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Salve, pessoal, torcedores da seleção canarinho, vamos repercutir a classificação da amarelinha para as oitavas de final da Copa do Mundo 2018, ao vencer nesta quarta feira (27), a Sérvia na Arena Spartak, em Moscou. Um jogo que tinha todos os ingredientes para ser tenso nervoso, etc., tendo em vista a queda de seleções gigantes como a Alemanha na fase de grupos, ou então o sufoco passado pela Argentina. Mas o Brasil soube colocar a cabeça no lugar, e matar a partida no ponto certo. Vamos ao jogo.

Tite mandou a campo o Brasil com Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Willian, Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus. Mas o que mais assustou no começo do jogo não foi nenhum lance de gol: Marcelo sentiu algo na lombar, incômodo, algo a ser apurado pelos médicos da Seleção Brasileira e foi trocado por Filipe Luís. A partir daí o jogo começou realmente. Sérvia tentando fazer o que sabe de melhor: cruzamento para cabecear. Já o Brasil tentava sair com a bola no chão, em velocidade, aproveitando a característica de "cintura dura" dos jogadores sérvios. Gabriel Jesus começou a desperdiçar uma boa oportunidade na cara do goleiro Stojkovic. Minutos mais tarde, o "projeto do gol": Gabriel Jesus lançou Paulinho, mas o goleiro antecipou. Minutos mais tarde, Coutinho lançou, Paulinho antecipou o goleiro sérvio e tocou por cima: 1x0. Após o gol, algumas chegadas da Sérvia no escanteio, mas Alisson foi bem ao afastar a bola.

Na segunda etapa, o Brasil começou controlando, tendo a posse. Não atacou de maneira efusiva, na tentativa de esperar algo da Sérvia para deixar espaços. Mas a partir dos 10 minutos, a Sérvia resolveu tentar melhorar a sua sorte. Miranda apareceu de maneira estranha, quase fazendo gol contra, mas mandou a bola para fora. Minutos mais tarde, Alisson apareceu para defender e para afastar perigo de soco. Sem poder respirar muito, Alisson rebateu mal a bola, mas ela voltou em cima do joelho de Thiago Silva que espanou para longe. Tite colocou Fernandinho no lugar de Paulinho. Mas aos 22 minutos, a Sérvia provou do próprio veneno. Era tanta atenção em escanteio ofensivo que esqueceram de marcar na defesa: Thiago Silva subiu bem, depois da parede de Miranda, para fazer o 2x0 e tranquilizar.



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Depois do segundo gol, o Brasil deitou em campo. Em determinado momento, chegou a ficar com a posse por mais de dois minutos e a Sérvia, sem reação. Ainda teve tempo de Neymar perder boa chance para defesa de Stojkovic. Minutos mais tarde, em bola "pipocando na área" Neymar tentou dar um chapéu no goleiro, mas ele foi bem ao bloquear. Filipe Luís sentiu o gostinho de atacar para exigir boa defesa do goleiro sérvio. Renato Augusto ainda entrou no lugar do pendurado Philippe Coutinho, puxou um contra ataque, mas também não comprometeu. Fim de papo, de drama, etc. Brasil está nas oitavas de final!

Jogo começou nervoso como era de se esperar. O gol de Paulinho tranquilizou o time, mas parece que "a bruxa está solta" na seleção. Muitos jogadores lesionados já e Tite começa a ficar limitado por opções. Fagner substituindo Danilo fez mais uma partida segura, mas não pode ser substituído. Agora, o mesmo provavelmente vai ocorrer com Filipe Luís. Paulinho saiu por ser o jogador com "mais minutos" em campo, ou seja, há um certo desgaste embutido nesta alteração. A defesa passou um verdadeiro sufoco, principalmente no setor de Miranda: o próprio hoje capitão parecia um pouco assustado na defesa, mas foi importante no ataque. Por outro lado, alvo de críticas aqui mesmo, hoje foi digno de elogios: Thiago Silva não deixou UMA bola passar pelo alto na Sérvia. Na verdade deixou, mas no ataque para o segundo gol. Baixa mais uma vez vai para Gabriel Jesus "que ainda não ressuscitou", quem sabe para uma partida decisiva não seja melhor entrar com o Firmino de titular, já que o atacante do Liverpool-ING tem mais bagagem internacional que o do Manchester City-ING.

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Enfim, agora o Brasil pega o México pelas oitavas de final. É um jogo bem duro se puxarmos os últimos confrontos. Por outro lado, é um time que tenta jogar também e não ficar apenas na base de chuveirinhos como a Sérvia, por exemplo. Marcação dura eles possuem, assim como a famosa "catimba". Precisa ter cabeça no lugar e estar bem fisicamente para o jogo. Tite vem contando com uma bucha a cada jogo, já que vem perdendo jogadores por motivos físicos. Se as alternativas forem embora, com toda a sinceridade, não há time que aguente os 90 minutos.

