos 40 minutos, o sufocamento anunciou a iminente morte dos rubro-negros na competição. Até mesmo as certezas caíram, com Juan errando e permitindo outra ótima chance a Gigliotti, que bateu para fora. Por fim, a confirmação de que o título não viria aconteceu aos 47, em bola que pipocou na área argentina. Ela sobrou limpa para Réver, com Campaña deslocado de sua meta, mas o capitão bateu por cima do travessão, mesmo com o gol aberto. Esvaiu-se a última das esperanças. O árbitro, motivo de insatisfação dos flamenguistas em diversos momentos, sequer deu os três minutos de acréscimos prometidos – já insuficientes pelas diversas paralisações. O júbilo do Rojo ao apito final contrastava com a frustração total dos anfitriões. A torcida protestava contra o time nas arquibancadas.


O Independiente, por aquilo que jogou, foi um campeão justo. Demonstrou muito mais organização e qualidade coletiva, sabendo trabalhar com a bola. Tem bons jogadores e um padrão de jogo que valoriza isso. Méritos principalmente de Ariel Holan, o treinador responsável por comandar este sucesso. Passou por momentos difíceis em Avellaneda, mas viveu sua redenção nesta Sul-Americana, com uma excelente campanha do Rojo. É o responsável por recolocar o time no alto do pódio e também na Libertadores, depois de seis anos longe do torneio. Além disso, os argentinos disputarão a Recopa contra o Grêmio, assim como foi em 1996.

O Flamengo, por sua vez, precisa ter autocrítica. Se houve algo positivo nesta decisão, foi a participação dos garotos da base. Paquetá, Vizeu, Vinícius Júnior e Lincoln resumiram toda a vontade dentro de campo, por mais que nem sempre tenham acertado. Algo que faltou na maioria absoluta das estrelas, especialmente Diego – sobre quem tanto se fala, mas pouco se vê. De qualquer maneira, o papel tão proeminente de tantos adolescentes expõe as falhas da diretoria, especialmente quando se gasta milhões. Resta saber como se dará o planejamento no próximo ano. A cobrança precisa existir. É o caminho para se reerguer, enquanto se assiste à glória do Independiente, um clube que tanto sabe jogar as competições (e as decisões) continentais. Confira a íntegra da transmissão com o colega Adriano Garcia nos comentários, no canal da Rádio Gol & Rock no YouTube (Clique)




A final da Sul-Americana começou com derrota para o Flamengo. Em Avellaneda, a equipe carioca saiu na frente, mas levou a virada do Independiente. O confronto terminou em 2 a 1 no estádio Libertadores da América. Logo no começo da partida, Réver colocou o Flamengo em vantagem. O empate dos argentinos saiu ainda no primeiro tempo com Gigliotti. Na etapa completementar, Meza fez o segundo para os donos da casa. As duas equipes voltam a se enfrentar na quarta-feira que vem no Maracanã. Para ser campeão, o Flamengo precisa vencer por dois gols de diferença. Caso vença por um gol de diferença, a decisão irá para a prorrogação e se o placar não mudar para os pênaltis. O Independiente leva o título com o empate.

O JOGO
Em campo, o Flamengo começou melhor a partida. Ocupando bem os espaços e muito bem na bola aérea, o time rubro-negro abriu o placar logo aos nove minutos. O lateral-esquerdo peruano Trauco cobrou falta da esquerda para dentro da área, o zagueiro Réver subiu mais alto do que os adversários e testou firme no canto direito do goleiro Campana. Ainda melhor em campo, o Flamengo poderia ter feito o segundo gol em jogada parecida, mas o zagueiro Juan perdeu a chance aos 20 minutos. Pouco depois, aos 29, o Independiente empatou. Em rápido contra-ataque, Martín Benítez recebeu de Meza e ajeitou para o centroavante Gigliotti bater de chapa para marcar o gol. Na segunda etapa, os argentinos viraram logo aos oito minutos. Ezequiel Barco recebeu na esquerda, passou de forma fácil pela marcação dobrada de Éverton Ribeiro e Willian Arão e cruzou para Meza bater de primeira, sem chances para o goleiro César. Depois, até o final da partida, o Flamengo pressionou em busca do empate, mas não chegou a criar nenhuma chance real de gol. E levou alguns sustos nos contra-ataques do Independiente, mas o placar ficou mesmo nos 2 a 1 para os argentinos.







