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 Olá pessoal!

As entrevistas do programa #BatePapoCultural, além dos convidados que eram do meio musical, também teve aquelas em que se discutiam outros temas e nesta coluna vocês terão acesso às entrevistas realizadas com jornalistas . Atualmente estou no último ano da graduação de jornalismo então não poderia deixar passar a oportunidade. Foram realizadas quatro entrevistas com jornalistas e as minhas expectativas foram correspondidas. Todos detalharam suas trajetórias profissionais e também comentaram algumas peculiaridades ou mesmo expectativas quanto à profissão.




O primeiro convidado foi o jornalista e narrador esportivo Daniel Oliveira que atualmente segue sua carreira em seu canal próprio no youtube. Para (re)ver a entrevista, clique aqui.

A entrevista a seguir foi com Diogo Rímoli, jornalista gaúcho que atualmente reside na Itália. A entrevista encontra-se disponível aqui

A próxima convidada foi Camila Diesel que contou sua trajetória e sua rotina na Rádio Guaíba, Camila também tem seu canal no youtube em que disponibiliza material jornalístico de alta qualidade. Para (re)ver a entrevista, clique aqui

A quarta entrevista do meio jornalístico foi Letícia Sallorenzo que participa de programas que discutem aspectos do jornalismo e ministra cursos sobre o texto jornalístico e sua influência no cotidiano das pessoas. Letícia desenvolveu sua tese de mestrado a partir da lógica da manipulação da informação e o texto acadêmico tornou-se um livro chamado "Gramática da Manipulação - Como os jornais trabalham as manchetes em tempos de eleições (e em outros tempos também)". Para (re)ver esta entrevista, clique aqui

Estou disponibilizando abaixo os links dos canais do youtube citados no texto:

Camila Diesel: https://www.youtube.com/user/camiladiesel

Daniel Oliveira: https://www.youtube.com/channel/UCttPTGD6hP9Cr1KuMRmDyMg

Para adquirir o livro de Letícia Sallorenzo, acesse http://loja.quintaledicoes.com.br/pd-5e1ceb-gramatica-da-manipulacao-como-os-jornais-trabalham-as-manchetes.html

E para quem quiser acessar e se inscrever no meu canal, clique em

https://www.youtube.com/channel/UCCZizLeCWTfzgVLzc0yMasw


Abraços e até a próxima,


Ulisses B. dos Santos


Impregnados de dúvidas em relação a caminho seguir, perdidos em meio às chances de nos contaminar, preferimos arriscar. Na angústia da espera de cada novo decreto, eu sigo levantado à bandeira da indecisão. Corrompidos pela falta/luta pelo capital nos tornamos os mais novos reféns daqueles que decidem o que fazer com a nossa liberdade. O desastre das gotículas que nos infectam e trazem dor e lotando UTI’s em que faltam profissionais e respiradores. Não saber a distancia entre a responsabilidade e a falta de “pudor”, fez-me mais vilão dos dias em que os ônibus congestionam o trafego da indignação.

Autoridades não conseguiram avaliar casos particulares nos colocaram todos no mesmo assento, e acreditem, poucos podem usar o preferencial. A mesma régua foi usada e eu colapsei minha sanidade e sou mais um mascarado cúmplice de toda hipocrisia que insiste em nós dizer que somos “iguais”. As páginas dos jornais informam que o “lockdown” está próximo e que o “Home Office” veio pra ficar. Novo termo como a “nova normalidade” é muito mais disseminado que as previsões da OMS sobre possíveis vacinas e medicações. Eu já aguardo a nova vacina para me curar da inquietude do certo e errado, e qual medidas eu já posso parar de tomar. Dominado pela falta de informação sobre o risco real, eu me comporto como culpado que espera o julgamento depois que todo vírus passar. A comunidade cientifica eu continuo agradecendo. Aos profissionais da saúde eu desejo o melhor e as autoridades peço uma compreensão menos uniforme. A cada novo decreto espero uma nova bandeira indicando a solução.