Suíça 2x2 Costa Rica - Ponto de honra à Costa Rica

Pelo outro jogo do Grupo E, Suíça precisava apenas de um empate para se classificar. Ele veio com Dzemaili dando chute forte após ajeitada de cabeça de Embolo. A Costa Rica queria seu ponto e buscou o empate com Watson, de cabeça. Aos 42 do segundo tempo, Drmic acertou belo chute para colocar a Suíça novamente em vantagem. E então veio a "bizarrice" da partida: Bryan Ruiz reclamou de pênalti, juiz assinalou, mas por vídeo, o árbitro corretamente deu o impedimento do costarriquenho. Mas a Suíça queria porque queria retribuir uma penalidade: cometeu mais uma e dessa vez Bryan Ruiz contou com as "Costas Ricas" do goleiro Sommer para a bola terminar na rede e a igualdade no placar, primeiro e único ponto costarriquenho da Copa.

Suíça agora vai para as oitavas de final fazer o duelo "Su-Su": Suíça x Suécia. Imprevisível, visto que os dois times não pregam a ofensividade. Técnica por técnica, o time da Suíça é um pouco melhor. Mas vale lembrar que a Suécia vem de liderança em um grupo que tinha nada mais, nada menos do que a Alemanha.
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Salve, pessoal, amantes do futebol, da Seleção Brasileira e da Copa do Mundo 2018. Vamos repercutir a vitória importante do Brasil ante a seleção da Costa Rica pelo placar de 2x0 em um jogo que exigiu demais da nossa seleção: física e emocionalmente, ou seja, um teste pra cardíaco mesmo. Fato que o Brasil pecou em alguns aspectos, mas começou a se ajeitar no jogo. A bola então "teimou em não entrar" mas a água mole "bateu tanto na pedra dura" que furou. Mesmo assim, críticas serão feitas a determinados jogadores.

Tite mandou a campo a seleção brasileira escalada com Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Willian, Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus. Mas o Brasil logo de cara começou a ver o que lhe esperava na partida: um verdadeiro ferrolho costarriquenho. Até os 20 minutos, nenhum chute a gol foi registrado a favor da seleção brasileira, quando na verdade, a seleção da América Central forçava os arremates de fora da área. Coutinho não conseguia o brilhantismo do primeiro jogo. Pelos lados, Marcelo e Fagner (por mais que tenham feito boa partida no geral) esbarravam nos defensores. As pontas do Brasil um pouco lentas: Willian errando tudo que estava tentando. Neymar então se preocupava em fazer teatro, pegar raiva dos jogadores da Costa Rica em vez de usar seu potencial e habilidade em pró do time. Resultado, um 0x0 morno com o uniforme praticamente limpo de Keylor Navas.

Tite começou a segunda etapa com uma modificação interessante: Douglas Costa no lugar de Willian. E o Brasil visto na segunda etapa foi aquele que "encantou" nas eliminatórias. Jogadas rápidas no campo de ataque, profundidade, infiltração, etc. Logo de cara, Gabriel Jesus cabeceou a bola no travessão para desespero - o gol seria um alívio enorme. No minuto seguinte, pegando rebote, Paulinho ajeitou para Coutinho chutar e ver o zagueiro costarriquenho tirar no susto a bola de cima da linha. Tite mexeu ainda para entrada de Firmino no lugar de Paulinho que também esteve apagado. Minutos mais tarde, Neymar recebeu bola com gol aberto, só ele e Navas, mas chutou por cima da forquilha. Até que veio uma esperança: jogada pelo lado esquerdo, Neymar corta a marcação, recebe um encosto e desaba. Árbitro Bjorn Kuipers marca penalidade. Mas o VAR corretamente mostrou uma forçada, "teatro" do brasileiro, portanto, penalidade bem anulada. Enquanto isso, a Costa Rica começava a sentir as famosas "dores misteriosas".


Lance bem anulado da penalidade em Neymar (Reuters)
A insistência brasileira foi premiada. Jogada pelo lado direito do campo, a bola termina em Gabriel Jesus que só ajeita para Coutinho chegar de trás e fazer o 1x0. Alívio! Comemoração! Tite se jogando no chão! E claro, as dores da Costa Rica misteriosamente foram curadas. Tite então fez a alteração Fernandinho no lugar de Gabriel Jesus para dar uma segurada. Mas o Brasil tinha o contra ataque a sua disposição: no primeiro, Firmino mandou a bola para fora. No segundo, Casemiro serviu Douglas Costa que entregou de lambuja para Neymar só cutucar para dentro do gol. Era o fim do sufoco brasileiro.