Nesta quarta, Independiente e Flamengo se encontram em solo argentino nos primeiros 90, de uma decisão de 180 minutos que vale o título da Sul-Americana, vamos ver como chegam as equipes para essa decisão.


ARGENTINA

O Independiente, o maior vencedor da história da Copa Libertadores, foi primeiro finalista da Copa Sul-Americana 2017, campeão em 2010, o famoso "Rey de Copas" busca novamente fazer história diante de mais um Brasileiro, assim como fez diante do Goiás em 2010 conquistando seu título inédito com uma derrota por 2 a 0 no jogo de ida no estádio Serra Dourada e 3 a 1 no jogo de volta em Avellaneda com uma vitória por 3 a 1 no tempo normal e vencendo por 5 a 3 nas penalidades máximas, o Independiente que na época era comandado por Antonio Mohamed e não havia conquistado um título internacional desde a Supercopa de 1995 quando venceu a competição justamente sobre o Flamengo no ano de seu centenário, adversário do time argentino nesta noite em Avellaneda. Time de forte tradição no cenário continental,a equipe volta a disputar a decisão do torneio após sete anos. A equipe atual conta com um time jovem, o técnico Ariel Holan costuma fazer mudanças e testes em sua equipe. Ele tem como armas o jovem Ezequiel Barco, que vive boa fase aos 18 anos, e o centroavante Gigliotti. Durante o torneio, perdeu uma de suas principais armas, o goleador Emiliano Rigoni, negociado com o futebol europeu. No Campeonato Argentino, o time está na sétima colocação.


BRASIL

O Flamengo, campeão da Copa Libertadores em 1981 e da Mercosul em 99, chega a uma final continental depois de 16 anos desde sua última final justamente sobre o Independiente quando a equipe brasileira perdeu a Supercopa da Libertadores em 1995 com uma derrota por 2 a 0 no jogo de ida em Avellaneda e com vitória por 1 a 0 no Maracanã, mas que não foi suficiente para aquele Flamengo centenário que contava com Romário, Sávio e comandado pelo atual radialista Washington Rodrigues. Após uma temporada desgastante, a equipe tem a última chance de ganhar um título expressivo em 2017, após uma contundente classificação contra o Júnior Barranquilla, que teve como heróis o atacante Felipe Vizeu e o improvável César. O Rubro-Negro busca o título inédito, às 21h45 (de Brasília), diante do Independiente, em Buenos Aires. Na decisão do torneio, não há gol qualificado. Todos os ingressos para o confronto de Buenos Aires, no estádio Libertadores da América, foram vendidos de forma antecipada para os torcedores do Independiente. Na próxima semana, o duelo de volta será no Maracanã.

NOVO FORMATO

Independiente e Flamengo chegam a final da nova Conmebol Sudamericana, a competição atual é a décima sexta edição do torneio continental com mudanças no calendário que vai de fevereiro a dezembro e ocorrendo seguidamente com a Copa Libertadores da América, assim os confrontos locais para os clubes de Brasil e Argentina sendo supridos com todos os clubes entrando a partir da fase inicial (primeira fase), pois anteriormente ambos os países entravam diretamente na segunda fase.

 TRANSMISSÃO

A partida Independiente x Flamengo será transmitida ao vivo para todo o Brasil pelos canais Globo, na TV aberta, e Fox Sports e SporTV, na TV fechada. Na internet, os aplicativos Globo Play (gratuito) e Fox Sports Play e SporTV Play (para assinantes) também exibe o duelo. O Globoesporte.com exibe o jogo em tempo real, minuto a minuto. Você também pode acompanhar o jogo com os comentários do colega Adriano Garcia através da WebRádio Gol & Rock (Clique)




Libertad 1 x 0 Independiente

Uma partida parelha na noite da última terça feira (22) no Defensores Del Chaco e um lance polêmico que decidiu o placar de 1 a 0 para os donos da casa.