Curtam/Sigam: @ximbicronico
Gilberto Malheiros: Dos Meus Erros de Português
Obrigado!


Sobre a Coluna

A coluna Bombarda é publicada sempre às quintas-feiras.
Quem acompanha minhas redes sociais sobre minha carreira como escritor sabe que sempre defendo a literatura nacional. Busco consumir obras do nosso país, porém é inegável que obras estrangeiras tem uma imensa vantagem sobre nós, se pegarmos os mais vendidos dos últimos anos em diferentes categorias veremos como obras de fora são populares entre os leitores. É ainda mais desigual quando se comparam mídias como cinema e séries. Obras estrangeiras estão sempre em um alto fluxo entre seus consumidores, somos colonizados por uma cultura estrangeira que nos aprisiona sobre um ideal que não é o nosso.


Eu não vou ser hipócrita e falar que não sou influenciado pelo que vem de fora, sou e muitas vezes entendo que não tem como apagar isso do que somos. Vivemos em um mundo globalizado, o exemplo disso é o twitter que na semana das eleições dos EUA, teve esse assunto predominante entre as pessoas. Eles são a maioria, são deles os filmes mais vistos, os livros mais comentados e as músicas mais escutadas, são eles que moldam costumes e dizem qual série está na moda ou que tipo de assunto devemos abordar. Porém, caro leitor ou leitora, aqui também tem produção.

Não ouso apontar nomes para você, escritores nacionais são diversos e seria leviano da minha parte citar A ou B, muitos são amigos e não quero cometer injustiças em relação aos apontamentos. Vale citar que em qualquer página ou grupo de escrita vemos um número grande de pessoas que ou já estão no mercado ou querem se inserir. Onde estão esses leitores? São muitos os querem produzir e poucos os que querem consumir. Não chegaremos a lugar nenhum achando que nossa competição é entre nós, o maior competidor e o que mais ganha é o de fora, temos contra nós o filme baseado em livro que tem um marketing enorme entre redes socais e críticos. Qual autor brasileiro tem tamanho espaço? Mesmo se citar alguém mais badalado qual é a proporção entre nós e eles?

É muito mais fácil para alguém que tem todo um apoio midiático do que aqueles que não tem. Entretanto agora podemos combater isso, temos voz também, devemos estar presente no cotidiano das pessoas, da mesma forma que defendo uma Museologia no dia-a-dia da população, a escrita de autores nacionais também devem estar. Não podemos apenas lançar nossos livros e ficar parado esperando a venda, devemos ser agressivos na divulgação, ir aonde o leitor está, onde a população em grande maioria está, nas redes socais.

Eu tenho uma programação de post que faço de forma diária, meu foco são as duas redes socais com maiores públicos, o Instagram e o Facebook, nas duas tenho quase três mil pessoas que consomem memes e divulgação sobre minha carreira, tudo fruto de muito estudo da área de marketing, vão desde uma linguagem mais precisa e direta até para o uso de figuras para prender a atenção. É uma tática que funciona para mim, porém tenho alguns colegas que tem canais no Youtube ou Podcast que fazem um trabalho excelente na divulgação. No fim temos espaço para isso, mesmo sendo difícil bater de frente com o que vem de fora, temos conteúdo e força para tal.

Qual livro nacional é o seu favorito? Fonte: Google

A colonização cultural deve ser combatida, não que seja errado ver o que vem de fora, mas apenas consumir ou investir no que vem de lá é, pelo menos na minha visão. Aqui temos histórias próximas da nossa realidade e feita por pessoas que se esforçam dia após dia para isso, somos tão bons quanto do lado de lá, muitos aqui são melhores. Então leitor ou leitora, queria te convidar para conhecer as obras daqui. Deixe nos comentários alguma obra brasileira que você admira. 

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Sobre a Coluna


A coluna O Mundo é um Museu é publicada sempre às sextas-feiras.