Coutinho vibra com seu gol (AFP)
Brasil muito mal na primeira etapa. Praticamente bloqueado nas saídas de bola, criou pouquíssimas oportunidades. Paulinho que poderia ser um diferencial estava sumido. Willian praticamente não esteve bem na ponta, sobrecarregando o outro lado. Tite foi muito bem nas mexidas, não fazendo as famosas "6 por meia dúzia". Douglas Costa deu outro ritmo na segunda etapa, oferecendo o lado direito para jogar também. A partir deste momento, a defesa da Costa Rica encontrou menos "conforto" para desarmar a seleção brasileira. Uma pena que as chances do começo da segunda etapa não entraram, pois foram bem trabalhadas por Coutinho e o próprio Gabriel Jesus. Neymar joga bem, é craque, habilidoso, mas precisa parar de fazer teatro e ludibriar arbitragem. Com VAR não tem mais "conversa mole". No lance da penalidade anulada, claramente preferiu desabar em vez de seguir no jogo, além de ficar o jogo todo na orelha do juiz. Por muito pouco, o Brasil não sai prejudicado por essas infantilidades desnecessárias.

Mais mexidas do Tite; Firmino no lugar de Paulinho. Mais uma vez arriscou bem, lançou o time para o ataque - o gol poderia não sair, mas não seria por falta de tentativa. Firmino deu nova cara ao ataque também, deu mais opção, tudo que o Brasil precisava para furar uma retranca. Se Neymar prefere aparecer para "se jogar", "desabar", Coutinho apareceu mais uma vez para decidir o jogo: depois da bela ajeitada de Gabriel Jesus, Coutinho tocou a bola por baixo das pernas de Keylor Navas que estava cheio de dor até o momento. Enfim, nessa segunda etapa, o futebol foi bom para o Brasil, claro, com os méritos de seu treinador. Mas precisam botar os miolos do "nosso craque" no lugar. Jogue bola, pare de falar e fazer teatro. Ninguém vai mais cair nessa de cara feia de dor (até mesmo porque o único que vem caindo é o próprio Neymar). Seleção brasileira é mais do que Neymar e muito maior ainda. É bom também as vezes dar mais atenção a Coutinho que já fez dois gols, a Firmino que entrou bem nas duas partidas, a Gabriel que deu uma boa assistência, ao Marcelo que jogou bem, Fagner que entrou bem também. Tem que parar de "passar pano" para Neymar em tudo quanto é lance de jogo e valorizar o conjunto que trabalhou bem.

Que o Brasil repita o bom futebol da segunda etapa durante os 90 minutos diante do valente time da Sérvia. Para se classificar, basta um empate chegando a 5 pontos. Mas claro, se tratando de Brasil, é esperada uma vitória e com uma atuação mais do que decente. E que o "nosso craque" caia no mundo real do futebol e jogue em pró do time.
AFP
Salve, pessoal, amigos e os que acompanham a Copa do Mundo 2018 da Rússia, hoje o assunto nos Jovens Cronistas é a partida mais aguardada deste dia (21) e talvez seja até aquela com o resultado mais surpreendente em termos de material humano das duas seleções. Sim, Argentina e Croácia protagonizaram uma surpresa em termos de placar em Nizhny. Mas quando o assunto é futebol jogado, o revés de 3x0 sofrido pelos Hermanos foi merecido e ainda os complicou no Grupo D.

A Argentina foi escalada por Sampaoli com o goleiro Caballero, três homens na defesa – Mercado, Otamendi e Tagliafico – quatro meio campistas – Mascherano, Salvio, Perez e Acuña – três homens na frente – Meza, Messi e Aguero sendo este um pouco mais adiantado. A Croácia foi armada por Dalic no esquema 4-2-3-1, com Subasic no gol, linha de quatro defensores composta por Vrsaliko, Lovren, Vida e Strnic, dois volantes – Rakitic e Brozovic. Mais adiantado e centralizado, o astro do time Luka Modric e à sua direita, Perisic, à esquerda, Rebic. Mais adiantado como centroavante o experiente Mario Madzukic.

O jogo já começou com a seleção croata em cima, em chute perigoso de Perisic, Caballero precisou esticar os dedos para evitar o que seria o gol de abertura do placar logo aos 4 minutos. A Argentina respondeu aos 12 minutos em chute de Meza, travado e bloqueado por Lovren. Aos 29 minutos, Enzo Pérez recebeu a bola livre, sem goleiro, mas foi precioso demais no lance e chutou para fora a então melhor chance da partida. Aos 31 minutos, a Croácia não quis ficar para trás no quesito de gols perdidos e Mandzukic mandou cabeceio açucarado para fora, um verdadeiro festival de gols perdidos.

Na segunda etapa, a bola caminhava calmamente pela cancha. Nenhum time atacava com efetividade. Mas quando parecia que tudo estava calmo, Caballero apareceu aos 8 minutos de jogo. E não foi para fazer defesa: em bola recuada pela defesa, o arqueiro argentino tentou sair dando toquinho, a famosa cavadinha, mas a bola rebateu em Rebic. O croata teve apenas o trabalho de chutar para encobrir o argentino e abrir o marcador. Agora a pressão subia demais para cima da Argentina.