O JOGO

Um gol relâmpago e polêmico fez com que o Libertad derrotasse o Independiente no primeiro jogo da semifinal da Copa Sul-Americana. O gol saiu através de Óscar Cardozo. O jogo mal tinha começado e o Libertad já estava em vantagem. Com apenas 30 segundos, a defesa do Independiente cochilou e viu cardozo receber lançamento e encher o pé para vencer o goleiro uruguaio Martin Campanã, 1 a 0.

O time argentino sentiu o gol sofrido e por muito pouco não levou o segundo. Em nova cochilada da zaga, o juiz deu recuo de bola de Gastón Silva para Campaña. Na cobrança, Salcedo encheu o pé e a bola pegou na barreira. No rebote, o atacante mandou por cima do gol.

O Independiente pouco chegava ao ataque, mas na primeira troca de passes que o time de Ariel Holan acertou o empate não veio por um triz. Sánchez Niño avançou pela direita e mandou para a grande área. A bola pegou no defensor e o goleiro Muñoz salvou com a ponta dos dedos.

Na etapa final o Independiente voltou com uma postura mais ofensiva. Nos primeiros 15 minutos, o time argentino criou duas oportunidades claras, mas pecou na finalização.

Aos 6 minutos, Gáston Silva fez jogada individual e cruzou para Barco, que sozinho, furou o chute e perdeu o gol. Na sequência, Sánchez Miño recebeu cruzamento, dominou no peito e mandou uma bicicleta. A bola tirou tinta da trave de Muñoz.

Na casa dos 28 minutos, quando o Independiente mais pressionava o Libertad teve um jogador expulso. O artilheiro Óscar Cardozo trocou tapas com Alan Franco e levou o cartão vermelho.

Melhor em campo e com um a mais, o Rey de Copas continuava em cima e desperdiçou nova chance. Desta vez, Leonardo Fernández recebeu cruzamento, conseguiu limpar a marcação e na cara do goleiro Muñoz mandou a bola na arquibancada.

Nos minutos finais a última chance do Independiente. Após descida pela direita, Alan Franco cruzou na cabeça de Sánchez Niño. O jogador cabeceou firme e Muñoz praticou um milagre.

Independiente x Libertad voltam a se enfrentar na próxima Terça Feira (28), no Avellaneda no duelo que decidirá o primeiro finalista da competição.


Flamengo 2 x 1 Junior Barranquilla

No primeiro jogo da semifinal da Copa Sul-Americana o Flamengo saiu atrás, mas conseguiu uma grande vitória de virada sobre o Junior Barranquilla no Maracanã. Com gols de Vizeu e Juan, o time de Reinaldo Rueda venceu por 2 a 1 e agora terá a vantagem do empate no segundo duelo na Colômbia.

O JOGO

O Flamengo foi melhor no primeiro tempo, mas quem foi para o intervalo em vantagem foi a equipe colombiana. Isso porque aos 21 minutos, González recebeu na ponta esquerda, invadiu a área e cruzou rasteiro da linha de fundo. A bola passou por todo mundo na pequena área, mas não por Teo Gutiérrez que no segundo poste desviou para abrir o placar.

O time de Reinaldo Rueda teve ao menos três chances de empatar o duelo. Com dois chutes de fora da área, Mancuello esteve perto de balançar a rede. No entanto, na primeira finalização a bola bateu na rede pelo lado de fora e na segunda ela passou ao lado da trave esquerda. Já Felipe Vizeu quase marcou de cabeça, mas viu a bola tirar tinta da trave de Viera.

O time rubro-negro continuou melhor na volta do intervalo, ocupando o campo de ataque, mas acabou sendo pouco efetivo. Com inúmeras bolas alçadas na área, o Flamengo criou pouco e viu o time colombiano administrar o resultado nos primeiros minutos da etapa.  No entanto, após tanto tentar o time carioca finalmente empatou o duelo aos 32 minutos.

Após uma grande defesa de Viera em uma cabeçada de Réver, Juan mergulhou após a cobrança de escanteio, se antecipando ao marcador para estufar a rede do Barranquilla. O gol empolgou a equipe rubro-negra que veio com tudo para cima e conseguiu a virada seis minutos depois. Vizeu recebeu de Arão e com uma "chicotada" no meio da área mandou a bola no ângulo esquerdo de Viera, sem dar chances ao goleiro.