FIFA getty images


Sampaoli então resolveu mexer: sacou Aguero para entrada de Higuain, Salvio para a entrada de Pavón. A Argentina cresceu na partida e por muito pouco não atingiu a igualdade com Messi chutando de dentro da pequena área, mas Subasic conseguiu se recompor com os pés e bloquear o arremate do argentino. A última mexida de Sampaoli foi ofensiva, com a entrada de Dybala no lugar do meio campista Enzo Perez. A partir deste momento, a Croácia começou a recuar em seu campo e chamar a Argentina; em uma das outras oportunidades, Dybala apareceu pela ponta, cortou para a perna esquerda e chutou por cima. O castigo para um time desorganizado veio de um homem que parece que a bola não queima em seus pés: Modric. O croata recebeu na intermediária, “bailou” na frente de Otamendi e soltou a bomba no canto de Caballero para fazer o 2x0.


FIFA (Divulgação)


A Croácia queria mais. Em cobrança de falta, Rakitic cobrou no travessão, na forquilha mesmo. Mas no final da partida, Kovacic que havia entrado no lugar de Perisic serviu Rakitic que só empurrou para o fundo das redes argentinas. Um gol que parecia de churrasco ainda, daqueles que você toma duas latas de cerveja, come uma linguiça, aí vai para o campo, joga uma bolinha para depois voltar, beber e comer de novo. Um gol de “pelada”, literalmente.

Em termos de material humano, placar elástico. Em termos de futebol, justo. Copa do Mundo não se tenta sair jogando com cavadinha. Croácia se defendeu bem e estava só esperando o erro – que aconteceu. Sampaoli ainda mexeu errado; tirar o Aguero que era um dos poucos que brigavam na frente para colocar o Higuain? Time já está perdendo, sacasse apenas o Salvio para a entrada do Pavon. Isso sem falar em um time totalmente desorganizado e assustado; vejam, Mascherano apareceu em momentos para criar jogadas! Dybala quando entrou até que melhorou (pouco) ofensivamente, mas a desorganização da equipe era tão grande que o jogo parecia já perdido faltando 15 minutos.

Por outro lado, a seleção croata saiu com perigo de seu campo, sempre de maneira organizada. Quando tiveram liberdade, os jogadores mais técnicos da Croácia apareceram e com destaques positivos – Modric, Rakitic, Mandzukic. Na segunda etapa, o técnico Dalic armou uma verdadeira armadilha para pegar a Argentina e Sampaoli caiu direitinho; contra-ataques mortais, extremamente bem executados e treinados. A Croácia mostrou para a Argentina como se vence uma partida tática e tecnicamente. A Argentina precisa entender que “raça” não é sinônimo de afobação e desorganização.

Reuters
Croácia carimbou a vaga para as oitavas de final. Argentina tem chances de classificação ainda, já que enfrenta a equipe da Nigéria que, com todo respeito à alegria e empolgação que os africanos trazem à Copa, não é nenhum bicho papão. Mas caso a Nigéria perca amanhã para a Islândia, a situação fica complicada – Croácia e Islândia poderiam empatar que, mesmo com uma vitória argentina, eliminaria os Hermanos. É, amigos, complicou para a Argentina.

Jason Cairnduff/Reuters

Salve, pessoal, torcedores da Seleção Brasileira, vamos repercutir o empate de 1x1 envolvendo Brasil x Suíça na estreia da nossa seleção na Copa do Mundo 2018, na Rússia. Um jogo duro, difícil, a ser resolvido nos detalhes (quem acompanhou a prévia do Grupo E sabe do que está sendo falado). Um jogo em que o Brasil conseguiu a vantagem no placar, mas não soube usar o campo disponível a seu favor. Ainda teve direito a polêmica que será discutida aqui. Vamos ao jogo.

Tite escalou a seleção brasileira com Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho, Neymar, Willian e Gabriel Jesus. E quem começou tomando a inciativa do jogo foi o time amarelo em jogada pelo lado esquerdo; a bola sobrou para Paulinho que chutou, o goleiro Sommer conseguiu desviar com a pontinha dos dedos, mesmo com o árbitro sem dar o escanteio. Mas o alívio brasileiro viria rápido. Bola no setor esquerdo do ataque, Philippe Coutinho pegou a bola, trouxe para dentro e chutou. A bola acabou morrendo no ângulo esquerdo de Sommer que voou de todos os jeitos, mas nada pôde fazer em um lindo chute com as características do jogador brasileiro. Ainda no final da primeira etapa, Gabriel Jesus foi contido pela marcação suíça no "um contra um".

Veio a segunda etapa e com ela o lance mais polêmico da partida. Escanteio em bola errada da seleção brasileira, Zuber subiu após empurrão em Miranda para empatar o jogo. O juiz não viu, árbitro de vídeo deixou passar, mas havia jogo ainda. Tite começou mexendo no Brasil colocando Fernandinho no lugar de Casemiro, para tentar ter mais presença ofensiva. Minutos mais tarde, Paulinho deu lugar a Renato Augusto. O time canarinho começou a atacar mais, porém Sommer fez bela defesa na cabeçada de Fernandinho. Philippe Coutinho recebeu boa bola, mas deu o efeito contrário, fazendo a redondinha sair pelo canto esquerdo de Sommer. Gabriel Jesus recebeu na cara do goleiro, foi agarrado pela zaga da Suíça, mas preferiu desabar no chão em vez de tentar algo a mais como uma finalização; óbvio que o árbitro não ia marcar o pênalti. Tite tentou uma última cartada ao colocar Firmino no lugar de Jesus e o Brasil foi para um "tudo ou nada". Teve mais volume de jogo nesse final; Neymar chutou de longe para defesa de Sommer. Miranda apareceu livre para chutar, mas a bola passou centímetros da trave. No último lance, Fernandinho chutou, mas a zaga suíça conseguiu impedir a bola de chegar no gol. Fim de papo.

Zuber sobe para empatar a partida (Fifa/Divulgação)

A começar pelos lances polêmicos: Miranda realmente foi empurrado, mas faltou mostrar que estava ligado na jogada. Deveria tentar pular, mostrar, escancarar que o empurrão foi DETERMINANTE para a continuidade da jogada. O fato dele ter ficado parado, nem pulado, etc., talvez possa ter feito o árbitro mexicano e os de vídeo interpretarem como que o empurrão não tivesse sido tão efusivo assim. O pênalti em cima de Gabriel Jesus poderia ser marcado? Quem sabe, caso o jogador tivesse desabado enquanto estava sendo puxado e não quando os suíços "aliviaram" a puxada, mas mesmo assim, poderia ser visto no tal VAR (árbitro de vídeo). 

Sobre parte técnica e tática, a Suíça foi bem ao conter o lado esquerdo ofensivo do Brasil; contendo Marcelo e Neymar é claro que para tentar parar a canarinho tinha que ser por esse lado. Coutinho mostrou bem a sua cara marcando um golaço, mas mesmo em desvantagem, a Suíça bloqueou a saída pelos lados do Brasil, dificultado e muito o contragolpe. As mexidas de Tite foram bem mais ou menos; Fernandinho no lugar de Casemiro pode até ser discutível, mas sacar Paulinho para colocar Renato Augusto não dá para entender, visto a importância ofensiva do volante do Barcelona. Se fosse para tirar Paulinho, colocasse um homem de frente como Firmino ou Douglas Costa para desafogar o lado esquerdo com Neymar e Marcelo que estavam praticamente bloqueados. Firmino entrou no "6 por meia dúzia" no lugar de Gabriel Jesus e até melhorou a produção ofensiva da seleção. Longe de ser aquela grande exibição, mas melhorou. Pode ser cruel com o "menino Jesus", mas Firmino precisa começar um jogo ou entrar mais cedo.

Enfim, estreia passou, nervosismo e ansiedade diminuíram. Suíça é o adversário mais difícil do grupo, marca bem e tem sua qualidade na saída de bola. Próximo jogo é diante da Costa Rica e se o Brasil quiser tranquilidade tem que vencer e procurar fazer saldo. Espero que Tite reveja algumas alterações que fez hoje - mexeu bem em amistosos, eliminatórias... por favor! Não vá mexer errado na copa!

Pessoal, continuando a cobertura da Copa do Mundo 2018, que será realizada na Rússia que começará na próxima quinta-feira (14). Neste artigo será realizada a análise do Grupo B, que possui duas das seleções mais fortes desta Copa do Mundo, a princípio, Portugal e Espanha. Os outros duas seleções do grupo, lutarão para causar alguma surpresa, são Irã e Marrocos.

Fonte: FIFA.com

Portugal vem credenciada como a seleção campeã da última Eurocopa e ocupa a 4ª colocação no ranking da Fifa. Portugal foi a líder do Grupo B, das eliminatórias europeias, disputando o grupo ponto a ponto com a Suiça, tendo 9 vitorias e uma derrota. A seleção vem para sua sétima Copa do Mundo e busca superar sua melhor campanha, o 3º lugar do Mundial de 1966. O técnico Fernando Santos tem um bom elenco a disposição e sua grande estrela, é claro, o melhor jogador do mundo das últimas duas temporadas, Cristiano Ronaldo, do real Madrid, que busca marcar um gol, para ter marcado gols ao menos em 4 copas do Mundo. 

Fonte: FIFA.com

A outra força da península ibérica é a Espanha, 10ª colocada no ranking da Fifa. A seleção espanhola chega a sua 15ª Copa do Mundo. A Espanha liderou o Grupo G, das eliminatória europeias, classificando de forma invicta, com 9 vitórias e um empate. A seleção busca repetir o feito de 2010, quando conquistou o título. A Fúria tem uma equipe muito técnica, com um sólido sistema defensivo. O treinador Julen Lopetegui formou uma grande equipe, que tem muitos bons nomes e eu diria que Iniesta, agora do Vissel Kobe, é o grande nome desta seleção e este será o último mundial dele, então devemos nos saborear com toda a técnica deste grande jogador.