 

Na véspera de mais uma copa, a tarde de quarta era decisiva para dois clubes tradicionais no Estádio Ciudad de La Plata que recebeu um ótimo público. Indenpediente e Huracán, que após terminarem com o mesmo número de pontos na última rodada, decidiam em um jogo extra quem retornaria a primeira divisão do Campeonato Argentino.

Com inicio do primeiro tempo fraco por causa do nervosismo das equipes, O Huracán parecia esta com medo de arriscar e o Independiente não encontrava espaços em suas jogadas enenhum chute foi ao gol até os 35 minutos da etapa inicial. O Abusando das jogadas aéreas, o Huracán quase chegou ao gol em uma cobrança de escanteio, mas o defensor do Independiente conseguiu tirar a bola, iniciando depois com Matías Pisano, que no contra-ataque e conseguiu de forma até o gol, mas bola terminou na mão de Marcos Díaz conseguiu fazer a defesa, mas a bola parou nos pés de Zapata, aproveitou o rebote a abriu para o rojo.
Em vantagem, Independiente  foi administrando até o fim do primeiro tempo e com o inicio do segundo tempo, o sistema defensivo do Rojo passou enfrentar dificuldades para segurar o placar. O Huracán voltou bem melhor, dando trabalho ao goleiro Diego Rodríguez, que fez pelo menos três boas defesas na primeira parte do segundo tempo, porém o jogo passou a ser mais tenso após de um gol legal do Ramón Abila, faltando 15 minutos para o fim do jogo. Se o assistente não anulasse, a partida seria tensa em seu final.

Com o Globo todo no ataque, aos  41 minutos o Rojo aproveitou mais um contra-ataque e Pizzini, que havia acabado de entrar, fez o segundo gol, garantindo a equipe de Avellaneda que é o terceiro maior campeão nacional do país com 16 conquistas e o maior vencedor da Copa Libertadores da América, com sete títulos a volta para a primeira divisão depois uma temporada fora e para a alegria dos jogadores e de sua “hicha”, enquanto Huracán terá que aguardar mais 6 meses para tentar voltar a elite.

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Edição e Redação: Joseclei Nunes (Facebook) (Twitter)

Foto: EFE

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Por conta dos dois resultados de domingo, na próxima quarta-feira será definida entre os dois grandes clubes argentinos: Independiente e Huracán. As equipes se enfrentarão no Estádio Único de La Plata, definindo quem será o último clube a subir para a primeira divisão do futebol argentino junto com o campeão Banfield e Defensa y Justicia.

Olhar para os tempos de hoje, talvez não possamos imaginar que o confronto entre as duas equipes se enfrentaram em uma semifinal de libertadores em 1974, onde o clube de Avellaneda foi campeão depois pelo torneio.

Antes dessa decisão, o Independiente precisava de uma simples vitória sobre o Patronato, que estava apenas cumprindo tabela para conseguir voltar à elite, mas mesmo com a presença de Kun Agüero (ex-jogador e torcedor do clube) e diante de sua torcida que lotou o Estádio Libertadores de América, porém o Rojo decepcionou e se não fosse as defesas do goleiro Diego Rodríguez a tragédia podia ser maior.

Na grande Buenos Aires, após uma impressionante reação na B Nacional o Huracán precisava de um tropeço do Rojo e uma vitória sobre o Almirante Brown fora de casa, porém o Globo conseguiu a vitória de 1x0 com o gol de Pity Martínez, rebaixando o Almirante, que mesmo pressionado por sua torcida, foi para a terceira divisão. O Globo empatou em pontos com o Independiente, forçando um jogo extra para quarta-feira.

Para quem acompanha e gosta do futebol argentino, Independiente e Huracán já brigaram direto por vaga em final de libertadores, disputas de títulos no Campeonato Argentino. Sendo que o Rojo possui sete libertadores, a ultima em 1984 e o globo foi campeão argentino em 1973 e segundo algumas pesquisas, é a sexta maior torcida do país.

Para quem acostumava a ver Independiente e Huracán na elite do futebol argentino, com os principais jogadores do país, nesta quarta apenas um voltará a elite.


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Foto: EFE