Fonte: FIFA.com

O Irã, é a 37ª no ranking da Fifa e vem para tentar surpreender neste grupo. Os iranianos chegam a sua quinta Copa do Mundo e buscará um feito inédito, que é o de passar as oitavas de final. Nas eliminatórias asiáticas, na 2ª fase, o Irã foi líder do Grupo D, com 20 pontos, com seis vitórias e dois empates e na 3ª fase, foi líder do Grupo 1, com 22 pontos, tendo 6 vitórias e 4 empates, chegando assim de forma invicta a Copa do Mundo. O técnico é o mesmo da última Copa, o português Carlos Queiroz, que já vem fazendo bom trabalho na seleção. O grande jogador da equipe é o atacante Sardar Azmoun do Rubin Kazan, que se sentirá em casa, pois joga por um clube russo.

Fonte: FIFA.com

O Marrocos é a pior seleção do grupo no ranking da Fifa, sendo apenas a 41ª colocada. Na segunda fase das eliminatórias africana, o Marrocos eliminou a Guiné Equatorial, vencendo a primeira partida, por 2 a 0 e sendo derrotado na segunda, por 1 a 0. Na terceira fase, o time liderou o Grupo C, classificando-se de forma invicta, com 3 vitórias e 3 empates. O Marrocos chega a sua 5ª Copa do Mundo e retorna após 20 anos. O treinador é Hervé Renard, que tem larga experiência com seleções africanas, conquistando por duas vezes a Copa das Nações Africanas, com Zâmbia e Costa do Marfim e consegui recolocar o Marrocos na Copa do Mundo. O grande nome do time é o zagueiro Benatia da Juventus.

Neste Grupo B da Copa do Mundo, teremos em tese, a grande partida desta primeira fase da Copa do Mundo, que ocorrerá na próxima sexta-feira (16), em Sochi, entre Portugal e Espanha. Se não tivermos nenhuma surpresa, esta partida tem tudo para decidir a liderança do grupo, e as rodadas subsequentes, apenas servirão para que Portugal e Espanha e confirmem o favoritismo e avancem rumo as oitavas de final. Irã e Marrocos, não acredito que possam fazer frente as seleções da península ibérica. Aqui se a tendência é de que as seleções europeias rumem as oitavas.
Veja.com
Salve pessoal, hoje o assunto aqui nos Jovens Cronistas é Copa do Mundo 2018. Você que já deve estar preparando a "agenda dos churrascos e da cerveja", é bom ficar de olho no Grupo E. Por quê? Porque é nada mais, nada menos do que o grupo da seleção mais vitoriosa do planeta da bola, a seleção brasileira! Deixando de lado este início entusiasmado, empolgado e eufórico, agora será avaliado cada time presente no Grupo E. Brasil é o favorito? Quem pode complicar? Se der a famosa "zebra", quem será? Acompanhem o Grupo E e suas respectivas seleções: Brasil, Suíça, Costa Rica e Sérvia.

Brasil

Mowa Press
Acabada a Copa de 2014, a seleção brasileira era uma verdadeira incógnita. Como reagiria depois da sonora goleada em casa, na semifinal? Trouxeram de volta o treinador Dunga, mas o resultado foi uma posição delicada nas eliminatórias. Então, a CBF recorreu ao treinador Adenor Leonardo Bacchi (Tite) para "salvar" a seleção. E não é que o homem deu jeito mesmo? Um time organizado em campo. O trio da foto: Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus começou a arrebentar jogo a jogo nas eliminatórias.

Tirando esse trio da frente, os méritos também vão para o meio de campo com Paulinho e Renato Augusto, dois jogadores de extrema confiança do treinador e que desempenham um bom papel de marcação na defesa e aparição como elemento surpresa no ataque. A defesa passou a ser mais sólida e efetiva, tendo em vista a pouca quantidade de gols sofridos pela seleção brasileira. Tite assumiu a seleção perigando para não classificar e a classificou com sobras e bom futebol.

Analisando o time em si é possível colocar como uma das favoritas à conquista do Mundial. Não só pela tradição, mas sim pelo que vem jogando - esquecendo números e sim o que é visto dentro de campo. Um time dinâmico. Tem suas dificuldades em furar retrancas, mas quando consegue, dificilmente deixa a vitória escapar, devido à mortalidade nos contragolpes. A princípio os jogos da Seleção Brasileira serão de poucas chances de gol, portanto, a precisão e o dinamismo da equipe precisam estar em dia. Uma vez a porteira aberta, a partida tende a ser mais fácil para o lado canarinho.

Suíça

Esportes.ig

O primeiro duelo da seleção brasileira será perante os suíços. Há quem pense que o jogo pode ser fácil tendo em vista que a seleção vermelha passou pela repescagem europeia devido a um gol irregular perante a Irlanda do Norte. Mas, amigo, se você pensa assim, está enganado. Quando o assunto é Copa do Mundo, os suíços não costumam chegar longe, mas deixam alguns estragos em seus adversários.

Para refrescar a memória, voltamos ao ano de 2006 em que a seleção foi eliminada pela Ucrânia nas oitavas de final, nas penalidades. Isto é, somando os jogos em tempo normal e prorrogação, a equipe da Suíça foi eliminada de forma invicta e sem tomar gols, já que o empate ante os ucranianos foi pelo placar de 0x0. Na Copa de 2010, eles venceram nada mais nada menos do que a seleção campeã do torneio, a Espanha, por 1x0. Em 2014 pararam nas oitavas de final diante da Argentina com gol na prorrogação de Di María. 

Como podem ver, placares largos são difíceis de ocorrer em confrontos diante da Suíça. Sistema defensivo forte é o principal adversário e a principal dificuldade da seleção brasileira. Nomes como Lichsteiner (defensor da Juventus-ITA), Xhaka ( meio campista do Arsenal-ING), Shaquiri (meio campista do Stoke City-ING) fornecem solidez na defesa e qualidade na saída de bola. Olho em Embolo (atacante do Schalke 04-ALE) com sua velocidade e no atacante Seferovic, do Benfica-POR. Suíça pode complicar e muito a vida do Brasil com sua defesa e saída para os contragolpes. Mas, caso saia em adversidade no placar, não passa a ser tão temida pela canarinho. Portanto, tem que abrir o olho para não se complicar. 

Costa Rica

Bet90.tv
Adversária do Brasil na fase de grupos na campanha do Penta em 2002, a Costa Rica caiu novamente no grupo da amarelinha. Uma incógnita para falar a verdade. Em 2014, foi admitida como "morta" por ter caído em um grupo com Itália, Inglaterra e Uruguai, mas passaram em primeiro, sendo parados apenas nas quartas de final, nas penalidades diante da Holanda. Uma campanha histórica, que rendeu aos costarriquenhos a simpatia do brasileiro em 2014.

Por mais que tenha adquirido uma categoria de "seleção simpática" para muitos, a Costa Rica não deve ir muito longe. Possui algumas qualidades individuais, como por exemplo o goleiro Keylor Navas, jogador do Real Madrid, contratado justamente pela campanha histórica e de destaque do goleiro em 2014. A maioria de seus jogadores atua em times da América, sendo poucos que atuam na (potência) Europa. De destaque vai para Bryan Ruiz, meia do Sporting-POR e o atacante Campbell do Real Betis-ESP.

A Costa Rica vai tentar a sorte na primeira partida, a famigerada largada, diante da Sérvia. O time não é forte fisicamente, joga até certo ponto solto, com velocidade, mas a qualidade dos atletas pode pesar contra. Para passar de fase deverão contar com um Navas extremamente inspirado, além de uma precisão extrema de seus homens de frente (principalmente os dois citados no parágrafo anterior). Em resumo, passar da fase de grupos para a Costa Rica já deve ser tratado como um belo feito. Repetir ou melhorar 2014, só com uma zebra gigantesca.

Sérvia

Esportes.ig
É mais uma seleção que pode complicar o grupo. Como país Sérvia, não tem uma grande tradição no futebol, mas na época de Iugoslávia fez bastante estrago. Para quem não sabe, a Sérvia se classificou ao Mundial 2018 diretamente pela fase de grupos das eliminatórias europeias, isto é, sem repescagem. Não tinha nenhuma seleção gigante no grupo, mas os sérvios não tinham nada que ver com este fato e carimbaram sua vaga.

Ausente da Copa de 2014, os sérvios possuem como forte a marcação e também a estatura. A média de altura da equipe é de 1,87m, ou seja, devem explorar muito o jogo aéreo. Além de estatura e marcação, a seleção possui jogadores rodados e com certa qualidade. Kolarov e Ivanovic, defensores de Roma-ITA e Zenit-RUS (com passagem excelente pelo Chelsea-ING), respectivamente são bons na marcação e aparecem bem nas jogadas ofensivas. No meio de campo, Matic e Savic, de Manchester United-ING e Lazio-ITA, respectivamente são os responsáveis pela condução da bola no meio de campo. O setor de ataque é onde a seleção possui menos jogadores rodados, sem grandes destaques. Mas vai uma ressalva a dois jovens: Mitrovic (Fulham/Newcastle-ING) e Jovic (Eintracht Frankfurt-ALE), com 23 e 20 anos, respectivamente. 

Um time com experiência na defesa e armação combinado com juventude no ataque pode funcionar. Por que não? A Sérvia pode definir o rumo da seleção brasileira na Copa 2018, pois é o último confronto. Mais uma equipe com marcação forte e sólida para complicar a vida canarinho, além de ser perigosa no jogo aéreo. Pode não ter aquela tradição no futebol, mas apresenta sim perigo aos demais adversários do grupo.

Considerações

A Seleção Brasileira é realmente a favorita a passar em primeiro. Mas se engana quem pensa que será "com um pé nas costas". Conforme mencionado nos parágrafos anteriores, há dois adversários que jogam como o Brasil não gosta de enfrentar: Suíça e Sérvia; um deles é na estreia e pode ser um divisor de águas. O outro é o terceiro adversário e pode decidir classificação ou posição dentro do grupo. Brasil que se vangloria por ser excelente nos contragolpes pode provar do próprio veneno diante dessas duas seleções.

A Costa Rica é a mais "azarona". Pode ser que se classifique? Sim, afinal, futebol (clichê) é uma caixinha de surpresas. Mas estreia contra a Sérvia que pode vencer, pois tem mais qualidade, e em seguida enfrenta o Brasil. A tendência é que seja o adversário mais tranquilo para a seleção brasileira e quem sabe para a seleção Suíça também. A qualidade dos jogadores talvez não seja das melhores para furar bloqueios.

Em resumo, o Grupo E deve ser finalizado com Brasil em primeiro, Suíça em segundo, Sérvia em terceiro e Costa Rica em quarto. No segundo lugar, pode ser que a Sérvia se classifique mesmo com o favoritismo da Suíça. A tendência é que o Brasil passe realmente em primeiro lugar, mas longe de serem jogos fáceis.

Pessoal, começamos aqui no Jovens Cronistas, a cobertura da Copa do Mundo 2018, que será realizada na Rússia e iniciará na próxima quinta-feira (14). Neste artigo eu, Mario Magalhães, irei realizar a análise do Grupo G, um dos mais previsíveis da competição, a princípio, com as presenças das seleções da Bélgica, Inglaterra, Tunísia e Panamá.


Fonte: FIFA.com

A atual terceira colocada do ranking da Fifa, a Bélgica é a cabeça de chave do grupo e vai para sua 13ª Copa do Mundo. A seleção classificou-se com sobras no Grupo G, das eliminatórias europeias, onde jogou 10 partidas com 9 vitórias e apenas um empate, contra a Grécia. O time é comandado pelo técnico Roberto Martinez, que tem um grande plantel a disposição e buscará a liderança da chave, que disputará com a Inglaterra. O grande nome de destaque da equipe é Eden Hazard do Chelsea.

Fonte: FIFA.com

A outra grande força do grupo é a Inglaterra, que é a 12ª colocada do ranking da Fifa e vai para sua 15ª Copa do Mundo. O time classificou sem sustos, nas eliminatórias europeias, sendo líder do Grupo F, com oito vitórias e dois empates. O técnico Gareth Southgate, comanda uma seleção renovada, que busca se reafirmar no cenário mundial. A equipe tem bons nomes como Delle Alli, Rasford e o grande nome da equipe é o centroavante Harry Kane do Tottenham.

Fonte: FIFA.com

As outras duas seleções do grupo, se não aprontarem nenhuma grande surpresa, serão apenas meros coadjuvantes na competição. A Tunísia, que é a 21ª do ranking da Fifa, retorna para sua quinta presença em Copas do Mundo, retornando após 2006. A Tunísia nas eliminatórias africanas, eliminou a Mauritânia na segunda fase e na fase final liderou o Grupo A, com 14 pontos, classificando-se de forma invicta. Comandada por Nabil Maâloul, tentará ser uma das surpresas da competição. O grande nome do time tunisiano é o meia Wahbi Khazri, do Rennes da França.

Fonte: FIFA.com

A grande zebra do grupo, é a seleção do Panamá, que é a 55ª do ranking da Fifa e faz sua estreia em Copas do Mundo. O Panamá foi segundo colocado do Grupo B, na quarta fase das eliminatórias da América Central. No hexagonal final, o time foi o terceiro colocado, com 13 pontos, tendo 3 vitórias, 4 empates e 3 derrotas. O time já fez história ao garantir a vaga a competição. Comandado por Hernan Dario Gomez, o time buscará fazer história, quem sabe ser a grande surpresa, como foi a Costa Rica na Copa 2014. A grande estrela do time é o atacante Blas Perez.

Neste Grupo G da Copa do Mundo, se não tivermos nenhuma surpresa, a grande disputa será pela liderança do grupo, na partida entre Bélgica e Inglaterra, que ocorrerá na última rodada, no dia 28 de junho, em Kaliningrado. As duas rodadas anteriores, deverão servir apenas para sabermos, quem estará com melhor saldo e poderá jogar pelo empate na última rodada. Tunísia e Panamá não acreditam que possam fazer frente a Bélgica e Inglaterra, a grande questão é saber quem será líder,